quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

As­sembléia de Deus são pentecostalistas mais sensa­tos?

Disseram-me vezes inumeráveis que os da As­sembléia de Deus são pentecostalistas mais sensa­tos. Que não são fanáticos como os dos demais grupos da seita. A página trasladada demonstra a saciedade que todos, sem a exclusão dos das Assem­bléias de Deus, todos se enquadram na mesma bito­la da heresia. Todos, também os das Assembléias de Deus, ensinam os mais graves absurdos e em igual ímpeto embusteiro iludem e exploram o povo ignaro sempre disposto a ser enganado.

Trata-se de UMA ASSOMBROSA CARTA DA RÚSSIA divulgada pela revista A SEARA, nº 172 de Julho de 1979, ano XXIII, páginas 10 e 11, órgão editado pela CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL, cujo diretor é o sr. Abraão de Almeida, um dos mentores destacados desse grupo pentecostalista.

A carta teve sua divulgação sob inteira res­ponsabilidade da própria revista em cuja apresen­tação se destaca a seguinte frase: "UMA MULHER, QUE ERA MEMBRO ATIVO DO PARTIDO COMUNISTA DA UNIÃO SOVIÉTICA, DESPREZAVA OS CRENTES E VIVIA NO PECADO, MORREU, FOI AO HADES E RESSUSCITOU CONVERTIDA CONTANDO SUA EXPERIÊNCIA E PREGANDO O EVANGELHO".

Transcrevo sem qualquer comentário porque o seu teor já se constitui expressivo comentário:

"Fui atéia. Desprezava a Deus e perseguia os que seguiam a Cristo. Vivia no pecado e fui mem­bro ativo do Partido Comunista.

Em 1965 tive câncer no estômago. Sofri durante três anos, mas tinha a esperança de ficar curada. Entretanto a doença progrediu sem que a Medicina pudesse dominá-la. Fiquei muito fraca, pio­rando cada vez mais. Os médicos decidiram operar-me e, no momento em que cortaram meu ventre, a morte chegou, imediatamente vi-me entre eles, ao lado do meu corpo, olhando a enfermidade. O estômago e os intestinos tinham tumores cancerosos. E eu pensava: "Por que somos duas? Estou em pé e ao mesmo tempo deitada". Neste momento o médico re­tirou os intestinos que continham um estranho lí­quido e disse: "Ela não tinha condições de viver. Era um verdadeiro milagre que estivesse viva ate hoje". Recolocaram os intestinos no lugar, costu­raram o ventre de qualquer maneira e decidiram entregar o corpo para a pratica dos estudantes de Medicina.

Levaram meu corpo para o necrotério e o co­briram com um lençol. Mais tarde vi meu irmão com meu filho André, que, chorando, dizia: "Mamãe, por que morreste? Sou tão pequeno, com que vou viver?" Eu o abraçava e beijava, porém ele não se dava conta. Depois vi que me encontrava em casa e meus familiares repartiam minhas coisas com irritação e maldizendo uns aos outros.

Observei como os demônios corriam em torno deles anotando tudo o que diziam. Em seguida con­templei espantada todas as minhas ações desde a infância. Comecei a sentir-me voando e subindo. Fiquei perplexa porque sabia que não me encontra­va num avião e que estava só. Uma força invisível me sustentava e eu subia cada vez mais alto. Quando voava entre as nuvens uma luz resplandecente me atingiu e então caí sobre um grande lençol. Ao longe vi árvores de folhas rosadas e belas casi­nhas, porem nenhuma pessoa havia ali.

Não muito longe avistei uma mulher alta, de andar suave. Ao seu lado caminhava um jovem com o rosto escondido nas mãos e chorando amargamente. Suplicava algo a ela. Pensei que era seu filho e intimamente condenei esta mulher por sua falta de misericórdia, pois ela não dava ouvidos ao jovem. Quando ela se aproximou quis perguntar-lhe onde eu estava, mas o rapaz caiu aos seus pés adorando-a, chorando e rogando por algo. Não consegui en­tender o que ela dizia a ele.

De repente eles olharam para cima e pergun­taram: "Senhor, onde a poremos?" Tremi de medo e foi aí que compreendi que estava morta e que meu corpo estava na Terra. Lembrei-me de que tinha muitos pecados e que devia prestar contas. Quando vivia na Terra não acreditava que existisse alma. Comecei a chorar com amargura e uma voz vinda do alto disse a mulher: "Deixa-a voltar à Terra, pa­ra junto de seu pai, que é caridoso. Ha muito chegou sua oração rogando que mostrasse a ela o lugar que merecia. Tirei-a da face da Terra por sua vida pecaminosa e por se colocar contra Deus. Eu a tirei sem que ela se arrependesse".

NO INFERNO - Imediatamente apareci no hades. Rodearam-me serpentes e vermes com aguilhões espetando-me o corpo. A dor era insuportável. Eu gritava em alta voz mas ninguém me acudia. Meu ali­mento eram vermes mortos e decompostos-gusanos. Com gritos perguntava: "Como posso comer estes vermes?" Mas a minha mente chegou esta frase: "gusanos serão tua cama e gusanos te cobrirão", Ts. 14:11. E uma voz me falou: "Tu nunca jejuaste". Neste momento pensei em Cristo e clamei por sua misericórdia. Ele me disse: "Tu vivias na Terra e não me reconhecias, não querias me reconhecer e eu não te reconheço aqui. Lembra-te de que matavas teus filhos antes de nascerem e aos outros dizias que eles tinham filhos como sapos e que tu os evitavas. Em lugar de fartura enviei-te doença para que te arrependesse, mas ate o fim me desprezaste. Não me reconheceste Iá, mas aqui começarás a colher o que plantaste".

Depois uma serpente começou a rodear-me e ouvi um ruído. Então vi como numa visão a igreja de nossa cidade e o pastor que sempre menosprezara. Uma voz me perguntou: "Quem é?" "Nosso pastor", respondi. "E como tu ali o chamavas de zangão?" Quando disse isto comecei a rogar-lhe: "Perdoa-me, Senhor, deixa-me voltar a Terra, pois lá deixei um filho pequeno". Então ele me disse: "Tu tens compaixão dele e Eu tenho misericórdia de todas as pessoas e desejo que se arrependam. Brevemente virei julgar a todos os que habitam na Terra". Neste instante apareceu o mesmo lenço sob meus pés e perguntei: "É aqui o Paraíso?" e uma voz respon­deu: "Para os pecadores a Terra é o Paraíso".

Apareci novamente no lugar de tormentos e foi mais terrível do que da primeira vez. Eu es­tava no meio do fogo; a volta estava muito escuro, o que me deixou assustadíssima. Os demônios vieram e diziam: "Tu chegaste até aqui, amiga. Tu nos escutaste e serviste muito bem". Estremeci, lembrando-me dos meus pecados. Dos demônios voa­vam chispas de fogo que. penetravam em meus cabelos e senti muitas dores. Ouvia-se o gemido dos pecadores; todos pálidos e magros e de olhos esbugalhados, clamando com voz terrível: "... beber... beber... água". Eles me disseram: "Tu viveste na Terra e não amavas a Deus, mas o desprezavas como nós e com fornicários andavas e nunca te arrepen­dês-te. Todo o tipo de pecados cometes-te e por is­so terás sofrimentos aqui. Porém os pecadores que li se arrependeram, recebem os estrangeiros e ajudaram os pobres, estão no Paraíso".

Eu estava cada vez mais impaciente quando uma luz surgiu e todos caíram com o rosto no chão e começaram a suplicar, não suportando o sofrimento porque não havia uma gota sequer de água. Mas uma voz contestou a todos: "Na Terra todos sabem des­te sofrimento, porém não crêem e nem sequer que­rem ouvir, e Eu não posso contrariar os mandamen­tos de meu Pai". Neste momento uma voz chegou aos meus ouvidos, dizendo: "Deixe-a voltar a Terra".

A RESSURREIÇÃO - Tudo desapareceu e voei sem rumo fixo. Não sei de que maneira apareci na cidade de Barnauli, no hospital, e depois no necroté­rio. A porta estava fechada, mas eu passei tran­qüilamente. Olhei meu corpo que estava deitado com a cabeça e os braços pendentes. Num momento entrei no corpo e senti frio. Neste mesmo instan­te trouxeram um homem morto. Ao acender a luz me viram deitada e tremendo de frio. Então todos gritaram de medo. Voltaram depois e levaram-me ao hospital. Muitos médicos e enfermeiras ficaram a me olhar, e disseram: "É preciso aquecer seu cor­po com lâmpadas". Quando fizeram isto abri os olhos e falei. Todos ficaram assombrados com mi­nha ressurreição e no outro dia já pude comer. Aos médicos eu disse: "Sentem-se e lhes contarei sobre o outro mundo, onde estive". Eles me ouvi­ram atentamente e no fim eu lhes disse que se não se arrependessem aqui na Terra seu alimento seria todo o tipo de vermes e escorpiões mortos. Fica­ram pálidos ao ouvir isto e muitos se interessa­ram pelo meu caso.

Não sentia nenhuma dor em meu corpo. Muita gente me procurou ate que a polícia teve que in­tervir. Os médicos não compreendiam como a doença tinha desaparecido. Levaram-me a mesa de operação para uma revisão e disseram: "Por que operaram uma pessoa completamente sã?". O médico que havia feito a operação ficou muito envergonhado, comen­tando: "Como pude enganar-me? Tudo estava decom­posto pela infecção e agora tudo esta limpo e a região afetada renovada como a de uma criança".

Perguntei a um deles: "Que diz deste caso?" Ele respondeu: "Nada tenho que pensar. Você renasceu do Todo Poderoso". Então respondi: "Se vocês crêem nisto, então devem renascer, deixando sua vida de pecados".

Agora tenho 47 anos. Prego a Jesus Cristo e sua próxima vinda porque Ele me disse isto. Ainda me procuram pessoas de vários lugares e a todos testifico de Cristo, aconselhando-os a se arrependerem e receberem ao Senhor como seu único e suficiente Salvador."

Impossível omitir dois ou três comentários:

Além de fantasiosa a carta é falsa. Não digo falsa apenas em sua origem. Falsa no seu conteúdo.

Começa por aí! Nem aparece o nome da autora. Menciona apenas um isolado André desacompanhado do nome de família. Falta, outrossim, referência a nomes dos médicos. Enfim, um relato destituído de qualquer base ou comprovação de sua veracidade.

O fato em si é pura ficção. E descamba para as regiões espiritistas. Aquela estória de o espírito ficar por aí a rodear e a rondar o corpo inerte...

A patacoada se restringiria ao gênero do conto e da anedota se não afetasse diretamente ensi­nos evidentes da Palavra de Deus.

As Escrituras Sagradas jamais sugerem a per­manência do espírito após a morte ao redor do corpo a espreitar as reações dos circunstantes.

E onde já se viu uma revista dita evangélica supor a possibilidade da conversão no inferno? A saída de alguém de lá?

O inferno é definitivo. Ninguém de lá pode sair. A condenação do réprobo é eterna. Impossí­vel ao condenado ''no inferno escapar dela por meio da regeneração. Impossível até, com a ponta do dedo umedecida, refrescar-lhe a língua.

