segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Batismo em toboágua da "bola de neve"


Já conhecia batismo por aspersão e até por ablução, agora, por "diversão" ainda não conhecia. Um total deboche com as coisas de DEUS, a começar com os trajes indecentes dos "batizando" até a algazarra de todos os presentes.

A cada dia me espanto mais com todo o tipo de blasfêmia que o pentecostalismo é capaz de produzir.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Pentecostais Hoje?

Vamos conferir:

1- A igreja de pentecostes tinha comunhão de bens. - As de hoje a tem também?

2- A igreja de pentecostes falava línguas (de povos desta terra), pelo dom do Espírito Santo, que os seus ouvintes entendiam. Atos 2:8 "Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?" - Os pentecostais de hoje insistem que falam as línguas dos coríntios, que eles acham que eram diferentes das de pentecostes, a despeito de I. Cor. 14:21 "Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor.".

3- A igreja primitiva proibia as mulheres a falarem na igreja, inclusive o de falar em línguas estranhas. I Cor.14:34 "As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei." - As mulheres, por via de regra, são as mais tagarelas nas igrejas pentecostais, carismáticas e avivadas de hoje.

4- A igreja de pentecostes não gritava "aleluias" nem sequer usava esta palavra. - E as de hoje? Usam-na e abusam-na como adjetivo de exclamação! Isto, por acaso, não é usar o nome de Deus em vão? (Ao menos o mundo o usa, com zombaria, em parte, por abuso dos evangélicos) Aleluia, traduzido para o português significa: Louvado seja o Senhor.

5- A igreja de pentecostes não falava de Jesus como seu rei e sim seu Senhor e Salvador. - Os tantos dos corinhos sobre o rei Jesus, frente a este fato, não soam um tanto estranhos? Ainda mais, quando as letras destes corinhos falam que nós entronizamos Jesus? Quem entroniza um rei é maior do que a pessoa a ser entronizada, ao menos isto era o caso para Israel. Samuel era, perante Deus, maior do que Saúl, ao qual ungiu de rei. Para nós, de forma análoga, a Constituição, o Congresso, o sufrágio eleitoral, são maiores do que o presidente que o empossam, que lhe dão direitos e deveres de reger.

6- Na igreja primitiva, que inclui a de pentecostes, homens santos e não mulheres e crianças (todos) levantavam mãos santas para abençoar (Só para lembrar, abençoar não consiste em proferir as palavras: Deus te abençoe e sim especificar, itemizar o conteúdo. Ex. DEUS te dê sabedoria para falar..., DEUS te fortaleça para resistir..., etc.) porque quem abençoa é maior do que aquele que é abençoado. Hebreus 7:7 "Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.".

7- A igreja de pentecostes tinha operadores de milagres que reconstituíam ossos defeituosos, instantaneamente. Atos 3:6 "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda." - Os pentecostais, carismáticos e avivados da atualidade não tem nenhum único caso de operação de milagre deste tipo a apresentar, mesmo recorrendo a registros de séculos para trás.

8- A igreja de pentecostes tinha profetas que falavam revelações referentes  ao plano de salvação de Deus. - Isto até grande parte dos que atualmente se auto denominam pentecostais consentem que está concluído e este dom não existe mais. Portanto, por registro histórico por um dos dons e de comum acordo para o outro dom, concluímos que, no mínimo, dois dons foram extintos! Mas insistem em serem chamados de pentecostais porque acreditam em (sinônimo de: tem em operação no seu meio) todos os dons do Espírito Santo. A isto não chamamos propaganda enganosa?000000 Por que então insistem em querer serem chamados de pentecostais, em oposição a muitos outros evangélicos, quando estes acreditam que apenas mais alguns dons desapareceram. Isto além dos dois já citados e que os próprios pentecostais admitem que não existem mais, ou deixam de comprovar, que ainda existem, conforme promessa/profecia que consta em I.Cor.13:8? "O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;"

9- Testemunhas incrédulas ouviram o que a igreja de pentecostes falava: "... ouvímo-los em nossas línguas, falar das grandezas de Deus." Atos 2:11 - O que mais se ouve hoje nas igrejas pentecostais? Eu!! Eu quero, eu determino, eu exijo; basicamente só bens materiais! Nos instrui a Palavra de Deus: "Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mat.6:33 O que nos é acrescentado vem sem ser pedido. Se uma igreja instrui os seus fiéis a buscarem as coisas materiais, por acaso,  não dá testemunho de que não os recebem por "acrescentação"? Não seria coerente, então, admitir que algo com o buscar do reino de Deus em primeiro lugar, está deveras avariado?

10- Falta-lhes, aos pentecostais e compadres, porém, mais um terceiro dom, o do discernimento do tipo daquele de Pedro. A igreja de pentecostes tinha um Pedro que chamava à responsabilidade os mentirosos e Deus os punha na cova. Estes "Pedro da vida" estão em franca escassez nas igrejas atuais pentecostais permitindo o livre trânsito de mentirosos que mantém as falsidades e propaganda enganosa acima expostas.

11- Pode-se encontrar qualidades e características nos pentecostais que se assemelham às do nosso Senhor Jesus Cristo, como o profeta Isaías nos o apresenta, através do Espírito Santo de Deus: "Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na rua." ? Isaías 42:2 Terá algum propalado homem de Deus da atualidade, que promove eventos tão sonoridos que até a polícia e a justiça são postas em ação para amenizar os abusos de tranqüilidade inculcados aos vizinhos destas igrejas, semelhantes características? Por acaso deles Deus dirá: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele. Ele trará justiça às nações." ? Isaías 42:1  Por acaso não tem estes eventos mais semelhança com: "E eles clamavam em altas vozes e, conforme o seu costume,"? I Reis 18:28

12- Não há nenhuma ordem bíblica para sermos pentecostais. Nós devemos ser tão somente o que Deus quer que nós sejamos para a nossa geração no objetivo de:

a) glorificar o seu Santo Nome perante o mundo Fil.1:11  [Mat 5:1:16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.],

b) proclamar as boas novas do perdão dos pecados, proclamar a reconciliação com Deus pelo sacrifício de Jesus Cristo (o qual só pôde ser aceito por Deus, como válido pagamento pelas nossas transgressões, por ser um cordeiro sem máculas, sem pecados, sem estar debaixo da mesma condenação de morte do que nós, o que exigiu que o próprio Deus teve que se fazer carne) II.Cor.5:19 ("Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pós em nós a palavra da reconciliação."),

c) proclamar a ordem de arrependimento de coração de todos os seres humanos, Atos 17:30 "Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;" e Atos 26:20 "Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento.", para "ativar" a operação do perdão de Deus II.Cor.7:10 "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.", e a dádiva da vida eterna gratuita Rom.6:23 "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."

O Espírito Santo distribui aos seus servos os dons necessários para a realização destes ministérios para a nossa geração. A nossa preocupação principal deve ser em nós nos submetermos à santificação e à "matutação" sobre a palavra de Deus (Sal.1:2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.) para sermos aprovados para darmos testemunho o que Deus, através de Jesus Cristo, nosso bendito Senhor e Salvador, fez por nós.

Paulo nos sugere: "Irmãos, não sejais meninos no entendimento; na malícia, contudo, sede criancinhas, mas adultos no entendimento." I.Cor.14:20. As coisas nas igrejas de hoje parecem estar invertidas: Os irmãos se tornaram meninos no entendimento; na malícia adultos, mas criancinhas no entendimento segundo o lema: "O motivo santifica os meios".

Mais ser do que aparecer!

Que Deus nos abra os olhos e nos conceda arrependimento antes do acontecimento do que trata I Cor.15:52! "Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados."

Waldemar Janzen

Esclarecimento:

O título [deste artigo] dá a falsa impressão de que só os pentecostais tem os problemas acima, mas isto não é verdade (A exclusividade se restringe somente ao falso uso do termo "Pentecostal"). Inclui também os carismáticos e a maioria das, ditas, igrejas avivadas, muitas tradicionais, em maior ou menor grau, também enganadas.

sábado, 27 de novembro de 2010

Um Templo ou um Teatro?

Os homens parecem nos dizer: "Não há qualquer utilidade em seguirmos o velho método, arrebatando um aqui e outro ali da grande multidão. Queremos um método mais eficaz. Esperar até que as pessoas sejam nascidas de novo e se tornem seguidores de Cristo é um processo demorado. Vamos abolir a separação que existe entre os regenerados e os não-regenerados. Venham à igreja, todos vocês, convertidos ou não-convertidos. Vocês têm bons desejos e boas resoluções: isto é suficiente; não se preocupem com mais nada.

É verdade que vocês não crêem no evangelho, mas nós também não cremos nele. Se vocês crêem em alguma coisa, venham. Se vocês não crêem em nada, não se preocupem; a 'dúvida sincera' de vocês é muito melhor do que a fé".

Talvez o leitor diga: "Mas ninguém fala desta maneira". É provável que eles não usem esta linguagem, porem este é o verdadeiro significado do cristianismo de nossos dias. Esta é a tendência de nossa época. Posso justificar a afirmação abrangente que acabei de fazer, utilizando a atitude de certos pastores que estão traindo astuciosamente nosso sagrado evangelho sob o pretexto de adaptá-lo a esta época progressista.

O novo método consiste em incorporar o mundo à igreja e, deste modo, incluir grandes áreas em seus limites. Por meio de apresentações dramatizadas, os pastores fazem com que as casas de oração se assemelhem a teatros; transformam o culto em shows musicais e os sermões, em arengas políticas ou ensaios filosóficos. Na verdade, eles transformam o templo em teatro e os servos de Deus, em atores cujo objetivo é entreter os homens. Não é verdade que o Dia do Senhor está se tornando, cada vez mais, um dia de recreação e de ociosidade; e a Casa do Senhor, um templo pagão cheio de ídolos ou um clube social onde existe mais entusiasmo por divertimento do que o zelo de Deus?

Ai de mim! Os limites estão destruídos, e as paredes, arrasadas; e para muitas pessoas não existe igreja nenhuma, exceto aquela que é uma parte do mundo; e nenhum Deus, exceto aquela força desconhecida por meio da qual operam as forças da natureza. Não me demorarei mais falando a respeito desta proposta tão deplorável.

Charles Haddon Spurgeon (1834 - 1892)

sábado, 20 de novembro de 2010

USB é do demônio!

A igreja pentecostal "paz do senhor amado" (interior de SP) proíbe seus fiéis de usar toda e qualquer tecnologia USB (Universal Serial Bus), por alegar que o símbolo seja uma apologia ao demônio.

De acordo com seu fundador, o "apóstolo" Welder Saldanha, "o símbolo daquilo (nome que ele se recusa a pronunciar) é um tridente, que é usado para torturar almas que vão para o inferno. Usar um símbolo daqueles apenas mostra que todos os usuários dessa pífia tecnologia são de fato, adoradores de satã".

Todos os seus seguidores tiveram que trocar as conexões USB por conexões comuns e até mesmo pelo Bluetooth, que conforme os "ensinamentos" do tal "apóstolo" é permitido, pois "Azul era a cor dos olhos de nosso salvador Jesus Cristo" (sic).

Algumas considerações sobre esta mais nova (mais uma entre tantas) bizarrice  pentecostal:

1. A tecnologia Bluetooth (dente azul, em Inglês), destinada à comunicação sem fios entre computadores e outros dispositivos portáteis, recebeu o seu nome a partir do imoral rei Haroldo I Dente-Azul da Dinamarca. O logotipo sugere este fato através da utilização das letras rúnicas que correspondem às suas iniciais, H e B. O nome foi escolhido em virtude de o monarca representar a unificação da Dinamarca, algo que a nova tecnologia também pretende realizar com o mundo dos dispositivos móveis. Portanto, usando a mesma lógica imbecil do tal "apóstolo", o Bluetooth também seria "coisa do capeta".

2. De onde este indivíduo tirou que Cristo tinha olhos azuis? Jesus era europeu por acaso? Onde consta isto na Bíblia?

3. Onde está escrito na Bíblia que o diabo usa tridente? Onde na Bíblia está escrito que é o diabo que irá torturar as almas no inferno (leia)?

Aguardo a suas respostas, "apóstolo" (e que sejam baseadas na Bíblia, Livro este que você com certeza nunca leu). Agora, de uma coisa você já serviu: acaba de enriquecer a minha lista de as Idiotices que já ouvi de um pentecostal e de confirmar o que cada dia está ficando mais claro para quem quer ver: pentecostalismo é a maior estratégia que satanás tem usado para tentar destruir a Igreja do DEUS Vivo através de um "outro evangelho".

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema (Gálatas 1:8-9).

J.D. Berean

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Demonofilia pentecostal

Será que um crente, cujo corpo se tornou morada do Espírito Santo, pode ser possuído por demônios? Pelo menos na teologia da Igreja Metodista, onde colocaram duas WIB (Mulheres em Preto) para me fiscalizar, durante a preleção de segunda feira 11/10 (depois que citei um verso bíblico de contestação a uma heresia entregue pelo preletor), tudo indica que sim. Para esses pentecas, uma pessoa que contesta a sua teologia está possuída e precisa ser imediatamente extirpada do ambiente, a fim de não perturbar o pregador. Como pode uma pessoa que se entregou a Jesus Cristo, em fé e verdade, através do estudo sistemático da Bíblia (e não por ter escutado um pregador penteca lhe garantindo a salvação) ficar possessa do Diabo?