A história do rico e Lázaro, relatada por Jesus, apresenta conclusões definitivas e inquestionáveis. Se "aos homens esta ordenado morrerem uma vez" (Hb. 9:27a), de semelhante forma um grande e intransponível abismo impede a passagem do estado de perdição eterna para a salvação. As palavras são de Jesus Cristo: "... esta posto um grande abismo entre nos e vós" (os condenados no inferno) , "de sorte que os que quisessem passar daqui para vos não poderiam, nem tão pouco os de lá passar para cá" (Lc. 16:26).

Seguindo-se o juízo a morte (Hb. 9:27b), ne­nhuma esperança mais resta em favor do réprobo.

Os pentecostalistas por fundamentarem sua religião em extravagante experiências de fundo nevropata ou de cunho francamente mentiroso, desprezam por completo as Sagradas Escrituras ou colocam-nas em plana inferior. E como resultado caem nesses absurdos inadmissíveis entre pessoas evangélicas.

E vá alguém atrás dessa gente a procurar a "segunda benção" ou o "batismo no Espírito Santo". E vá alguém seguir-lhe os passos na pretensão de um aprofundamento na vida espiritual...

Dr. Aníbal Pereira Reis (ex-padre)
Católicos Carismáticos e Pentecostais Católicos, 2ª edição - pgs. 38 a 44.

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Batismo com o Espírito Santo

O batismo com o Espírito Santo foi prometido por Deus por meio de Joel e de outros profetas no Antigo Testamento (Jl 2.28,29; ver Is 32.15; 59.21; Ez 36.26,27; 37.14), bem como por meio de João Batista e do Senhor Jesus Cristo no Novo Testamento (Jo 7.37-39; ver Mt 3.11;Lc 24.49; Jo 14.16,17,26; 16.7-16; At 1.4-8). Essa promessa cumpriu-se no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo, já presente e atuante na Igreja do Antigo Testamento, veio operar na Igreja Cristã nascente com poder e glória superiores à sua operação sob o Antigo Pacto, para capacitá-la a testemunhar do Cris­to exaltado (At 2.16-21). Desse batismo participam todos os crentes de todas as épocas ao serem incluídos na Igreja, o Corpo de Cristo, quando da sua regeneração-conversão (Ef 1.13,14; 1 Co 12.13).

O batismo com o Espírito Santo no dia de Pentecostes marcou o início da fase neotestamentária da Igreja de Deus, confirmou a exaltação de Cristo à direita de Deus Pai, e inaugurou "os últimos dias" (At 2.16,17; 2.32-36). O poder prometido pelo Senhor Jesus aos seus discípulos, e que viria a eles por ocasião do Pentecostes, está relacionado com a evangelização apostólica até os confins da terra, e consiste essencial­mente na capacitação de cada crente para testemunhar de Cristo e para viver uma vida em que se veja o fruto do Espírito (At 1.8; Lc 24.49).

A Escritura ensina que a experiência do batismo com o Espírito Santo coincide com a regeneração-conversão, e que são sela­dos por este mesmo Espírito todos os que crêem genuinamente em Cristo Jesus (Tt 3.5; At 2.38; Rm 5.5; 8.9; 1 Co 12.13; ver At 11.17, e ainda Ef 1.13,14; 2 Co 1.22; Ef 4.30). É a graça vitalizadora e capacitadora disponível a todos os crentes, e não apenas a alguns. Portanto, a recepção inicial de Cristo pela fé está associada ao batismo com o Espírito Santo (1 Co 12.3; Rm 8.9,10; 1 Jo 4.2).

A Escritura também ensina que o batismo com o Espírito Santo, como narrado no livro de Atos, foi dado soberanamente por Deus em circunstâncias especiais, ocorrendo algumas vezes de forma súbi­ta, como no Pentecoste . Quando o Espírito veio sobre os apóstolos e os demais reunidos no cenáculo, tomou-os de surpresa, vindo "de repente" (At 2.2a). Eles esperavam o cumprimento da promessa, mas não sabiam quando e nem como ela se daria. Em outras ocasiões, o batismo com o Espírito ocorreu de forma inesperada, como na casa de Cornélio (At 10.44-46), e ainda em outras mediante a imposição de mãos dos apóstolos (At 8.14-16; 19.6. Neste sentido, aquelas experiências foram únicas, já que não temos mais apóstolos como os Doze ou Paulo). A Escritura dirige-se a todos os que já são crentes como tendo já sido batizados com o Espírito. Em nenhum lugar ela encora­ja os que já são crentes a buscar esse batismo, quer por preceito, quer por exemplo. Na expressão "batizar com o Espírito Santo", o verbo ocorre no tempo futuro ("batizará") apenas antes de Pentecos­tes, e aponta para aquele evento como o futuro cumprimento da promessa do Antigo Testamento (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16, e At 11.16). Após o Pentecostes, nas cartas escritas pelos apóstolos às comunidades, os crentes são reconheci­dos como já tendo sido batizados com o Espírito, ver 1 Coríntios 12.13, "em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo".

A Igreja alegra-se com o desejo de muitos dos seus pastores e membros de ter uma vida espiritual mais profunda e plena, e encoraja-os a buscar continuamente o ser cheios do Espírito, como Paulo ensina.

Igreja Presbiteriana do Brasil
Comissão Permanente de Doutrina
São Paulo, Setembro de 1995

www.eleitosdedeus.org

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sábado, 19 de dezembro de 2009

Maçonaria: Pode um Cristão ser maçom?

Ser membro da Igreja de Cristo era compatível com a filiação na loja maçônica, ou maçonaria? Peço-te que em oração consideres a minha avaliação e juízo sobre esta questão da compatibilidade entre a loja maçônica e a Igreja de Cristo.

Em primeiro lugar, ao tratar este assunto, vou descrever brevemente os aspectos organizacionais da maçonaria e depois avaliá-la como uma organização religiosa.

Maçonaria ou a Ordem maçônica, tal como a conhecemos hoje, foi fundada em 24 de junho de 1717, em Londres. O termo maçon provém do inglês mason e do francês maçon, que quer dizer 'pedreiro', e do alemão metz, 'cortador de pedra'. Ela era originalmente uma sociedade de construtores de catedrais no século 17. Os maçons de pedra e cortadores de pedra constituíam-se como os seus membros. Da Inglaterra, a maçonaria rapidamente se espalhou para a Europa continental e em 1740 para a América do Norte. A maçonaria foi organizada na Inglaterra, mas quatro em cada cinco maçons no mundo vivem agora nos EUA. Eles e os seus irmãos em outros países têm feito da maçonaria a maior sociedade secreta internacional. Há mais de 16.000 lojas maçônicas neste país com uma sociedade de mais de quatro milhões e meio de membros. Como os maçons são poderosos, é difícil dizer, mas "num único ano, a maioria dos governadores estaduais, senadores e representantes dos EUA. são susceptíveis de serem maçons. Os três graus básicos da maçonaria são os de Aprendiz, Camarada (ou Companheiro), e Mestre Maçônico.

O candidato à adesão deve fazer um juramento para manter inviolados os segredos da ordem. Os segredos incluem todas as instruções dadas na loja, os eventos da reunião, incluindo o extensivo e misterioso ritual, e as diferentes senhas secretas da loja e cumprimentos que servem como um modo de identificação de um Maçom para outro.

À medida que concluímos a nossa descrição da loja maçônica como uma organização, peço-te que consideres a seguinte definição de maçonaria, tal como previsto por alguns dos seus próprios adeptos: "É verdade que a maçonaria não é uma religião, mas é Religião um culto em que todos os bons homens podem-se unir, que eles podem compartilhar a fé de todos."(J. F. Newton, The Builders (New York: Macoy Pub. and Masonic Supply Co., 1930), p. 251). "A maçonaria direciona-nos a nos alienar das confinadas e fanáticas noções e ensina-nos que a humanidade é a alma da religião ... e nós como Maçons só perseguimos a religião universal, a Religião da Natureza."(Ibid., p. 258). "A religião da maçonaria é cosmopolita, universal ... Deus está igualmente presente com o piedoso hindu no templo, o judeu na sinagoga, o maometano na mesquita, e os cristãos na Igreja."( Mackey, Loc. cit). Esta é a religião da Natureza ou a religião do humanismo. Os seus princípios e objetivo são a expressão do que o homem vai fazer, em nome do bem da humanidade. A maçonaria identifica Deus com a Natureza. O homem torna-se seu próprio Deus. Sendo que a Natureza é Deus e o homem é o chefe intelectual de toda a natureza, é lógico que o homem deve definir a sua própria religião. A maçonaria recusa-se a reconhecer que Deus é o independente, auto-suficiente Deus. Aquele que é o Criador e Legislador de todas as coisas.

O deus da maçonaria tem muitos nomes diferentes. Ele é o "Grande Arquitecto," o "Ser Supremo," o "Olho que tudo vê" o "Grande Ser." Este deus dos maçons não é o Único, Pessoal, Triúno, e Vivo Deus das Sagradas Escrituras. Os maçons têm um conceito panteísta de Deus. Deus é Natureza e a Natureza é Deus. O seu "deus" é apenas um símbolo da natureza; Natureza auto originada, a causa da sua própria existência. O deus da maçonaria é um ídolo da mente. Um Deus que o homem inventou para seus próprios fins!

No lugar de encontro da Loja, há um altar, e colocado no altar, está uma Bíblia. Que concepção do "bom livro" tem a maçonaria? A maçonaria, lembra-te, aceita homens de todos os credos em sua fraternidade, e, consequentemente, aceita todos os "bons livros", de todas as religiões. Os Maçons são "mentes abertas"! Os Maçons frequentemente citam a Bíblia Sagrada, que de fato empresta a este movimento do mal uma fachada de respeitabilidade. Suas passagens preferidas são as relativas à construção do templo, os profetas, e os quatro evangelhos. Nos escritos da maçonaria encontram-se repetidas referências ao bom pastor, ao bom Samaritano, à Arca da Aliança, ao castiçal de ouro, o templo e o seu sacerdócio, e até mesmo à ressurreição. Mas todas estas expressões e o que elas significam e representam, segundo as Escrituras, são corrompidas e distorcidas pela maçonaria. A Bíblia da maçonaria não é a autoritária e infalível Palavra, a sua Bíblia não é o livro cristão de revelação divina, mas apenas um dos muitos livros religiosos, como o Alcorão, os Vedas, a Zendavesta, o Livro do mormonismo, etc. A maçonaria tolera qualquer mentira religiosa.

Mas o verdadeiro cristianismo é intolerante com a mentira. O crente confessa que só Deus pode e revela a Verdade. O único registro do auto-revelador discurso de Deus para nós é o registrado nas Escrituras. O crente contesta a alegação de revelação de qualquer e de todos os livros que não sejam a Bíblia. A verdade é intolerante com a mentira, por amor ao nome de Deus. O Cristianismo condena como produtos do pecado o Corão, o livro de Mórmon, etc. Tu podes perceber então que a maçonaria tem muitos "bons livros." Apesar de afirmar aceitar a Bíblia como Palavra de Deus, na realidade, nega este fato. Isto é verdade, pela maçonaria deixar de reconhecer a posição exclusiva da Bíblia como o único infalível, totalmente inspirado registro da revelação do único Triúno Deus. A tentativa da maçonaria de equacionar a Bíblia e o Alcorão, por exemplo, vendo-os como tendo igual valor e validade, está a negar a única, exclusiva posição da Sagrada Escritura. O assunto não é relativo. A maçonaria promove a idolatria, admitindo 'São João da Escócia" ou "São João de Jerusalém" como padroeiro, e abre os seus trabalhos em seu nome.

O que a maçonaria tem a dizer sobre Jesus Cristo? A maçonaria opta por ignorar, em vez de negar explicitamente, a divindade de Cristo Jesus. Mas a sua tentativa de ignorar a pedra angular da Igreja não irá livrá-los da condenação. A Bíblia, como Palavra de Deus, exige que todos acreditem, ninguém tem o direito de ignorar a questão. Cristo confronta cada homem com a pergunta pertinente: "Quem vós dizeis que eu sou?" Nós temos, o homem tem de acreditar e confessar que Jesus é o eterno Filho de Deus em carne, o Salvador do Seu povo eleito.

A loja maçônica está errada em outrod pontos básicos. Os seus erros básicos não são erros inocentes de julgamento, mas que são deliberadas rejeições da verdade das Escrituras. A loja maçônica nega a verdade relativamente a um Único, Vivo, Eterno, Triúno Deus, recusa-se a confessar a eterna divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Este é o cerne da questão! Uma vez que a religião da loja maçônica está errada em seu centro, é completamente errada em todos os seus aspectos. É a religião do homem, Humanismo. A maçonaria apoia-se num não-escritural, descrente conceito de antropologia, pecado, fraternidade, unidade e salvação.

A loja maçônica é uma organização anti-cristã. Sua religião não é apenas errada, é anti-cristã! É a tentativa do homem orgulhoso, (o que certamente irá falhar) para estabelecer esta fraternidade universal dos homens contra a Una, Santa, Igreja Universal de Jesus nosso Senhor. Somente na Igreja de Cristo está em e pode ter Irmandade. Crentes em todas as nações e em todas as idades são um na fé em Cristo, porque Cristo redimiu-nos de maneira que nós devemos ser um nEle.

Essa é a nossa avaliação! Você concorda?

Bibliografia

1) William J. Whalen, Handbook of Secret Organizations (Milwaukee: Burce Pub. Co., 1966).
2) Albert Mackey, An Encyclopedia of Freemasonry (Philadelphia: Moss and Co., 1875).
3) J. F. Newton, The Builders (New York: Macoy Pub. and Masonic Supply Co., 1930).
4) Arthur Pruess, Dictionary of Secret and Other Societies (St. Louis, Mo.: B. Herder Book Co., 1924).
5) Freemasonry: May a Christian Be a Member? (Marvin Kamps)

sábado, 28 de novembro de 2009

As heresias das Assembléias de Deus

Existem várias heresias bíblicas prevalecentes na denominação Assembléias de Deus (ADs). Uma delas é que "o crente pode perder a salvação". Outra é a confusão do "falar em línguas". Além disso, as Assembléias de Deus (os pentecostais e outros) são conhecidas pela prática de cultos da "cura pela fé". Um dos lobos mais vorazes no campo das ADs é Morris Cerullo. Outros lobos famintos dentro da denominação das ADs são: John Harris, Jim Bakker, Tammy Faye Bakker, Byron Klaus, Gene Scott, Bill Hammon, Jimmy Swaggart e Karl Strader [e os brasileiros Silas Malafaia, Marco Feliciano"bispo" Manoel Ferreira e o "reverendo" Samuel Câmara] (sendo estes apenas a ponta do iceberg dos muitos escândalos vistos dentro da denominação assembleiana, os quais costumam usar as ovelhas para o seu próprio lucro).

Alguns líderes ecumênicos comprometidos com o engodo das Assembléias de Deus são: Dr. Henry Lyons, Billy, Ned e Franklin Graham, Robert Tilton, para citar apenas alguns. Benny Hinn, um dos falsos profetas mais hediondos do nosso tempo, também é assembleiano. Leiam o que Billy Graham escreveu [N.T.: há anos, quando ainda sabia distinguir a verdade do erro]: "Imploro aos que estão envolvidos com as Assembléias de Deus que saiam imediatamente. Existem muitos ramos diferentes desse grupo desviado (pentecostais, Pagadores de Promessa, etc.). Não quero chegar ao ponto de chamá-los de SEITAS; porém, Benny Hinn está, sem dúvida, a caminho do inferno. Creio que a Bíblia denomina SEITA qualquer religião, cuja doutrina acrescenta algo à simples fé em Jesus Cristo; quando acrescenta a guarda do Sábado e as obras, o que significa não haver fé alguma em Cristo. O Catolicismo Romano é uma SEITA. A Igreja Luterana é uma SEITA. A Igreja Ortodoxa Grega Oriental é uma SEITA. Todas elas acrescentam a comunhão e o batismo à fé em Cristo. Então, não preciso ir mais longe para afirmar que os membros das Assembléias de Deus não sejam salvos; porém, são desprovidos da sã doutrina".

A heresia da perda da salvação

Pessoalmente, acredito que muitos seguidores das ADs não são salvos. Existe um sério problema doutrinário com a crença de que um cristão nascido de novo possa perder a salvação. Ora, se não precisamos praticar boas obras para sermos salvos, como podemos perder a salvação por praticarmos obras más? Não é bíblico o ensino de que um salvo possa perder a salvação. Somos salvos pela graça da fé em Cristo, o Salvador, conforme Efésios 2:8-9. Ensinar que um crente pode "cair da graça" não tem qualquer respaldo bíblico.

Do mesmo modo como um nascituro não pode "desnascer", também o novo nascimento não pode ser desfeito. É uma heresia ensinar que alguém possa perder a salvação porque pecou. A verdade é que muitas pessoas podem apostatar das coisas de Deus, porque nunca foram salvas. (1 João 2:8-9). Deus jamais deserda um dos Seus filhos. Jesus prometeu em João 10:28: "E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão".

Jesus nunca mencionou que alguém pudesse perder a salvação e, se o tivesse dito, a Bíblia iria ensinar claramente. O fato é que a Bíblia não menciona que alguém possa perder a salvação. "Caem da graça" os que rejeitaram o Evangelho e, portanto, condenaram a si mesmos. Nenhum cristão salvo pode cair da graça, pois foi e estará salvo para sempre. A Bíblia é muito clara a respeito da segurança eterna do crente. Questiono sinceramente a salvação de alguém que imagina precisar de um certo grau de espiritualidade, a fim de continuar salvo. Chego a acreditar que esta pessoa de fato não esteja salva. A Igreja Metodista, a Metodista Unida e a Metodista Livre todas acreditam que o crente pode perder a salvação, caso se afaste do Senhor. Isso porque pregam a salvação pelas obras, quando a salvação é inteiramente gratuita (Romanos 5:1-8). Ela é um dom recebido, não conseguido. Um presente verdadeiro não pode ser retomado, se, de fato, foi dado com sinceridade. [N.T.: Existe alguém mais sincero do que o nosso Salvador?]. A salvação é um dom gratuito de Deus, o qual nos foi dado através do sangue de Jesus Cristo. Recebido pela fé, jamais poderá ser perdido. Às vezes, questiono a salvação pregada pelas ADs. Sei que sou salvo pela graça de Deus e não me preocupo, achando que vou perder o que nada fiz para ganhar. A salvação vem do Senhor e não do homem. Nossa parte é simplesmente confiar em Cristo Jesus.

O falar em línguas

Em Atos capítulo 2, lemos que os apóstolos falaram em línguas. Sim, de fato houve um dom de línguas, um legítimo dom, mas não essa tolice do blá-blá-blá das ADs e de tantos ministros não confiáveis, como Creflo Dollar (é este nome mesmo??). A Bíblia não poderia ser mais clara, caso as pessoas a lessem com a mente límpida [N.T.: e não buscando entender apenas o que lhes interessa]. Em Atos 2:6, lemos: "... porque cada um os ouvia falar na sua própria língua". Leram? "Na sua própria língua". Quando os apóstolos falaram nas línguas das multidões de pessoas de 16 nações diferentes, que ali se encontravam, o Evangelho foi apresentado na língua de cada uma delas. Leiamos Atos 2:7-11: "E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, e Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus". [grifos meus]

Observem a expressão: "nossa própria língua". Eram as línguas nativas dos forasteiros, não esse blá-blá-blá "celestial" desconhecido falado nas ADs. Jamais houve ali [N.T.: em Atos] qualquer língua celestial que precisasse de intérprete. Existe uma drástica diferença entre as línguas bíblicas e as heréticas línguas faladas nas ADs, bem como entre as praticadas inutilmente pelos pentecostais, hoje declaradas como "línguas desconhecidas, as quais não se encontram na Terra". Supostamente, essas "línguas desconhecidas" só podem ser interpretadas por um membro da congregação, o qual precisa estar "cheio do Espírito Santo". O Apóstolo Paulo fala, na 1ª carta aos Coríntios 14:19: "Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida".Os crentes carnais tentam imitar os dons do Espírito Santo; porém, estes não são dados para servir de entretenimento, conforme os pentecostais têm feito. Todos os dons de Deus são entregues com o objetivo de ganhar almas para o Senhor [N.T.: No caso das línguas, no Pentecoste, o objetivo foi comprovar aos judeus, ali presentes, que Jesus Cristo era o verdadeiro Messias prometido a Israel]. Este foi o propósito do falar em línguas (em Atos), quando 3.000 pessoas foram ganhas para Cristo, no Dia de Pentecoste. [N.T.: Esse Pentecoste aconteceu, em cumprimento parcial da profecia do livro de Joel, DEVENDO HAVER O CUMPRIMENTO TOTAL DA PROFECIA, SOMENTE NO TEMPO DA GRANDE TRIBULAÇÃO. Pentecoste é um propósito divino destinado aos judeus e não aos gentios. Os cristãos primitivos viviam na maior união, fugindo do erro doutrinário e dos festejos. Alguém pode mostrar na Bíblia uma festa com música, gritaria, danças, coreografia, palmas e outros exageros pentecostais, na igreja primitiva?].

Nesse contexto, não havia falsas religiões nem ministros liberais envolvidos com os crentes. Hoje em dia, os crentes pentecostais e os membros das ADs se aliam em jugo desigual com os incrédulos e as falsas religiões, a fim de promoverem a paz mundial e o Ecumenismo, para o fortalecimento da igreja (mundial). [Mil vezes vou preferir ser uma "peste e promotora de encrencas" em favor da verdade do que uma pacificadora, que promove o erro doutrinário, o qual está corroendo a fé cristã bíblica]. A Igreja de Corinto foi o protótipo das igrejas ADs, das pentecostais em geral e de outras denominações desviadas da Bíblia, que existem aos montes, nos dias de hoje. [N.T.: Já passou o tempo em que se podia confiar na denominação batista, por exemplo. Hoje, ela se fragmentou em tantas igrejas "avivadas", copiando os erros das ADs, que não sabemos mais onde congregar.] As igrejas festeiras, com os seus conjuntos musicais, o falar em línguas, os sinais e maravilhas da cura espiritual são todas filhas das ADs. É lamentável que a Igreja do Senhor Jesus Cristo tenha se deteriorado, transformando-se em centros de entretenimento, com o objetivo precípuo de atrair membros. Elas tentam espetacularizar o Cristianismo e por isso se tornam populares, oferecendo alegria carnal aos seus frequentadores.