Nos seminários pentecostais, os frequentadores aprendem mais a respeito do Diabo do que do Evangelho de Cristo, pois na "especialidade de lidar com Satanás e seus demônios" é que reside o sucesso financeiro das seitas pentecostais. O povo gosta de coisas diferentes e o assunto dos demônios causa frisson, atraindo um público enorme e haja dinheiro caindo nos gazofilácios!

A Psicologia usada nesses seminários trouxe às mentes dos seus organizadores a ideia da vitimização, que eles transmitem aos crentes. Quando um crente fala do seu problema nesses seminários, o preletor logo tenta explicar que algum membro de sua família cometeu pecados graves e, por isso, ele está carregando um tipo de "maldição hereditária", a qual poderá ser anulada mediante uma completa obediência aos ensinos da igreja e, obviamente, uma boa contribuição financeira, "para o crescimento da obra do Senhor". Isto faz crescer a auto-estima do crente, dando-lhe o ensejo de transmitir o sentimento de culpa para outra pessoa ou para algum acontecimento desagradável de sua infância. E ao contribuir para a "obra do Senhor", com dízimos e ofertas, ele imagina estar apaziguando a ira divina, como acontece aos pagãos e macumbeiros. O ocultismo tem penetrado nas igrejas pentecostais e "avivadas" de um modo alarmante.

Muitos ex-fumantes que contraíram câncer têm acionado os fabricantes de cigarros, culpando-os de sua doença. Mas, onde fica a liberdade de escolha que Deus nos concedeu? Por acaso não sou eu responsável pelos meus pecados, mas minha família, ou até mesmo o Diabo? Alguns pentecas até costumam acusar Deus dos seus pecados, dizendo que Ele os permitiu. Muitos criminosos tentam culpar os pais dos seus crimes. Esses não conhecem a Carta de Tiago, especialmente as passagens do capítulo 1:13-15: "Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência". Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte".

A maneira mais prática encontrada pelas igrejas pentecostais é a de culpar o Diabo por tudo de ruim que acontece, porque, assim, não correm o perigo de ser acionadas nos tribunais de justiça, visto como o Diabo não chega até lá. A chamada Psicologia Cristã abriu uma estrada larga para os pentecostais culparem o Diabo (e os familiares) de tudo de ruim que lhes acontece e, assim, poderem continuar pecando, na certeza de que não terão de prestar contas dos seus erros diante do Tribunal de Cristo.

Como a fonte da sabedoria penteca reside na experiência, e não na Escritura Sagrada, se alguém (que está frequentando os seus seminários) cita a Bíblia é logo suspeito de possessão demoníaca, pois a teologia bíblica desse segmento "evangélico" foi trocada pelas "estórias da carochinha". Misturar 20% de Bíblia com 80% de superstição e Psicologia tem sido a arma dos preletores pentecas e, por isso, os crentes precisam ter o maior cuidado na hora de frequentar os tais seminários, a fim de não caírem nas ciladas que ali são comuns. Que todos se lembrem de que um copo de água pura na qual foram pingadas algumas gotas de veneno pode se tornar letal e pior do que isso tem acontecido nesses seminários pentecas. Leiamos a Carta de Paulo aos Gálatas, para evitar esse tipo de engodo. A verdade é que todo pregador penteca vive escorregando no Velho Testamento, pregando judaísmo e, por isso, está condenado, conforme Gálatas 3:9-10.

Mary Schultze, 13/10/2010

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

A verdade sobre o "pastor" Terry Jones

O Pastor Americano Terry Jones tornou-se conhecido internacionalmente nos últimos dias pela Mídia Internacional.

O apresentaram como Batista e fundamentalista, o que é mentira: ele é um pastor pentecostal e nunca esteve envolvido com quaisquer linhas do Movimento Batista Fundamentalista.

Terry Jones foi Missionário em Colônia, Alemanha, até o ano passado, quando foi despejado da igreja que pastoreava por esse tipo de pensamento exótico: queimar edições do alcorão. Essa igreja, a Igreja Cristã de Colônia (uma igreja pentecostal), é filiada à Aliança Evangélica Alemã, uma organização Neo-Evangélica Alemã que opera a serviço da Comunhão Evangélica Mundial (os Neo-Evangélicos sustentam a antibíblica teoria da infiltração - daí o tolerar o pentecostalismo; diferente de nós, Batistas Fundamentalistas que cremos na Doutrina da Separação Bíblica).

Métodos Neo-Evangélicos são constatados no Ministério de Terry Jones: ele usa NPR - Neuro Programação Linguística. Assim, através de pressão psicológica, ele controla as atividades da congregação, centralizando em si mesmo toda a administração.

Conclusão: Terry Jones não é Batista fundamentalista. Ele é mais um maluco enganador pentecostal.

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sábado, 31 de julho de 2010

Os Milagres Bíblicos e os impostores atuais!

Nós ousamos questionar o poder de Deus hoje? Ele não tem o mesmo poder eterno, ilimitado? Temos a presunção de limitar o poder de Deus em afirmar que milagres não acontecem hoje? A resposta para essas questões é um enfático "não"! Sendo onipotente, Deus é capaz de fazer qualquer coisa. O que Ele é capaz de fazer e o que Ele deseja fazer são coisas completamente diferentes.

Deus uma vez criou o homem do pó e a mulher de sua costela. Ele uma vez dividiu o mar vermelho e permitiu a fuga de do povo de Israel do Egito e fez cair o maná do céu sobre eles. Deus proveu codornizes no deserto e água da rocha para suprir as necessidades dos israelitas. Ele deu mandamentos inscritos em pedra com seus próprios dedos. Uma vez Ele operou o nascimento de Seu Filho de uma virgem e Jesus Cristo realizou numerosos milagres, desde saciar a fome de multidões até ressuscitar mortos. Nenhum desses milagres são vistos em nossos dias. Dizer que eles não são [para nossos dias] é criar dúvidas ou limitar o poder divino. É somente levantar a questão de qual é a vontade dEle para nossa época.

O termo "milagre" tem sido vítima de uso indiscriminado em nossos dias. Quase tudo que é incomum tem sido erroneamente intitulado de "milagre". Deus é presente e ativo por todo o universo através da instrumentalidade de suas leis, mas até mesmo leis naturais tem Deus como autor. Um milagre é uma ocasião de um ato direto de Deus, como distinta de Sua mediação ou ação indireta através de leis naturais. Por exemplo, quando Jesus alimentou 5000 homens, sem contar mulheres e crianças, com cinco pães e dois peixes, isto foi um milagre. Se o moço tivesse se alimentado com aqueles pães e peixes que tinha consigo, isto teria sido um evento perfeitamente natural (Mt 14:15-21). A diferença é que o último estaria em perfeita conformidade com a lei natural; o anterior requereu o poder divino.