Os crentes carnais da Igreja de Corinto tentavam reproduzir o dom de línguas do Pentecoste; embora, sem a menor condição espiritual de fazê-lo. Do que eles precisavam, e do que os pentecostais de hoje precisam é de um reavivamento que pregue confissão de pecados, arrependimento e humilhação diante da Santidade Divina. Na 1 Coríntios 3:1, lemos que eles eram crentes carnais e muito divididos, cada um alegando ser de um apóstolo ou de um discípulo especial de Cristo (1 Coríntios 1:12).

Eles até processavam judicialmente uns aos outros, comiam carnes sacrificadas aos ídolos, permitiam adultério dentro da igreja [N.T.: e outras "cositas" mais. Só não faziam comerciais de camisetas e CDs durante os cultos, porque estes ainda não existiam. Mas, hoje, os "filhos" das ADs adoram fazê-lo]. Não é surpresa que depois de tantos desvios doutrinários, os coríntios quisessem falar em línguas. Não temo afirmar que o falar em línguas desses crentes das ADs e de outros pentecostais não é de Deus, mas de outra fonte, talvez psicológica ou demoníaca.

Cultos de Cura pela Fé

O poder de Deus não se encontra ao nosso dispor para entreter as massas e conseguir dinheiro fácil. Morris Cerullo é uma prova do que estou dizendo. Ele é uma fraude, não um ministro de Deus. Quem pode acreditar que Deus permita que o Seu poder seja usado e abusado por um bando de ministros corruptos, para obterem dinheiro fácil? Quem gosta de enganar os homens é o "deus deste século". Existe, realmente, um espírito operando por trás desses ministros pentecostais, mas um espírito satânico, como no caso de William Branham, Kathryn Kuhlman, Aimée McPherson e outros famosos curandeiros da fé, já falecidos, os quais seguiram para o seu próprio lugar. Eles continuam iludindo as massas, através dos seus seguidores e um destes é o famigerado herege Benny Hinn. Em Tiago 5:15, a Bíblia ensina que "a oração da fé salvará o doente". Mas não ensina a petição de dinheiro. Além disso, quem pode garantir que as "curas" efetuadas por esses trambiqueiros da fé possam durar muito tempo? E por que eles nunca recolocam a mão (ou a perna) que falta a alguém? Isto sim, é que seria um belo milagre!!!

A Bíblia ensina a cura dos enfermos, mas não que todos sejam curados. O objetivo da Bíblia é ensinar que Cristo morreu na cruz por nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. Que devemos nos convencer de que somos pecadores perdidos em nossos delitos e que necessitamos de arrependimento e fé - exclusivamente em Cristo - para sermos salvos. Ficar doente e morrer é uma coisa certa. Ninguém pode escapar destes dois destinos humanos. Mesmo que Deus atenda e cure um enfermo, através da oração sincera de um crente, esse enfermo não escapará da morte. Ela virá bater à porta de todos nós, e feliz de quem tiver nascido de novo; pois, na hora de sua chegada, estará com Cristo, o que, sem dúvida, será muito melhor..."

Mary Schultze
Dados colhidos na segunda parte do artigo de David J. Stewart - "Assemblies of God [and Pentecostal] Heresies".

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Fique longe dessa Cabana




Recentemente, as vendas do livro A Cabana aproximaram-se de [sete] milhões de cópias. Já se fala em transformar o livro em filme. Mas, enquanto o romance quebra os recordes de vendas, ele também rompe a compreensão tradicional de Deus e da teologia cristã. E é aí que está o tropeço. Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?

Quem é o autor? William P. Young [Paul], um homem que conheço há mais de uma década. Cerca de quatro anos atrás, Paul abraçou o "Universalismo Cristão" e vem defendendo essa visão em várias ocasiões. Embora freqüentemente rejeite o "universalismo geral", a idéia de que muitos caminhos levam a Deus, ele tem afirmado sua esperança de que todos serão reconciliados com Deus, seja deste lado da morte, ou após a morte. O Universalismo Cristão (também conhecido como a Reconciliação Universal) afirma que o amor é o atributo supremo de Deus, que supera todos os outros. Seu amor vai além da sepultura para salvar todos aqueles que recusaram a Cristo durante o tempo em que viveram. Conforme essa idéia, mesmo os anjos caídos, e o próprio Diabo, um dia se arrependerão, serão libertos do inferno e entrarão no céu. Não pode ser deixado no universo nenhum ser a quem o amor de Deus não venha a conquistar; daí as palavras: reconciliação universal.

Muitos têm apontado erros teológicos que acharam no livro. Eles encontram falhas na visão de Young sobre a revelação e sobre a Bíblia, sua apresentação de Deus, do Espírito Santo, da morte de Jesus e do significado da reconciliação, além da subversão de instituições que Deus ordenou, tais como o governo e a igreja local. Mas a linha comum que amarra todos esses erros é o Universalismo Cristão. Um estudo sobre a história da Reconciliação Universal, que remonta ao século III, mostra que todos esses desvios doutrinários, inclusive a oposição à igreja local, são características do Universalismo. Nos tempos modernos, ele tem enfraquecido a fé evangélica na Europa e na América. Juntou-se ao Unitarianismo para formarem a Igreja Unitariana-Universalista.

Ao comparar os credos do Universalismo com uma leitura cuidadosa de A Cabana, descobre-se quão profundamente ele está entranhado nesse livro. Eis aqui algumas evidências resumidas:

1) O credo universalista de 1899 afirmava que "existe um Deus cuja natureza é o amor". Young diz que Deus "não pode agir independentemente do amor" (p. 102),[1] e que Deus tem sempre o propósito de expressar Seu amor em tudo o que faz (p. 191).

2) Não existe punição eterna para o pecado. O credo de 1899 novamente afirma que Deus "finalmente restaurará toda a família humana à santidade e à alegria". Semelhantemente, Young nega que "Papai" (nome dado pelo personagem a Deus, o Pai) "derrama ira e lança as pessoas" no inferno. Deus não pune por causa do pecado; é a alegria dEle "curar o pecado" (p. 120). Papai "redime" o julgamento final (p. 127). Deus não "condenará a maioria a uma eternidade de tormento, distante de Sua presença e separada de Seu amor" (p. 162).

3) Há uma representação incompleta da enormidade do pecado e do mal. Satanás, como o grande enganador e instigador da tentação ao pecado, deixa de ser mencionado na discussão de Young sobre a queda (pp. 134-37).

4) Existe uma subjugação da justiça de Deus a seu amor - um princípio central ao Universalismo. O credo de 1878 afirma que o atributo da justiça de Deus "nasce do amor e é limitado pelo amor". Young afirma que Deus escolheu "o caminho da cruz onde a misericórdia triunfa sobre a justiça por causa do amor", e que esta maneira é melhor do que se Deus tivesse que exercer justiça (pp. 164-65).

5) Existe um erro grave na maneira como Young retrata a Trindade. Ele afirma que toda a Trindade encarnou como o Filho de Deus, e que a Trindade toda foi crucificada (p. 99). Ambos, Jesus e Papai (Deus) levam as marcas da crucificação em suas mãos (contrariamente a Isaías 53.4-10). O erro de Young leva ao modalismo, ou seja, que Deus é único e às vezes assume as diferentes modalidades de Pai, Filho e Espírito Santo, uma heresia condenada pela igreja primitiva. Young também faz de Deus uma deusa; além disso, ele quebra o Segundo Mandamento ao dar a Deus, o Pai, a imagem de uma pessoa.

6) A reconciliação é efetiva para todos sem necessidade de exercerem a fé. Papai afirma que ele está reconciliado com o mundo todo, não apenas com aqueles que crêem (p. 192). Os credos do Universalismo, tanto o de 1878 quanto o de 1899, nunca mencionaram a fé.

7) Não existe um julgamento futuro. Deus nunca imporá Sua vontade sobre as pessoas, mesmo em Sua capacidade de julgar, pois isso seria contrário ao amor (p. 145). Deus se submete aos humanos e os humanos se submetem a Deus em um "círculo de relacionamentos".

8) Todos são igualmente filhos de Deus e igualmente amados por ele (pp. 155-56). Numa futura revolução de "amor e bondade", todas as pessoas, por causa do amor, confessarão a Jesus como Senhor (p. 248).

9) A instituição da Igreja é rejeitada como sendo diabólica. Jesus afirma que Ele "nunca criou e nunca criará" instituições (p. 178). As igrejas evangélicas são um obstáculo ao universalismo.

10) Finalmente, a Bíblia não é levada em consideração nesse romance. É um livro sobre culpa e não sobre esperança, encorajamento e revelação.

Logo no início desta resenha, fiz uma pergunta: "Será que um trabalho de ficção precisa ser doutrinariamente correto?" Neste caso a resposta é sim, pois Young é deliberadamente teológico. A ficção serve à teologia, e não vice-versa. Outra pergunta é: "Os pontos positivos do romance não superam os pontos negativos?" Novamente, se alguém usar a impureza doutrinária para ensinar como ser restaurado a Deus, o resultado final é que a pessoa não é restaurada da maneira bíblica ao Deus da Bíblia. Finalmente, pode-se perguntar: "Esse livro não poderia lançar os fundamentos para a busca de um relacionamento crescente com Deus com base na Bíblia?" Certamente, isso é possível. Mas, tendo em vista os erros, o potencial para o descaminho é tão grande quanto o potencial para o crescimento. Young não apresenta nenhuma orientação com relação ao crescimento espiritual. Ele não leva em consideração nem a Bíblia, nem a igreja institucional com suas ordenanças. Se alguém encontrar um relacionamento mais profundo com Deus que reflita a fidelidade bíblica, será a despeito de A Cabana e não por causa dela.

The Berean Call

(As páginas citadas são as da edição original em inglês.)
Publicado em www.chamada.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Faça-se tudo com decência e ordem

Falando como Jesus disse a Satanás na tentação no deserto, está escrito!

Sim, está escrito na Bíblia, a antiga e maravilhosa Palavra de Deus escrita, que tudo no culto deve ser feito com decência e ordem. Está escrito no Novo Testamento apesar de tantos dizerem que depois de Cristo não há qualquer referência à prática de culto.

Mas parece que isto não importa a muitos "crentes", membros de igrejas batistas, nem a muitos pastores que se importam mais em satisfazer as próprias tendências carnais do que os preceitos daquEle a quem deveria ser dedicado o culto. "Crentes" desejam a euforia carnal, a sensualidade, o prazer orgíaco e pastores desejam satisfazer o rebanho que se metamorfoseia de ovelhas para bodes, de adoradores de Deus para adoradores da carne, tudo em nome do sucesso e do lucro pessoal. Não se pode desagradar os jovens; é melhor que eles dancem na igreja do que no mundo. Só falta dizerem "é melhor que se prostituam na igreja do que no mundo"; "é melhor que se droguem na igreja do que no mundo"; "é melhor que se percam na igreja do que no mundo". Como se igreja fosse um mero espaço de dança, ou como se igreja fosse um lugar para reunião agradável de jovens carnais.