Mas não há volumosas evidências de que Deus está operando milagres nos dias atuais, tais como cura, falar em línguas e muitas outras coisas? Não acreditamos assim. As evidências estão longe de serem conclusivas. Não temos evidência que qualquer milagre de caráter bíblico esteja ocorrendo hoje.

Algumas das inúteis tentativas de reproduzir os milagres do calibre da Bíblia são pobres e algumas vezes até trágicas réplicas.  Os pais de um jovem do estado da Califórnia foram judicialmente acusados de homicídio por impedi-lo de tomar sua dose habitual de insulina. O jovem morreu, mas o pai firmemente insistia que o Senhor ressuscitaria o filho em três dias.

Esta enganação chegou a situações extremamente complicadas. O ministro de uma igreja de 40 membros no estado do Tennessee conseguiu se livrar da acusação de homicídio quando dois de seus membros morreram após beberem estricnina para "demonstrar sua fé" nos poderes divinos.

Esses são dois de muitos casos trágicos que acontecem no mundo. É significativo que eles apelem para Marcos 16:17-18 como autoridade para sua fé e ação. Este texto fala de crentes expelindo demônios, falando em línguas, pegando em serpentes, bebendo veneno e curando enfermos. Todos esse milagres são autorizados pelo mesmo texto - o mesmo texto que outros na verdade escolhem seletivamente como base para suas práticas de falar em línguas ou curar.

Muitas pessoas nos dias de hoje não acreditam nos milagres que ocorrem modernos? Sim, mas tal crença não quer dizer que seja autorizada pela Palavra de Deus.

Por toda a história da humanidade tem havido falsos como genuínos milagres, erro bem como a verdade e fraudes como fatos. Tem havido pessoas cuja fé tem sido baseada em ilusões bem como pessoas que tem sua fé ancorada nas verdades bíblicas.

Os mágicos de faraó buscavam duplicar os milagres feitos através de Moisés; o erro sempre imita o verdadeiro.

Houveram grupos que afirmavam possuir poderes sobrenaturais que não tinham nenhuma conexão com o cristianismo. Empreendiam curas e milagres tendo evidente lugar entre as religiões pagãs e os poderosos governantes iam a eles para consultar seus oráculos para tomar conselhos em relação a guerras.

O extraordinário reavivamento do ocultismo em nossos dias ilustra a suscetibilidade de muitas pessoas ao aceitarem o místico e o inexplicável. Esses grupos ocultistas podem fazer as mesmas coisas surpreendentes  que são oferecidas pelos modernos curandeiros da fé que defendem e propagandeiam essa prática no meio cristão.

A Palavra de Deus é a verdade absoluta e nenhuma outra fonte pode ser acrescentada a ela (Jo 17:17).  Acreditar no erro de que a continuação dos dons extraordinários ultrapassaram a era apostólica é algo grosseiro como qualquer outra crença ocultista. O Senhor disse que muitos afirmarão profetizar, expelir demônios e fazer muitos sinais e maravilhas, porém, Ele não os reconheceria e não os autorizaria (Mt 7:22-23). Eles surgiriam, como Cristo alertou, "...surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios" (Mt 24:24). Os servos do diabo serão capazes de mostrar "...todo o poder, e sinais e prodígios de mentira" (II Ts 2:9).

O apóstolo Paulo explica que não devemos nos surpreender com tais falsos mestres que apareceriam, pois "...o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz". (II Co 11:14).

Uma questão crucial é como podemos discernir verdadeiros de falso milagres?

Pela regra da Escritura como um "curandeiro da fé " tem sua obra autorizada por Deus? Ou essas suas "curas" são mais genuínas do que um feiticeiro africano?

Alguns pontos importantes em relação as curas e milagres feitos por Cristo servem como testes práticos para o que vemos hoje.

(1) Jesus não fez propaganda de Suas curas com o intuito de criar uma reputação sensacionalista, nem como pretexto para arrecadar dinheiro; ao invés disso, Ele ordenava aos curados "Olhai que ninguém o saiba" (Mt 8:1-4, 9:27-31).

(2) Ele curou todo tipo de enfermidades, com especial atenção para situações de desespero, através de Seu divino poder que nunca falha.

(3) Ele nunca curou parcialmente. As pessoas eram totalmente saradas por Cristo. (Mt15:29-31; Mc 7:31-37).

(4) Jesus nunca falhou em curar uma pessoa quando o procuravam. Ele nunca teve qualquer embaraço como os modernos impostores de hoje enfrentam ao tentarem explicar porque falharam ao tentar curar alguém.

(5) Nenhum questionamento jamais foi feito sobre a autenticidade das curas que Ele fez - como se o paciente está de fato doente ou curado.

(6) Jesus nunca curou pela fé somente, mas pelo Seu divino poder. Somente um caso é registrado de 31 exemplos de milagres de que Jesus requereu fé para operar (Lc 7:11-17; Jo 5:2-13).

Desde que os modernos milagreiros não podem estar de acordo com essas condições sob as quais Cristo ministrou, eles não representam o mesmo poder que Ele tem. Milagres tais como os que eram feitos por Cristo e os Apóstolos nunca foram pretendidos para continuarem por todas as gerações. Seu propósito primário nunca foi simplesmente curar doenças físicas, se este era o caso, Jesus teria viajado além das fronteiras de Israel e ido a todos os paises do mundo conhecido.

O verdadeiro propósito dos milagres no Novo Testamento é  mostrar que Cristo e seus Apóstolos estavam falando sob autoridade divina (Mc 16:19-20; Hb 2:3 prova de uma vez e para sempre isto). Depois que os ensinos inspirados que fizeram o nosso Novo Testamento foram confirmados pelos milagres do primeiro século, eles permaneceram provados para sempre. A Bíblia ensina que devemos agora simplesmente estudar os escritos sobre esses milagres com o propósito de sermos convencidos da autenticidade da Bíblia (Jo 20:30-31). Os milagres atuais, são portanto, simplesmente desnecessários nesta época presente (Lc 16:27-31).

David Steward

Traduzido por Edimilson de Deus Teixeira

sábado, 24 de julho de 2010

Cristo e a Tolerância Religiosa

Um conceito bastante difundido através dos púlpitos é o de que Cristo foi tolerante para com os seus contemporâneos. Não podemos concordar com este pensamento, visto ser ele um conceito falso e antibíblico. O fato de Cristo ter tido paciência com os pecadores, com os seus próprios algozes, não significa tolerância para com o pecado.

Afirmamos categoricamente que Cristo, à luz da Bíblia, não foi tolerante com relação ao pecado. O que vemos hoje em dia é uma mensagem de tolerância religiosa com relação àquilo que Cristo mais combateu enquanto esteve na terra. Os que pregam a tolerância estão procurando um meio de acomodar às circunstâncias ou estão procurando, em linguagem psicológica, compensação à falta de coragem para agir em relação aos problemas da Igreja. Como resultado disso, pregam a tolerância e deixam as coisas como estão.

Isso soa como um abandono dos deveres e da responsabilidade. Os adeptos da tolerância religiosa fogem da responsabilidade de punir o pecador, afirmando que o próprio Deus é quem irá discipliná-lo. Vemos nas Sagradas Escrituras que Cristo foi sempre enérgico e intransigente para com o pecado. Cristo também não foi tolerante com as heresias do seu tempo. Os pecados e as heresias sempre foram os alvos da intolerância de Cristo.

Admitir a tolerância em Cristo para com o pecado e para com as heresias, é negar a Sua perfeição. Isso faz de Cristo um ser imperfeito, pois, quem tolera o erro se torna cúmplice do mesmo. Cristo sempre age de acordo com o caráter divino. Ele não é contraditório.

Desde o começo da história Deus foi intransigente  quanto ao pecado. Quando nossos primeiros pais pecaram, transgredindo o preceito divino lá no Éden, Deus não os poupou. Eles receberam imediatamente a sanção divina. Foram expulsos. Isso mostra que Deus promulgou a lei para ser cumprida e não para ficar apenas no papel. A Sua justiça divina exige a punição do transgressor.

Vemos, mais uma vez, a intransigência divina contra o pecado ao enviar o dilúvio sobre a terra para a destruição total dos desobedientes. Vemos isso também na Sua relação com o povo de Israel, com Davi e, como não poderíamos esquecer, com Jonas.

Afirmar que Cristo foi tolerante é desconhecer a Bíblia e, principalmente, os evangelhos. O Mestre foi enérgico no Seu tratamento com o apóstolo Pedro, censurando-o (Mt 16.21-23). No caso da purificação do templo, que todos nós conhecemos, Cristo parece que não foi muito educado (Mt 21.12,13; Mc 11.15-17). Cristo expulsou todos os comerciantes que vendiam suas mercadorias no templo. Derrubou suas mesas e as cadeiras. Será que para os pregadores da tolerância, Cristo seria um ranzinza, ou um impiedoso? Pregar a tolerância e tomar Cristo como exemplo é uma verdadeira disparidade e uma fuga da realidade.

O tratamento de Cristo para com os fariseus contradiz os senhores "mensageiros" da tolerância. Em Mateus 23 vemos Jesus censurando energicamente os escribas e fariseus. Jesus os chama de hipócritas, guias cegos, insensatos, serpentes e raças de víboras. Me digam onde está a tolerância de Cristo neste capítulo?

Em mais uma ocasião onde Jesus confronta os fariseus, Ele usa expressões bastante fortes em João 8.44: "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.".

Mas nem tudo é intolerância. Há um tipo de tolerância que encontramos em Cristo. Isso está relacionada com a paciência de Cristo para com o pecador sem compartilhar, no entanto, com os seus pecados. Cristo, quando estava agonizando na cruz, não odiou seus algozes, mas orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem." (Lc 23.34). Paciência com pecador não implica em tolerância para com o seu pecado.

Ao contrário do ensinamento de Cristo, as igrejas evangélicas de hoje estão tolerando demais o pecado. As igrejas estão tolerando as imoralidades praticadas dentro das próprias igrejas. Recentemente (novembro/2009), dois "pastores", Marcos Gladstone e Fábio Inácio, fundadores de uma igreja "evangélica", a Igreja Contemporânea, criada no Rio de Janeiro há três anos e que já conta com 500 membros. Antes, em 2007, o "pastor" Gladstone já havia celebrado um casamento gay entre um ex-pastor da Igreja Universal, Eduardo Silva, e Paullo Oliveira, filho de um dos mais conhecidos pastores da Assembléia de Deus de Madureira, no Rio. Já na Europa, a Igreja Luterana da Suécia tem a primeira bispa abertamente lésbica ordenada recentemente, em novembro de 2009. Citei estes exemplos porque são os mais recentes e um dos mais condenáveis aos olhos de Deus (Rm 1.18-32).

A tolerância, à luz da Bíblia, consiste em não sermos precipitados no exercício da disciplina, mas em dar oportunidade ao pecador, para que se arrependa. Mas esta oportunidade deve vir acompanhada de uma advertência energética contra o seu pecado. É preciso que ele sinta a sua culpa e para isso, é preciso ser chamado à advertência. Mas não é isso que acontece na igreja evangélica brasileira de hoje.

Há muita tolerância a determinados indivíduos que são bastantes simpáticos, e muita intolerância aos que não nos são agradáveis. São bonzinhos demais para com os que vão com a cara; e maldosos demais para com aqueles que não vão com a cara.

É um pecado tolerar as heresias e as imoralidades dentro da igreja. A paciência de muitos se transformou em relaxamento. Não existe liberdade, mas libertinagem. Será que a própria existência do modernismo teológico já não é uma conseqüência da tolerância? Dizer que um determinado indivíduo é bom, quando é sabido por todos que ele é mau, é incentivar o pecado e abrir as portas para a sua proliferação.

Cristo ensinou a perdoar. Todos nós devemos ter o espírito de perdão. Mas isso não significa tolerar o erro. Tolerando o erro, a igreja se enfraquece. Não podemos permitir pregações desse calibre em nossos púlpitos. Precisamos ter a natureza intransigente e sermos fechados em relação a qualquer atitude que enfraqueça nossa posição doutrinária tradicional. Precisamos exigir dos nossos seminários ministros com mais qualidade e com pensamento de combater as heresias e as imoralidade que, insistentemente, entram nas igrejas.

Você sabe como reconhecer um herege? Existe uma dica, entre várias existentes, que faz abrir nossos olhos (e ouvidos) para reconhecê-los e quem dá esta dica é James I. Packer: "Os hereges não chamam as pessoas para se arrependerem de seus pecados. Tudo que você precisa para ser um herege é: acomodar o pecado, tolerar o pecado, abençoar o pecado, sancionar o pecado, desculpar o pecado, não se opor ao pecado. A primeira palavra do evangelho é arrependam-se".

O pecado é muito grave. Tão grave que matou o nosso Senhor Jesus Cristo. Quem não reconhece a gravidade do seu pecado, ou de qualquer pessoa, mostra a sua irrelevância na morte de Cristo. É como se Ele tivesse morrido por algo pequeno demais.