Quem não faz tudo com decência e ordem no corpo de Cristo (sim, precisamos nos lembrar que a Igreja é o corpo de Cristo) é carnal. Tão carnal como eram os crentes da igreja de Corinto (veja 1Coríntios 3:1). Hoje criticamos o falar em línguas estranhas nos cultos da igreja, mas toleramos, incentivamos e abrimos espaço para a carnalidade da dança na igreja. Os que falam línguas são meninos, brincam de falar o que não sabem; os que dançam são carnais e já estão chegando à imoralidade.

Fui examinar o texto encontrado em 1Co 14.40. É muito mais do que parece. A palavra traduzida por "decência" significa apropriadamente, bem formado, gracioso, agradável, de condução conveniente em palavra ou comportamento; e a palavra "ordem" significa, neste caso, algo que é colocado ou está estabelecido em uma condição ordenada.

É a carne que luta contra o Espírito Santo e o Espírito Santo luta contra a carne. É o palco da luta espiritual enquanto estamos no mundo, na nossa caminhada para a realidade celestial. A carnalidade praticada é a manifestação de que o pecado está ganhando terreno, de que Satanás está levando vantagem. A falta de decência é manifestação de carnalidade, de perda de domínio próprio, de que se está dando lugar ao diabo ao invés de se dar lugar ao Espírito Santo.

Como venceremos isto? Com a Palavra de Deus, vivendo e declarando para o inimigo o que está escrito.

Pr Dinelcir de Souza Lima

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sábado, 5 de setembro de 2009

A importância da doutrina certa na igreja

"Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça" (João 7:16-18).

Esse assunto é tão importante para uns como repugnante para outros. Existem comentários, divergências e muita polêmica. Antes de comentar o assunto, faço uma pergunta: O que diremos da Bíblia? Não é porventura um livro de doutrinas corretas?

Mas, divergentes dizem: "Gosto da igreja, mas não da doutrina!". Polêmicos articulam: "Gosto da doutrina, mas não suporto algumas pessoas daquela igreja!". Frequentadores que só buscam entretenimentos argumentam: "Não importa a doutrina, mas devemos ficar onde nos sentimos bem!". Eu, porém, vos digo que essas são mensagens diabólicas contra a verdadeira doutrina ensinada por Jesus.

Muitos que se dizem salvos e que se autodenominam crentes têm-se mostrado inimigos não só das doutrinas, como também da Bíblia. A cada dia essas pessoas tentam extinguir as doutrinas bíblicas verdadeiras. Preferem lotar as igrejas de falsas doutrinas, esconderem-se atrás dos pecados e aludir suas ideologias, ao invés dos seus líderes cegos pregarem e ensinarem as doutrinas corretas da Palavra de Deus.

Afinal, a quais doutrinas estamos nos referindo? Estamos falando das doutrinas bíblicas ensinadas pelo Senhor Jesus, por exemplo: o Batismo bíblico, a Ceia do Senhor ultrarrestrita, a Doutrina da Igreja, a Autoridade, a Eleição ou Predestinação, os Dízimos, os Oficiais, a Autenticidade da Bíblia, a Justificação, entre tantas outras.

Como existem igrejas irregulares por desconhecerem as doutrinas bíblicas! O mundo está cheio delas! E isso tem aumentado a cada dia. Há centenas de evangélicos que têm ojeriza, verdadeira repulsa pela palavra "doutrina". Não gostam da doutrina de Jesus, mas amam as doutrinas de Satanás e adoram as doutrinas dos fariseus.

Jesus nos alertou a respeito das falsas doutrinas em Mateus 16:12: "Então compreenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus". Como diz a Bíblia, quando Jesus falou do fermento, referia-se à doutrina errada dos fariseus.

Como tem igrejas e Pastores que fazem a festa com esse fermento, que usam desse fermento podre para inchar suas igrejas, satisfazendo aos seus egos! Depois usam a famosa frase: "Mas isso não tem nada a ver!" Já ouvi crentes dizerem: "Essa igreja só fala em doutrina!": Todavia, sem a doutrina verdadeira, muitos crentes continuariam como meninos, sempre precisando de leite e não do alimento sólido, como acontece com os crentes adultos, aqueles que defendem a Palavra Fiel e lutam para preservar a verdade bíblica.

Não é recente esse ódio pela doutrina do Senhor Jesus Cristo. Por defendê-la, milhares de Batistas morreram, é só ler o livro "Rasto de Sangue" do Dr. Carrol. O problema é que muitos Batistas nem conhecem a própria história.

É uma pena ver muitos que eram Batistas abraçarem também o fermento dos fariseus e não estarem mais fiéis. Amaram a doutrina de Balaão e reverenciaram a doutrina dos Nicolaítas.

A Bíblia relata o ódio dos fariseus pela doutrina de Jesus: "E, trazendo-os, os apresentaram ao conselho. E o sumo sacerdote os interrogou, Dizendo: Não vos admoestamos nós expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina, e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem" (Atos 5:27-28).

Não é diferente dos nossos dias. Igrejas, Pastores e principalmente a maioria dos renovados até dizem que pregar doutrina afasta as pessoas, não sabendo eles que pregar a doutrina certa fortifica o povo de Deus. Quer ter na igreja um povo forte e sábio? Pregue a doutrina bíblica verdadeira, fazendo, assim, a vontade do Senhor Jesus Cristo, conforme a ordem dada em Mateus 28:20: "Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos, Amém".

Para muitos, a doutrina certa é nova e estranha. Foi assim quando Paulo estava em Atenas no areópago sendo interrogado a respeito da doutrina que pregava. Como os atenienses, muitos só estão interessados em novidades, por isso lhes é estranho, porque as novidades acabam deixando para trás as doutrinas bíblicas verdadeiras. Em Atos 17:19-21 lemos: "E tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas? Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos; queremos, pois, saber o que vem a ser isto. (Pois todos os atenienses e estrangeiros residentes, de nenhuma outra coisa se ocupavam, senão de dizer e ouvir alguma novidade)".

Infelizmente é o que muitos procuram: novidades. Onde tem novidade, é ali que muitos ficam. Isso mostra como a novidade de satanás só impedem que a doutrina certa se estabeleça, porque não é pregada.

Entretanto, quando se está seguro da verdade e pregam-se as doutrinas bíblicas com fidelidade, a dúvida não impera, ao contrário, fica cada vez mais fácil ensinar a Bíblia; não se questiona, mas se aceita a vontade do Deus Soberano, entendendo que as Escrituras não foram feitas pela vontade de homem algum, mas inspirada pelo Espírito Santo de Deus.

Baseado nisso, concordamos plenamente com as Escrituras em Romanos 16:17-18: "E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples". Quando Paulo alerta que devemos notar os que promovem dissensões contra a doutrina que aprendemos e que devemos nos desviar deles, é porque a coisa é séria, não é brincadeira!

Embora muitos continuem criando novidades e enganando aos simples, não devemos ter comunhão com eles, porque a Bíblia é clara: "os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo", como bem disse Paulo.

Mas há quem diga: "Vamos perder um amigo só por causa de uma doutrina?". Indago: "Devemos sacrificar e abandonar as doutrinas do Senhor Jesus Cristo em prol de uma simples amizade, só porque tenho que ter um amigo a mais no meu ciclo de amizades? Deus merece essa desconsideração?". Claro que não! O amigo Jesus vale mais do que as amizades do mundo!

A Bíblia nos ensina a fugir das falsas doutrinas e a evitar a entrada delas em nossas igrejas. O problema é que a maioria das pessoas não está ligando muito para isso, está mais preocupada com outras coisas que despertem o interesse das multidões e lotem as igrejas. Vale mais para esse tipo de gente a questão pecuniária [dinheiro] do que os preceitos fiéis e verdadeiros de Jesus. Dizem que só pregar doutrina vai fazer o povo dormir e não ter nenhum interesse pelo assunto, eles preferem ser levados por ventos de doutrinas a obedecer às ordens do Mestre Jesus. Todavia a Bíblia ensina, em Efésios 4:14, quão importante é aprender a doutrina pura e fiel: "Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente". Muitos impostores estão mais do que satisfeitos por terem "capturado" vários que se dizem crentes e acreditaram em suas filosofias e vãs sutilezas, os quais estão enganados, achando que têm agradado ao Senhor Jesus Cristo, quando, na verdade, estão sujeitos a doutrinas humanas.

Gostaria de concluir o assunto citando Colossenses 2:8: "Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo". Amém!

João Batista da Rocha Pereira
O Batista Pioneiro - Ano IV - Nº 15 - Jan/Fev/Mar - MMIX

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domingo, 23 de agosto de 2009

Idiotices que já ouvi de um pentecostal

Durante os meus 30 anos de caminhada cristã, já ouvi e vi [ninguém me contou] muitas asneiras de pastores, pastoras, bispos, apóstolos e outros pentecostais "cheio dos dons". Abaixo transcrevo algumas destas "pérolas pentecas", que seriam cômicas se não fossem trágicas.

1) Esta recebi por e-mail: No aborto, o sangue é derramado dentro do corpo da mulher.  Nesse caso o corpo da mulher torna-se um solo contaminado e infestado por espíritos malignos. Muitas enfermidades e maldições se instalam: esterilidade, abortos involuntários, problemas menstruais crônicos, tumores, dores e enfermidades constantes e anormais em órgãos do aparelho reprodutor. Talvez isto choque a você, porém este é o meu objetivo, um útero que aborta fica sujeito a podridão e destruição de espíritos malignos que atuam como vermes, isto pode afetar futuras gestações onde filhos estarão sendo formados no local de assassinato e no tumulo do próprio irmão ou irmã [sic];

2) Ouvi de um "pastor" durante uma "pregação": Eva teve relação sexual com Adão e logo depois com a serpente, engravidando de ambos, gerando Abel de Adão e Caim da serpente [sic];

3) Ouvi de um "pastor" durante um programa "evangélico": Não podemos ser como Davi, pois ele foi "o segundo" no coração de Deus. Nós devemos ser "o primeiro [sic]"

4) Ouvi de um "pastor" durante uma "pregação": As mulheres não podem fazer cesariana e nem tomar algum tipo de anestesia durante o parto, pois a Bíblia diz que com dor terás filhos [sic] (Gn 3.16);

5) Ouvi de um famoso "missionário sem graça" durante um "culto televisivo", se referindo a um grande desastre aeronáutico ocorrido no Brasil: Se tivesse um justo lá dentro, o avião não teria caído [sic];

6) Está saiu da boca de um "teólogo": A volta de Jesus acontece quando a pessoa morre. Quando alguém morre, Jesus já voltou para ela [sic];

7) Ouvi de um "pastor" da "igreja" de um famoso "missionário sem graça": Se você deixar de ouvir o que estou lhe dizendo é como deixar de ouvir o próprio Deus [sic];

8) Ouvi de um "pastor" visitante que foi chamado para "dar uma palavra" durante o culto: Crente é que nem mola: o diabo pisa, pisa, mas o crente pula de volta [sic];

9) Ouvi de um "obreiro" que foi convidado para "cantar um corinho": Lá no monte Horebe, assava sardinha [sic] (Ex 3.2);

10) Ouvi de um tal "pastor Miranda": A televisão é invenção do diabo, tem até chifres (as antenas) [sic];

As baboseiras não acabam aqui, mas a minha paciência sim!