Ensinar a não punição do erro é ir contra a justiça divina e fazer de Jesus um acariciador do pecado. Portanto, o conceito de que Cristo foi tolerante é falso e antibíblico.

Soli Deo Gloria

Heitor Alves (eleitosdedeus.org)

sábado, 17 de julho de 2010

Expor o erro: vale a pena?

Objeções tem surgido até mesmo entre alguns crentes bíblicos em relação a exposição do erro como sendo totalmente negativo e sem produzir real edificação. Ultimamente, o alarido e lamúrias tem sido contra todo e qualquer ensino negativo. Mas os irmãos que assumem esta atitude se esquecem que grande parte do Novo Testamento, tanto dos ensinos de nosso Salvador como dos escritos dos apóstolos foi direcionado a mostrar o verdadeiro caráter dos falsos ministros, mostrando sua origem satânica e, portanto, o perturbador resultado da propagação de ensinos errôneos, o qual Pedro, em sua segunda epístola, assim se refere de forma definitiva como sendo "heresias de perdição".

Nosso Senhor profetizou que surgiriam muitos falsos profetas, e enganariam a muitos. Em nossos dias, muitos falsos profetas tem surgido; e como muitos tem sido enganados por eles! Paulo predisse isso: "Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. Portanto, vigiai" (Atos 20:29-31).

Minha própria observação é que esses "lobos cruéis", sozinhos e em alcatéia, não poupam nem mesmo os mais protegidos rebanhos. Pastores nesses "tempos trabalhosos" fariam bem em notar o alerta dos apóstolos: "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue." (Atos 20:28).

Isso é tão importante nesses dias como o foi, de fato, nos dias de Paulo, esta importante ação - de expor os muitos tipos de falsos ensinos que, em todos os lugares, abundam mais e mais.

Somos chamados a "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos", embora falando a verdade em amor. A fé significa todo o corpo da verdade revelada e batalhar por toda a verdade de Deus implica necessariamente em algum ensino negativo. O poder de escolha não nos é dado nessa questão.

"Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo." (Judas 3,4).

Paulo, de igual maneira, nos admoesta: "E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." (Efésios 5:11) .

Isto não implica tratar de forma áspera esses que estão do lado oposto, completamente enlaçados pelo erro. Se a objeção que expor o erro necessita uma ponderação desamável sobre outros que não enxergam as coisas como nós, nossa resposta é: sempre foi o dever de um leal servo de Cristo alertar contra qualquer ensino que o fizesse menos precioso ou restringisse Sua obra redentora e a plena suficiência de seu atual ofício de sumo sacerdote e advogado.

Todo sistema de ensino pode ser julgado pelo seu posicionamento em relação as verdades fundamentais da fé. "Que pensais vós do Cristo?" (Mateus 22:42) ainda é o verdadeiro teste de toda crença. O Cristo da Bíblia não é certamente o Cristo de qualquer falso "ismo." Cada uma das seitas deste mundo tem certamente sua caricatura horrorosa de nosso amável Deus.

Deixe-me lembrá-lo que fomos redimidos às custas de Seu precioso sangue para sermos "bons soldados". Como a batalha contra as forças das trevas está se tornando cada vez mais acirrada, precisamos da força do Senhor.

Há uma constante tentação para a concessão. "Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério." Sempre é correto ficar firme no que Deus já revelou em relação a pessoa e obra de Seu Filho. O "pai da mentira" lança meias-verdades e é especialista principalmente em falácias sutis em relação ao Senhor Jesus, nosso único e suficiente Salvador.

O erro é como o fermento o qual lemos: "Um pouco de fermento leveda toda a massa." A verdade misturada com o erro é equivalente ao erro total, exceto que aparenta ser mais inocente, portanto, mais perigoso. Deus odeia tal mistura! Qualquer erro, ou qualquer mistura tipo verdade-com-erro deve ser definitivamente tratada com repúdio e ser exposta. Fechar os olhos para isso é ser infiel e enganoso para com Deus ao expor as almas por quem Cristo deu a Sua vida.

Expor o erro é um trabalho muito impopular. Mas de um ponto de vista verdadeiro é uma tarefa que vale a pena. De nosso Salvador, significa que Ele recebe de nós, pelo Seu sangue que nos comprou, a lealdade que é devida à Ele. Para nós mesmos, se consideramos mais "o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito;" (Hebreus 11:26) assegura recompensa futura, mil vezes dobrada. E para as almas "que se pescam com a rede maligna, e como os passarinhos que se prendem com o laço" (Eclesiastes  9:12) Deus pode ainda significar enquanto viverem neste mundo a possibilidade de ser luz e vida, abundante e eterna.

Dr. Harry Ironside (1876-1951)
Traduzido por Edimilson de Deus Teixeira

sábado, 29 de maio de 2010

A Morte de uma igreja

"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé"
(I Tm 6:10)

Não existe nada mais triste do que ver uma igreja outrora fiel ir lentamente morrendo. A história tem mostrado que toda instituição acaba tornando-se apóstata, mas é difícil suportar o rápido declínio de igrejas bíblicas/fundamentalistas e sua mudança de direção, indo atrás de satanás.

O problema todo está nos pastores apóstatas, de quem Deus encarregou de cuidar de seu rebanho, mas eles ao invés disso estão crescendo sua cobiça pelo dinheiro e estão abandonando a fé.

É alarmante quando uma igreja forma uma orquestra, instala grandes projetores e tem dinheiro para ostentar viagens e todos os "principais" membros andam em carros último tipo e o dinheiro - leia-se dízimos - torna-se o assunto principal da pregação do(s) pastor(ores). O pesar entra na congregação, porque a cobiça induz mais o(s) pastor(ores) a ir por um caminho errado mais do que qualquer outro pecado.

"Eu tenho pregado por muito tempo, e já vi muitas coisas acontecerem. Para mim a coisa mais triste que já vi em toda a minha vida, aparte de ver meu próprio país ir cada vez mais para perto do diabo, foi ver a mudança de pastores e igrejas. Eu fico pasmo e atordoado com tanta descrença, quando vejo homens que uma vez estavam de pé e que agora não estão mais... eu sei que todas as semanas eu choro por alguns, eu quero dizer, grito, eu quero dizer grito de tristeza, por causa de pastores que estão mudando" (Pr Jack Hyles em um sermão de 1972).

Como cristãos devemos ser leais aos princípios e verdades de organizações e instituições. Isto é raro. Tragicamente, a maior parte das pessoas podem facilmente ser desviadas da fé verdadeira por um pastor apóstata. Isto é porque por natureza elas são leais as organizações e instituições. A maior parte das pessoas tem medo de confrontar o homem a quem foram ensinadas a idolatrar. Um pastor que ensina a ridícula teoria de que a Bíblia não é de todo inspirada e que o principal tema da Palavra de Deus é o dinheiro - tem apostatado da fé.