J. D. Berean

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sábado, 8 de agosto de 2009

Acheguemo-nos somente através de Cristo para louvar a Deus

"Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, ..." (Hb 10:19-22)

Por quantas vezes você em um determinado momento do culto dominical, já ouviu o liturgista convidar para vir à frente o "grupo de Louvor"? Geralmente com uma frase semelhante a essa: "Agora vamos passar para o período de louvor com o ministério de louvor." Segue-se então um pedido do mesmo para que um irmão ore pelo determinado grupo, e a oração que se segue costumeiramente mantém-se nestas palavras: "Senhor, pedimos que o Senhor abençoe os irmãos do ministério de louvor,ungindo seus lábios e mãos, para que o louvor ministrado por eles seja perfeito..., que eles sejam humildes, e faça-se tudo para sua glória e que não aja discórdia entre eles..., amém.". Então começam a tocar instrumentos e cantarem cânticos dos mais variados ritimos e estilos, com letras tão profundas quanto uma poça d´agua. Isto é o que chamam de período de louvor da igreja em um culto dominical.

Quanta meninice na fé! Algo que tem sido tão comum semana após semana em nossas igrejas, expressa na pratica a completa falta de discernimento da igreja contemporânea.

Vejamos brevemente alguns pontos:

Primeiramente, quando a igreja se reúne para um culto solene, não existe um período de louvor, todo o serviço realizado neste momento é uma expressão de louvor ao Senhor, desde a saudação até o amém final, sejam cânticos, sejam orações, seja a pregação, seja testemunhos, tudo é louvor, caso não o seja, então o que esta sendo realizado não é culto solene ao Senhor. Não é possível fragmentar um culto.

Um outro detalhe dentro desse mesmo contexto de fazer separação entre as cosias durante o culto é a distinção que se faz entre os membros "comuns" da igreja e um grupo em especial. Somos um corpo, sendo um corpo, somos um! Não existe um grupo ou equipe de louvor! Existe sim um corpo expressando louvor! Todos os crentes presentes pertencem, formam "o grupo de louvor", que está reunido para expressar esse louvor através de cânticos, orações, pregação da Palavra e testemunhos. Não estamos mais no contexto das Doze Tribos de Israel, onde os levitas tinham a função de ministrar na casa do Senhor, (Dt. 10:8-9), a idéia que certos músicos são "levitas" é infundada, por acaso nasceram estes na da tribo de Levi? Isso é impossível visto que as tribos foram dispersas e nem Judeus eles são, são gentios enxertados e o que é pior, grande parte é apenas um crente nominal.

Outro fato é que a criação de tal ministério de musica não tem base Bíblica, aonde é que na lista dos ministérios dados a Igreja (Ef. 4:11), ou em qualquer outra parte do Novo Testamento encontramos tal ministério de musica, ou tantos outros "ministérios" que são criados por causa do ativismo religioso, (Mt. 7:22).

Outra verdade que precisa ser lembrada é que não precisamos de "intermediários" cantando por nós ou nos dirigindo como igreja em louvor ao Senhor, quem nos dirige ao trono da Graça é o Senhor Jesus, (Jo.14:6), não um grupo de cantores ou instrumentistas. Essa idéia de que os chamados "ministros de louvor" conduzem à igreja a adoração é uma blasfêmia, pois a igreja é conduzida pelo próprio Senhor Jesus (Hb. 10:19-20) e pelo Espírito Santo, (Jo. 16:13), não por pessoas intrometidas, isso é coisa do catolicismo romano, daqueles que precisam de intermediários, nós cremos no livre acesso que temos pelo sangue de Cristo e na eficiência do Espírito Santo em nos conduzir plenamente.

Embora não sejam imprescindíveis, pois nosso maior instrumento de louvor são os lábios e uma vida santa, é bom ter músicos na igreja, músicos comprometidos com a verdade e cheios do temor do Senhor, para auxiliar toda a congregação a entoar canticos com o acompanhamento instrumental reverente, mas não precisamos de um grupo "especial" separados do restante, não precisamos dos "ungidos" com o óleo da carnalidade, dirigindo-nos a cantar, imitando as apresentações de cantores seculares com palmas e remelexos, dando show diante da congregação. Esses chamados "grupos de louvor" exaltam pessoas, exaltam a carnalidade e o orgulho dos indivíduos. Numa congregação onde todos cantem em "pé de igualdade" não haveria os problemas que estas "estrelas" criam e ainda saem a dizer por ai: "somos perseguidos pelo inimigo, porque somos músicos, assim como ele fazia, ministramos ao Senhor". Quanta infantilidade na fé, pois na verdade são os principais geradores de problemas dentro das igrejas, não é verdade? Na sua igreja não são eles que sempre estão envolvidos em situações de problemas, fofocas e intrigas?

Mas para a maioria nada disso que foi colocado brevemente neste artigo é relevante, visto que um grupo desses é indispensável nas igrejas de hoje, pois uma musica vibrante que imita os shows seculares e suas performances é muito necessário para o entretenimento dos presentes e atrair a "galera jovem". Alias um "bom ministério de louvor" é um dos elementos de propagandas das igrejas pragmáticas, voltadas ao crescimento a qualquer custo, nestas igrejas tal grupo esta acima da pregação da Palavra, ou você nunca ouviu alguém falar: "Vá lá à minha igreja, pois lá tem um grupo de louvor abençoado", ao invés de se disser que lá a Palavra de Deus é pregada fielmente. Sei que falar deste tema sob esta perspectiva, nos dias atuais é remar contra a maré, pois até mesmo igrejas históricas, ortodoxas e conservadoras têm sido influenciadas pelo modismo dos grupos do "ministério de louvor", mas convido você a investir um tempo estudando o assunto, rogando ao Senhor para que lhe dê clareza e submissão a Sua Palavra para encarar este assunto tão delicado e latente no seio das nossas igrejas. Amém.

Em Cristo, que nos fortalece

Gilberto Sampaio

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Erros imperdoáveis do Apóstolo Paulo!

Percebemos muitos erros e citaremos alguns poucos por enquanto. Muitos outros podem ser encontrados se pegarmos a Bíblia para conferir o que ele escreveu.

O Apóstolo errou feio quando não orientou corretamente em suas cartas sobre o melhor desempenho do grupo de coreografia, quais os momentos e onde poderiam atuar e quantas pessoas poderiam participar do grupo! E o Apóstolo que mais escreveu e orientou a Igreja jamais poderia ter sido relapso com esse assunto importantíssimo!

Ele escreveu tantas outras coisas sem tamanha importância, ou pelo menos que algumas igrejas não consideram importantes, ocupando as páginas da Bíblia com essas coisas, quando poderia ter gasto melhor o seu tempo com essas orientações. Ficou perdendo o tempo dele e o nosso com bobagens qual a valorização de um Evangelho, dizendo que é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, considerando que não temos mais nenhuma preocupação tola com esse assunto sobre salvação ou perdição, porque isso não faz mais parte dos nossos propósitos atuais porque o que queremos é o aumento dos membros e das finanças.

Além do mais, quem é que está se importando com esse assunto? Ele até nos atrapalha, porque ninguém mais quer ser confrontado com o pecado e suas conseqüências. E esse tipo de coisa, falar sobre pecado, constrange e acaba afastando as pessoas de dentro das igrejas. E sem elas não conseguiremos executar os nossos planos e atingir as nossas metas de crescimento.

Errou ao não evidenciar e orientar sobre o "ministério profético de dança" e suas funções! E sem esse ministério importantíssimo, como é que poderíamos atrair as pessoas para os "shows gospel" proporcionando as vendas de Cds, camisas, bonés, fitas adesivas e outras quinquilharias? Está nessa falta de orientação uma prova da falta de capacidade de avaliação e fé para com a igreja do futuro. Ele não foi capaz de projetar isso para aquelas igrejas.

Errou ainda por evidenciar a possibilidade de alguém pregar outro evangelho! Esse erro é considerado hoje com um dos mais grotescos do Apóstolo Paulo. Como os espertalhões farão para enganar os desatentos ou aqueles que desejam as práticas carnais participando de uma igreja, se não for com um evangelho falso, com fábulas, visões e outras coisas que cativem as pessoas?

Também errou ao cantar um hino, ao invés de cantar uma coisa qualquer que servisse para sacudir os ossos e animar a galera na hora do "momento de louvor". Perdeu o seu tempo enquanto poderia deixar algo para os jovens, além de orientar mal os jovens, impedindo-os de aproveitar a sua sexualidade, normal entre os jovens. Disse um monte de bobagens sem entender nada sobre psicologia e necessidades natas do ser humano.

Parece que faltou visão ao Apóstolo Paulo para que visse além do seu tempo! Além das suas convicções pessoais e que deixasse de ser presunçoso, com uma mente fechada e retrógrada!

O cara (Apóstolo Paulo) não orientou direito ao Timóteo para que ele fizesse um projeto de crescimento da igreja para que alcançasse os dez mil membros. Que animasse as mulheres para que assumissem o pastorado de uma igreja e que deixassem os gregos praticarem seus costumes de ensinar os meninos, recebendo deles o pagamento que estavam acostumados a receber como mestres, que era o "carinho" dos meninos.

E o que tinha esse Paulo com a vida sexual do camarada que dormia com a sua madrasta? Preconceituoso demais ele foi meter-se numa situação que não tem nada a ver com a igreja por ser um problema do lar e do pai com a madrasta. Ele queria se meter em tudo.

Convencido e inconveniente esse que se dizia ser Apóstolo!

E nem era tanta coisa assim porque não conseguia nem prosperar. Não tinha nem uma carruagem e quando não conseguia algumas esmolas tinha de trabalhar.

Já naquela época ele era deixado de lado. Por que iríamos dar crédito ao que ele escreveu? Só porque está na Bíblia?

Qualquer um poderia escrever e arrumar um jeito de fazer constar na Bíblia naquela época. E ele escreveu umas cartinhas medíocres para amedrontar algumas igrejas e aqueles que não conheciam o poder da mente e a força do pensamento positivo, coitados!

E aquelas igrejinhas (talvez já cantassem felizes "somos um pequeno povo mui feliz...") sem saber dos excelentes métodos de crescimento de igrejas, pobres gentes infelizes, ficavam esperando que as pessoas aparecessem do nada, apenas com o testemunho ridículo quando eram jogados às feras ou queimadas vivas.

Para que tanto sacrifício se poderiam viver muito mais tranqüilas e crescerem através de uma boa estratégia de marketing e tomando posse do que era deles porque eram príncipes e princesas, cabeças e jamais caudas?!

Talvez seja por isso que alguns se dizem e são considerados apóstolos em algumas igrejas enormes; para corrigir tamanho equívoco provocado pela displicência do Apóstolo Paulo. Consideram, por certo, que o tal Apóstolo verdadeiramente caiu do cavalo pouco antes de morrer porque estava tonto com tantas exortações sem sentido.

Ainda há muitos erros que podem ser apontados por aqueles que querem acabar com a Igreja e serem usados pelo inimigo da Igreja para que a Igreja deixe de cumprir o propósito pelo qual existe.

Se a liderança da Igreja que você é membro está pensando assim é hora de agir e mostrar o erro enquanto é tempo. Reúna-se com outros membros para conversar e agir, senão vocês experimentarão o que significa "uma abismo chama outro abismo!"

Diácono Henri

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sábado, 18 de julho de 2009

Pentecostais Anti-pentecostalismo?

Pentecostais, principalmente os assembleianos, criticando na TV, na rádio, em artigos ou mesmo nos púlpitos, bizarrices como os famigerados "cair no espírito" e "unção do riso", dizendo que estas "manifestações" são coisas de neopentecostais, é ridículo e até cômico. Não vou aqui me ater às refutações bíblicas destes fenômenos demoníacos, pois quero apenas mostrar a insensatez que é um pentecostal criticar tudo isto.

Alguns querem dividir o movimento pentecostal no Brasil em três ondas. Estas divisões em "ondas" são usadas por alguns para separar, como dizem eles, o "joio" do "trigo", mas na verdade são todos farinha do mesmo saco.

1ª onda - Pentecostalismo Clássico: O Pentecostalismo chegou ao Brasil em 1910, com a vinda de Louis Francescon, que atuou em colônias italianas no Sul e Sudeste do Brasil (originando a "congregação cristã no brasil" em Santo Antônio da Platina - Paraná). Em 1911 Daniel Berg e Gunnar Vingren que atuaram no Pará e Nordeste (dando origem a "assembleia de deus"). Ambos disseram ter recebido uma "revelação" para irem até o Brasil e fundar uma nova "igreja", detalhe comum em todas as seitas, como as testemunhas de jeová e os mórmons, por exemplo. Estas denominações são as mães dos pentecostais. Fato interessante é que uma acusa a outra de ser uma seita, porém ambas possuem uma doutrina herética bem parecida, diferindo mais nos usos e costumes pois tiveram a mesma origem e matriz pentecostal ao receberem as "novas doutrinas" na "missão de fé apostólica" conduzida por William H. Durham (dissidente de Charles Fox Parham por questões étnicas). A divisão [palavra normal no meio pentecostal] entre Franscescon e Berg se deu devido ao costume dos elementos da "santa ceia", pois o primeiro queria celebra-la com vinho puro (fermentado) e o outro não. A ênfase é em línguas, curas, usos e costumes e "manifestações" do "espírito".

2ª onda - Dêuteropentecostalismo: A segunda onda pentecostal ocorre nos anos 50 e início de 60, com aquilo que é normal no pentecostalismo: divisões. Três grandes igrejas (em meio a dezenas de menores) surgem ao se separarem das duas principais: "igreja do evangelho quadrangular", fundada por Aimee Semple McPherson (também pupila de William H. Durham) e trazida para o Brasil por Harold Williams (1953); o "brasil para cristo", fundada por Manoel de Melo (1955); e "deus é amor", fundada por Davi Miranda (1962). O início se deu em São Paulo. A ênfase é em curas e no radicalismo, proibindo televisão, rádio, uso de certas roupas e comidas, e as famigeradas "manifestações" do "espírito".

3ª onda - Neopentecostalismo: A terceira onda começa no final dos anos 70 e ganha força nos anos 80 e é também uma grande divisão [agora entre as igrejas da "2ª onda". Seus principais representantes são a "igreja universal do reino de deus" (1977) e a "igreja internacional da graça de deus" (1980). O início se deu no Rio de Janeiro. São liberais nas vestimentas e comidas. Podem e devem assistir TV e ouvir rádio, pois estas seitas se propagam através destes meios de comunicação. A ênfase são as curas, prosperidades, misticismos, sincretismos e "manifestações" do "espírito".

Tem aqueles que defendem [inclusive entre os "batistas"] que os pentecostais [1ª e até a 2ª onda] são salvos, e assim, nossos irmãos e que o problema está na "3ª onda" [neopentecostalismo], onde começaram a aparecer [segundo os defensores desta teoria] as bizarrices como "unção do riso", "cair no poder", "unção do garimpo", entre outras manifestações demoníacas. Porém, as doutrinas heréticas e as tais manifestações bizarras são iguais nas três ondas, e estas ocorrem desde o início do movimento.

Vejamos:

a) Frank Bartleman (autor do livro "A História do Avivamento Azusa") é testemunha ocular dos primeiros dias do avivamento pentecostal - que teve o racista [membro da Ku Klux Klan] Charles Fox Parham e posteriormente W. J. Seymour como líderes e fundadores da "assemblies of god" (Parham pregava a sua doutrina herética para auditórios de pessoas brancas e colocava Seymour para pregar para auditórios de pessoas negras) -, relata em seu livro algumas passagens interessantes que todo penteca deveria ler antes de sair falando o que não conhece [além de analfabetos bíblicos, desconhecem a sua própria origem histórica] e criticando práticas que dizem pertencer ao grupo da "3ª onda" - os neopentecostais - mas que sempre foram comuns entre eles desde a sua origem.

b) Uma reportagem da época fornece um retrato fidedigno de como eram os primeiros cultos pentecostais na Rua Azusa em 1906, leiamos: "(…) eles clamavam e faziam grande barulho o dia inteiro e à noite adentro. Corriam, pulava, tremiam todo o corpo, e gritavam com toda a sua voz, faziam rodas, tombavam sobre o assoalho coberto de serragem, sacudindo-se, esperneando e rolando no chão (…) Eles afirmam estar cheios do Espírito. Ele têm um caolho, analfabeto e negro como seu pregador que fica de joelho a maior parte do tempo (…) Não fala muito, mas às vezes, pode ser ouvido gritando 'Arrependei-vos!'. Então, permanece na mesma atitude de oração (…) Eles cantam repetidamente a mesma canção, "O Consolador Chegou"." (Azusa History". International Center for Spiritual Renewal. Retrieved on 2007-05-17).

c) Uma outra testemunha ocular, Emma Cotton, narrou: "eles clamaram durante três dias e três noites. As pessoas vinham de todas as partes. Perto da manhã seguinte, não havia como entrar na casa. Conta-se que algumas pessoas que conseguiam entrar em casa 'caiam sob o poder de deus' sem que houvesse alguém que as sugestionasse a isso, e toda a cidade ficou agitada. Clamaram ali até o chão da casa ceder, mas ninguém ficou ferido. Durante aqueles três dias, muitas pessoas que tinham vindo só para ver o que estava a acontecer receberam o 'batismo no espírito santo'". (Synan, Vinson (2001), The Century of the Holy Spirit: 100 years of Pentecostal and Charismatic Renewal, 1901-2001, Thomas Nelson Publishers, pp. 42-45, ISBN 0-7852-4550-2).

d) Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse: "Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas "caíram debaixo do poder de Deus"; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido". (Fire on the Earth por Eddie Hyatt).

Vejam só quantas bizarrices aconteciam em Azusa! E hoje os pentecostais querem chamar tudo isto de neopentecostalismo. Isso é uma falta de memória histórica e um contra-senso incrível.

e) No livro "Diário do Pioneiro Gunnar Vingren" o mesmo relata diversas bizarrices praticada por ele e sua igreja ("assembleia de deus"), e que hoje querem dizer que são coisas de neopentecostais. Leiamos:

Página 26: "O Espírito Santo veio de maneira poderosa, como pressão... Caímos no chão...clamávamos com voz elevada...";
Página 27: "Um irmão foi arrebatado em espírito";
Página 63: "Riam debaixo do poder";
Página 67: "Na casa da irmã Celina, começamos todos a rir";
Página 72: " 1915, duas meninas tomadas pelo Poder de Deus riam tanto que tive medo delas não aguentarem";
Página 73 "eu ri tanto debaixo do poder de Senhor, que quase perdi as forças...";
Página 75: "Enquanto eu estava orando...um homem foi levantado bem alto do chão...";
Página 77: "...o Poder de Deus veio sobre Vingren tão poderosamente que ele teve que se sentar um pouco para rir, e depois continuar a pregação";
Página 78: "O poder de Deus veio sobre mim... Eu nem podia me levantar...";
Página 79: "eu tive de rir sob o Poder de Deus e depois chorar muito...";
Página 80: "cantamos no Espírito...";
Página 84: " A unção de Deus caiu tão forte que muitos irmãos ficaram tremendo debaixo do poder de Deus";
Página 86: "eu tive que me deitar no chão...";
Página 88: "Saltei e pulei sob o Poder de Deus...";
Página 95: "Tive de deitar um pouco no sofá, pois o Poder de Deus estava muito forte sobre mim";
Página 95: "vários irmãos foram lançados no chão pelo Poder de Deus";
Página 131 "Uma moça não crente, sentiu o Poder de Deus, caiu de costas no chão clamando perdão a Deus, Jesus a Batizou com o Espírito Santo e ela falou e cantou em línguas";
Página 199 "Uma irmã começou a falar em novas línguas enquanto outros louvavam e riam muito debaixo do poder de Deus".

Nestes relatos vemos que as bizarrices tidas como práticas exclusivas dos neopentecostais ("unção do riso", "cair no poder (fanerose)", "tremer", "flutuar", "sapatinho de fogo", "gemer", "cantar e falar em línguas estranhas", "louvor extravagante", etc.) estão presentes desde o começo no movimento pentecostal.

O pentecostalismo é uma seita perigosa que tem envergonhado e escarnecido o Evangelho através de suas bizarrices e escândalos públicos. O movimento pentecostal é a apostasia prevista na Bíblia para o final dos tempos, pregando um outro evangelho [mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema - Paulo aos Gálatas 1.8]. Os sinais e prodígios apregoados por eles são a preparação do mundo para a vinda e a aceitação do anti-cristo, conforme nos foi ensinado pelo próprio Senhor Jesus Cristo [porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos - Mt 24.24] e pelo apóstolo Paulo [mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios - I Tm 4.1].

Estou cansado de "pastores" ludibriadores e oportunistas, de sensacionalismo, de "pai de santo gospel", de "unções" do tipo "dentes de ouro", "unção da bicharada" "unção do riso", de "paletos voadores", de "galinhas falando em línguas", de "pastores de lentes e chapinha", de "apóstolos mijões", de "pregadores do aborto", de "deterministas", de "rosas vermelhas", de "óleo ungido", de "orações no monte", de "fogueira santa", de "lenço com suor", de "g12", de "caçadores de deus", de "bispas" e "pastoras", de "maldições hereditárias", de "marchas para jesus", e de todas as demais sandices pentecostais.

Não importa qual a "onda" que façam parte, os pentecostais são todos farinha do mesmo saco.

J. D. Berean (compilado)

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

7 Razões para se repudiar e se separar do movimento G-12

1. Por causa da origem herética:

Esse movimento, que nada mais é do que um outro "esquema" pragmático para crescimento de igreja a qualquer custo, é chamado G-12, que significa: G: Governo 12: Grupo de 12 pessoas incluindo um líder (pessoa treinada em evangelismo e discipulado) que juntamente com os outros 11 são parte de uma "célula". Quando essa "célula" cresce e atinge 24 pessoas ela se divide e forma outra "célula."