Nossas igrejas eram muito melhores quando não tínhamos bancos acolchoados. Nossas igrejas eram muito melhores quando tínhamos pregadores no púlpito ao invés de pastores. Éramos melhores quando nossas igrejas tinham verdadeiros reavivamentos ao invés de escolas de pastores. Éramos melhores quando os pastores confiavam em Deus ao invés de constrangerem os membros com falsos ensinos sobre dizimar. Éramos melhores antes de os teólogos nos falarem que éramos ignorantes. Éramos melhores quando os pastores chamavam o Papa de "O vigário de Inferno" em vez de elogiá-lo apoiando assim aos católicos. Éramos melhores quando simples pastores proferiam: "Deus inspirou cada Palavra da Bíblia", ao invés de pastores eloquentes de hoje que negam a sua inspiração. Deus tinha nos livrado desses que abalariam nossa fé na Bíblia como a Palavra inspirada de Deus.

Os seminários bíblicos substituíram seus locais de oração por salas de estar.  Substituíram tempo de devocional à noite por peças satíricas. Ganhar dinheiro no ministério se tornou o objetivo de muitos seminários que estão tentando recrutar novos estudantes, em vez de recrutar jovens que estejam dispostos a suportar uma cruz para o seu Deus. Nosso louvor a Deus foi substituído pelo louvor aos homens. Nossa fé na Bíblia foi substituída sutilmente pela fé no pastor. São erguidas estátuas em honra de homens. São molestados os membros das igrejas a continuamente dar mais dinheiro para os ministérios, enquanto o pastor e a sua esposa desfrutam o melhor da vida.

Quando cresce um ministério, consequentemente pode chegar ao ponto onde já não pode se desenvolver sem fazer acordos, como romper com a sua posição de se manter fiel a Bíblia do texto tradicional. Embora o ministério possa continuar crescendo, avança mais para dentro da religião e mais longe do Cristianismo Bíblico. A maioria do trabalho religioso hoje é feito na carne. Jesus disse em João 15:1-7 que se estamos nEle, e a Sua Palavra em nós, daremos muito fruto genuíno em Deus. Quando os pastores deixam de pregar a inspiração da Bíblia, eles estão atacando a mesma Semente pela qual os homens são renascidos, pois sem Cristo não podemos fazer nada, e o Jesus é a Palavra de Deus (João 1:1-3; Apocalipse 19:13).

Quando um pastor nega a inspiração da Palavra de Deus, ele começa um caminho em direção as sombras. Quando o dinheiro se torna o foco principal dos ensinos de um pastor, o seu julgamento se torna obscuro e deplorável. Depois de algum tempo, a igreja cai em apostasia e negação. É uma vergonha quando dezenas de milhares das pessoas são influenciadas por um homem que nega a inspiração de nosso Rei na preservada Palavra de Deus. É um tumor canceroso que debilita esta igreja, e se deixado sem tratamento conduzirá no final das contas a morte deste ministério.

"Seria uma dádiva de Deus se a Igreja sofresse perseguição hoje; ela não sofreu isto por centenas de anos. Ela está crescendo rica e lentamente se afastando... para a apostasia" (Billy Sunday).

"Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão" (Is 58:1).

David Stewart

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pentecostalismo, que loucura!

Posso falar porque já fui um deles, e nunca mais quero sê-lo. Posso falar porque conheci o movimento por dentro e não quero mais saber dele. Posso falar porque estive dentro do movimento, tempo mais que suficiente para conhecer cada um de seus falsos ensinos e suas práticas anti-bíblicas. Posso falar porque hoje tenho certeza que, não apenas o que experimentei, mas também o que eles continuam experimentando é falso à luz da revelação bíblica.

Preciso falar porque fui muito prejudicado pelos falsos ensinos do movimento pentecostal. Há muitos que estão sofrendo de uma espécie de psiconeurose, causada pela mistura venenosa que existe ali dentro; há muitas pessoas feridas, frustradas, decepcionadas, desoladas, e muitas delas são ovelhas do Senhor, mas sei que nem todas.

Minha crítica não é contra qualquer igreja local, em particular, mas contra um movimento que vem invadindo quase todas as igrejas. Denuncio e aponto para um corpo de falsos ensinos, que nem mesmo se pode chamar de doutrina, porque está permeada de práticas de feitiçaria, ocultismo, esoterismo.

Evidentemente que não quero julgar a intenção de muitos que estão ali enganados, porque sei que o povo dessas igrejas e mesmo muitos pastores, são pessoas simples e humildes em sua maioria, eu já estive entre eles. Ali dentro se prega a Bíblia, é verdade. Mas isso não é o mesmo que pregar o evangelho. O apóstolo Paulo não disse aos anciãos de Éfeso que lhes pregou toda a Bíblia (Velho Testamento), mas que lhes anunciou todo o conselho de Deus (At 20.27). Pregar o evangelho é muito diferente de pregar alguns textos da Bíblia. Os pentecostais nem mesmo conhecem o evangelho ou as doutrinas da graça. Eu não conhecia. Pastoreei igrejas por anos, li inúmeros livros, dos quais coloquei no lixo reciclável mais de 100 deles e ainda tenho muitos outros para jogar, mas nunca havia lido uma única confissão de fé, nem um catecismo, nem mesmo um credo. Isso porque os pentecostais acham esses escritos ultrapassados.

Eles ensinam que a esta geração da igreja tem muito mais 'revelação' ou 'luz' do que os nossos antigos pais espirituais. Dá para se ver. Ninguém dentro do movimento tem certeza sobre a origem das manifestações que ali ocorrem. O máximo que eles admitem, e isso os mais 'centrados', é que há muita coisa falsa entre eles, mas que nem tudo ali é falso, e que existe também o verdadeiro.

Se você estiver dentro desse movimento responda honestamente a si mesmo: Crê você realmente que suas experiências vêm do Senhor? Honestamente, diante de Deus, você crê com todo o seu coração que tudo quanto tem experimentado vem do Espírito Santo? Penso que tem ocorrido com muitos dentro desse movimento, que têm recebido como resultado da sua desobediência, uma espécie de loucura, conforme Deus disse através de Moisés - O Senhor te ferirá com loucura, e com cegueira, e com pasmo de coração - Dt 28.28. Aqueles que são do Senhor e estão sinceramente enganados Ele os guardará, mas outros serão entregues à loucura.