Essa palavra "célula" e essa prática, entretanto, são totalmente estranhas às Escrituras. Se o G-12 não se encontra nas Escrituras Sagradas, de onde, então, é que tiraram essa idéia? Tudo isso teve origem na Missão Carismática [pentecostal] Internacional em Bogotá, Colômbia. Como sempre mais um método e doutrina heréticos tinham que ter como origem o movimento pentecostal. Castellanos confessa que buscou inspiração no modelo de David (nome mudado para Paul) Yonggi Cho. Sendo assim ele é um discípulo do herético Paul Yonggi Cho da Coréia do Sul, que diz ter "revelações" diretas de Deus e outras aberrações doutrinárias: Paul Yonggi Cho é ecumênico: Tem comunhão com diversos padres católicos. Paul Yonggi Cho é herético: No seu livro "Quarta Dimensão" ele diverge radicalmente da fé Cristã ortodoxa. Paul Yonggi Cho diz receber novas revelações: Isso é mentira. Paul Yonggi Cho trocou de nome, supostamente por "revelação", imitando o apóstolo Paulo: Isso é mentira. Paul Yonggi Cho prega o evangelho da prosperidade... (e a lista segue). Apenas essa ligação Castellanos - Yonggi Cho, seria suficiente para o crente lúcido rejeitar toda essa insanidade, mas vamos mais adiante e analisar outras características desse movimento herético e apóstata chamado G-12.

2. Por causa do fundador herético:

Esse cidadão chamado César Castellanos se julga o propagador mundial de uma "visão".

Refutação: Esse César Castellanos talvez não saiba, mas o Cristianismo autêntico não precisa dele. Essa "visão" é falsa e a única explicação para o espalhamento dessa insanidade pela América Latina, é o fato do terreno ter estado fértil, por décadas de poluição doutrinária causada pelo movimento pentecostal, que recebe de braços abertos qualquer novidade religiosa que se encaixe com seu misticismo carnal. Isso é exatamente o que o apóstolo Paulo descreveu sobre os pentecostais, inchados de carnalidade e orgulho, que estavam perturbando a igreja dos Colossensses (Col. 2:18). "Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão".

3. Por causa das doutrinas heréticas:

Novas revelações diabólicas (Gal. 1:8-9) "A palavra de Deus veio a César Castellanos..." Ele disse: "...escutei ao Senhor dizendo-me: 'vais reproduzir a visão que te tenho dado em doze homens, e estes devem fazê-lo com outros doze, estes por sua vez, em outros doze!' Quando Deus me mostrou esta projeção de crescimento, maravilhei-me....".

Refutação: Isso é a mais pura mentira deslavada. Será possível que os teimosos pentecostais nunca aprendem que não existem mais essas novas revelações e que tudo que Deus tinha que revelar Ele ja revelou?! Será possível que tantos néscios não enxergam que a Palavra de Deus já está encerrada em Apocalipse 22:21 e que se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa, como César Catellanos afirma acintosamente, essa pessoa vai cair no julgamento divino?! Como explicar, então, esses fenômenos carismáticos? Novas revelações não passam de 2 coisas: 1. Charlatanismo religioso (hipócritas inventam essas revelações exatamente como no Velho Testamento: Jer. 9:14; 23:16-26; Ez. 13:17); 2. Influência diabólica (Gál. 1:8-9). Em qualquer dos casos, o objetivo claro é minimizar a autoridade e suficiência das Escrituras. Nisso os pentecostais são especialistas. A história deles é repleta disso. O grande e nobre tema da Reforma Protestante, entretanto, tão negligenciado por esse heréticos atuais, permanece de pé que é: Sola Scriptura!

4. Por causa dos métodos heréticos:

4.1 O Pragmatismo: Se dá certo é bom! Essa maldição é totalmente contra as Escrituras Sagradas do começo ao fim.

4.2 As "Regressões": Brincando e manipulando com a mente humana induzindo e trazendo à memória fatos do passado, trazendo grande prejuízo psicológico para muitas pessoas que entram em profunda depressão.

4.3 O "Encontro": Retiro cercado de mistério à semelhança da diabólica maçonaria. A Bíblia proíbe categoricamente esse tipo de coisa (Jo. 18:20). Vejamos um relato do "Encontro" que vazou: "As palestras são repletas de doutrina pentecostal onde o encontreiro é incentivado a quebrar maldições, participar de regressão, liberar perdão, em alguns casos, participar das orações em que o indivíduo cai, e a ser liberto de "demônios", como nos diz um dos lideres do encontro: "até mesmo alguns de nossos lideres foram libertos de demônios". As ministrações são o grande momento do Encontro. Durante as palestras, eles mantêm uma música lenta tocando ao fundo... e no momento da regressão o 'manual' até sugere ao ministrador o tipo de música, que deve ser "orquestrada e não conter uma letra, para que a atenção não se volte para a mensagem da letra. Sugere-se usar uma música clássica lenta, suave, ou que contenha ruído de mar..." "encerramento: E por fim, antes de encerrar o 'encontro', é firmado o 'voto de compromisso', onde o ministrador é orientado a levar os encontristas a ficarem de pé e repetirem o seguinte compromisso: Eu comprometo-me a não mencionar nada do que aconteceu no 'encontro'. Terei a responsabilidade de incentivar outros a fazerem o 'encontro' e a experimentar como o 'encontro' é tremendo...".

4.4 A "cura interior": O crente quando nasce de novo já experimentou a cura interior de que precisa e não necessita de pentecostal algum, cheio de heresias e de orgulho, para ensinar-lhe nada. O andar diário com Jesus Cristo, a comunhão com O Espírito Santo que habita em todo o crente (quem não é batizado no Espírito Santo [e isto ocorre instantâneamente no momento da conversão] não é salvo) e o lavar diário pela leitura da Palavra de Deus, são mais do que suficientes para a cura interior. O crente cheio do Espírito Santo não precisa de "técnicas pentecostais" de cura interior, muito menos desse encontros. Vejamos o ensino categórico das Escrituras descartando o princípio errado dessa "cura interior" que causa grande prejuízo às pessoas, obrigando-as a remoer e a reviver pecados passados: "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim," (Filipenses 3:13) E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados. (Jeremias 31:34) Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro. (Is. 43:25).

4.5 A "Quebra de maldição": Essa doutrina pentecostal nega o poder do novo nascimento que ocorre quando o pecador se arrepende e deposita sua fé na pessoa de Jesus Cristo. Quando isso acontece, todas as maldições são imediatamente quebradas. O salvo não precisa de "exorcistas" pentecostais a ficar lhe atormentando com a idéia de que ele precisa de rituais de quebra de maldição. Isso é uma armadilha satânica para minimizar o poder do sangue de Jesus Cristo em purificar de TODO O PECADO (1Jo. 1:9). O problema dos pentecostais é que eles são analfabetos Bíblicos e desprezam a autoridades das Escrituras.

4.6 As mulheres "pastoras": O movimento do G-12 que já começou errado com Claudia Castellanos se auto intitulando "pastora" insiste na rebelião feminina que nada mais é do que o espírito de Jezabel que se apossa dessas mulheres rebeldes e que desprezam a categórica proibição Bíblica. Valnice Milhomens, a pentecostal cheia de heresias, foi uma das maiores responsáveis por trazer o G-12 ao Brasil em 1999.

4.7 A música dos demônios: A música contemporânea é usada e abusada pelo G-12. É claro, pois como pentecostais eles já estão mais do que acostumados com essa apostasia que alimenta as emoções, sentimentos e experiências as quais são, repita-se, toda a fonte de autoridade do movimento pentecostal.

4.8 A dança/coreografia: A prática da dança/coreografia também é incentivada nas igrejas que adotam o modelo do G-12. Até mesmo um tal de "xote santo" ocorreu numa "igreja" que adota o G-12. Note que não há absolutamente NADA no Novo Testamento a basear essa prática pentecostal. O que se vê é um exibicionismo doentio de mulheres sensuais e atraentes a ficar dançando no palco (sim porque o púlpito já foi colocado de lado de tão desmoralizado) com vestes imodestas a provocar a concupiscência dos homens que ficam a repetir como retardados o lema do G-12: "é tremendo...".

5. Por causa do "Encontro" herético:

Esse tal de "encontro" nada mais é do que um retiro de 3 dias, onde algumas atividades bizarras são programadas. A palavra mágica "É Tremendo..." é usada como propaganda e chavão desse retiro que pretende produzir "completo crescimento espiritual nos participantes" em um final de semana. Notemos que o G-12 é uma mera cópia do cursilho de Cristandade "Opus Dei" católico, inventado pelo padre Josemaria Escrivá em 1928. Da Espanha, o "Opus Dei" encontrou terreno fértil na Colômbia, país altamente católico, cujos "evangélicos" mal doutrinados lhe deram uma maquiagem pentecostal e transformaram-no no G-12.

6. Por causa das blasfêmias contra Deus!:

Vejamos apenas uma aberração blasfema desse movimento: "Perdoar" a Deus! No G-12, numas das supostas sessões de cura interior, se ensina que se deve "perdoar a Deus." Isso é uma blafêmia sem fim. Só precisa de perdão alguém que comete transgressão. Se Bíblia nos ensina que Deus é Puro e Santo (Is. 6:3; Hab. 1:13; Jo. 17:11, Ap. 4:8), como um pecador cheio de iniquidades pode ter a audácia e a petulância de ensinar a outro pecador que se deve perdoar a Deus? Só mesmo a heresia cega de rebeldes pode inventar isso. As técnicas psicológicas ensinadas no "manual de realização do encontro", por sua vez, são de arrepiar qualquer cristão: pelas regras do G12 , para que um indivíduo alcance a devida libertação dos traumas do passado (técnica de cura interior), é necessário que este tente visualizar o "encontro do espermatozóide do seu pai com o óvulo de sua mãe". Depois da visualização de cada etapa de vida - no útero, durante a gestação, na infância até a idade adulta -, a pessoa deve perdoar àqueles que eventualmente tenham lhe causado sofrimento, sem esquecer ninguém - nem mesmo Deus. "Eles precisam liberar perdão às pessoas envolvidas em cada fase e até mesmo a Deus", diz um trecho do manual.

7. Por causa dos resultados desastrosos:

7.1 Orgulho de quem fez o "encontro": Da mesma maneira que os "faladores de línguas", que se julgam superiores aos que não falam, os participantes desses "encontros" heréticos se julgam superiores aos outros que não participaram.

7.2 Falta de ética dos obcecados pelo G-12: O G-12 já foi motivo de diversas brigas, divisões de igrejas e várias situações de litígio em diversas denominações.

7.3 Falta de discernimento de quem recomenda o "encontro": Na reunião de liderança da CBN (a herética Convenção "batista" pentecostal) em Brasília, em 04 de abril de 2000, representantes de quase todo o Brasil chegaram a um "consenso" para EXPERIMENTAR a eficácia dos "encontros." Isso revela 2 coisas acerca dos "batistas" pentecostais: 1. Eles são incapazes de tomar decisões próprias na igreja local, mas precisam de um concílio "eclesiástico" aos moldes da igreja católica. 2. Eles não são guiados pela Palavra de Deus, mas por "consenso." Consenso na heresia continua sendo heresia. Atenção: "Igreja Batista não é pentecostal/renovada e Igreja pentecostal/renovada não é Batista; existem algumas igrejas mais ou menos pentecostais/renovadas, mas não existem igrejas mais ou menos Batistas".

Conclusão: O G-12 é heresia do começo ao fim: 1. Por causa da origem herética; 2. Por causa do fundador herético; 3. Por causa das doutrinas heréticas; 4. Por causa dos métodos heréticos; 5. Por causa do "Encontro" herético; 6. Por causa das blasfêmias contra Deus; 7. Por causa dos resultados desastrosos.

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