A agitação criada pelos instrumentos musicais utilizados pelas bandas, pelo alto barulho que fazem, pelos gritos, pelas danças, pelas palmas ritmadas, é tal que leva as pessoas a um histerismo, a uma neurose, a emoções desequilibradas, chegando muito próximo do culto afro-asiático. As imitações do dom de línguas, que de fato são algaravias, levam o movimento pentecostal ao 'ecumenismo'. As algaravias que eles falam estão igualmente presentes nas demais religiões e seitas, tais como católicos carismáticos, hinduístas, maometanos, espiritismo... As pseudo-revelações ou pseudo-profecias são na verdade adivinhações e previsões mentais, as quais também ocorrem nas seitas.

A idolatria a mamon também deixa seu estrago no meio pentecostal. O comércio que fazem dentro dos templos chega ao cúmulo dos absurdos. A exploração, a venda de produtos religiosos ou melhor, artigos esotéricos, faz corar de vergonha qualquer pessoa de boa índole, mesmo que não seja cristã. Parece que não têm outra coisa a falar se não sobre dinheiro, finanças, sucesso financeiro, prosperidade, riquezas. Os que vão à TV pedir dinheiro então... é de deixar rubro qualquer pessoa que tenha um pouquinho de brio e de educação. Porque é uma tremenda falta de educação entrar nas casas das pessoas, ainda que via satélite, e pedir dinheiro. Além do que é um péssimo testemunho para os incrédulos. Um homem de fé, que verdadeiramente confie em Deus, jamais ousaria pedir ajuda financeira aos telespectadores. O Deus da Bíblia, que é o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, é o dono do ouro e da prata. Quando os crentes precisam de alguma coisa dirigem-se ao Deus providente e não aos mortais. E se Ele quiser que algum servo seu tenha um programa de rádio ou TV ou qualquer outro meio de comunicação, claro que Ele proverá os recursos. Se não prover é porque Ele não deseja que tal programa seja feito. E convenhamos, a maioria absoluta de tais programas são tão escandalosos e tão nocivos à fé que seria melhor que nunca fossem transmitidos. Eles envergonham o bom nome do Senhor Jesus e da Sua Igreja com suas descaradas petições e vendas dos seus produtos.

Já ouvi de amigos médicos que muitas, não poucas, muitas pessoas que os procuram em seus consultórios, com problemas emocionais participam de igrejas pentecostais e carismáticas. As pessoas estão doentes e não sabem por que. São pessoas agitadas, descompensadas emocionalmente, ansiosas e perturbadas mentalmente, porque estão no engano religioso. Já vivemos numa sociedade agitada, nervosa, estressada. Dia a dia somos vítimas e também vitimamos pessoas com a falta de paciência, falta de tranqüilidade, falta de bom senso. Quando chega o dia do culto coletivo e vamos à reunião da igreja, esperamos encontrar ali um oásis, um lugar de contemplação, meditação, silêncio. O que o pentecostalismo faz? Agita ainda mais. Quando saí do movimento pentecostal, minha maior dificuldade era ficar quieto, calado. Isso porque ali dentro as pessoas são 'condicionadas' a não pensar, mas apenas sentir, fluir, extravasar, navegar, flutuar...

Os cultos pentecostais são mais parecidos com os antigos cultos a Baal e não com a adoração a Jeová. O ensino da demonização é outro responsável por levar as pessoas a um total desequilíbrio mental. A pessoa começa a supor que os demônios estão por toda parte e em todos os objetos. Vêem principados e potestades por todo lado, e julgam ter poder e autoridade para repreendê-los e derrubá-los, bem como julgam ter autoridade sobre os anjos eleitos par comandá-los. Os falsos mestres se julgam muito poderosos, e que quanto mais eles 'oram e jejuam' mais poder ganham. Penso que muitos 'pastores' pentecostais ficam exorcizando as pessoas que os procuram, enquanto que sua família está sendo destruída pelo espírito deste século.

O pecado descompensou o homem, tornando-o desequilibrado. Muito do que os homens dizem e fazem não é normal, embora seja natural. Isso porque o pecado entrou em seu coração e mente, intoxicando suas emoções e seus pensamentos, levando-os a terem ações e reações descontroladas. Os efeitos do pecado são como radiações que impregnam todo o seu ser. Só o Senhor Jesus Cristo pode purificar o homem dessa contaminação e trazê-lo de volta ao equilíbrio. À medida que o Espírito Santo e a Palavra de Deus operam no regenerado, ele vai sendo conformado ao Homem Perfeito - Jesus Cristo. Por conta da contaminação em sua alma é que vemos muitos homens agindo como loucos, desequilibrados, sem tino. E alguns vão longe demais e nos espantam. Muitos dos líderes pentecostais pensam que são profetas, como Elias ou Jeremias, ou pensam que são apóstolos como Paulo ou Pedro. Um diz ser um "pequeno messias", outro diz ser o precursor da Segunda Vinda de Cristo, outro depois de dizer ser uma encarnação do apóstolo Paulo, agora diz ser jesus cristo homem. É verdade que alguns deles não se denominam pentecostais, mas são continuístas tais quais os pentecostalistas. Que é isso?! Estão loucos? Sim, estão porque foram entregues ao espírito de engano, porque não amaram a verdade.

Por isso aqueles que estão embaraçados com esse movimento, saia enquanto puder, saia sem demora. Alguns podem pensar: Puxa alguém que ouviu a Palavra de Deus no movimento pentecostal e viveu por tanto tempo ali dentro, deveria no mínimo ter muita gratidão por esse movimento. Não penso assim. Sou muito grato a Deus por guiar-me para a sua maravilhosa luz. A Ele sim, devo tudo quanto sei e tudo quanto sou. O fato de Deus usar Balaão não fez dele um profeta verdadeiro. O fato de Deus usar a mula de Balaão não fez dela um anjo; o fato de Deus usar algumas coisas do movimento pentecostal não o torna verdadeiro.

Minha denúncia não é uma discriminação, nem preconceito contra pessoas, mas contra um sistema que "levanta com a mão direita e derruba tudo com a mão esquerda". Um pacote de falsos ensinos que tem transformado igrejas em seitas. Escandaliza mais do que ajuda. Na minha própria experiência, se não fosse o Senhor eu teria abandonado a fé que apenas havia conhecido, como vi vários fazerem. Quando vi que havia adultério entre os pastores, mentiras, disputas políticas, e outras coisas mais vis, fiquei muito escandalizado. Mas Deus me guardou. Por isso minha dívida é para com Deus somente. Mas rogo que Deus abençoe aqueles que me pregaram a Palavra de Deus pela primeira vez e que tenha misericórdia deles e os salve.

E aqueles que resistem as repreensões e que se acham muito sabidos, que não têm mais nada a aprender, leiam de novo as palavras inspiradas dos apóstolos de Cristo: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes - Tg 4.6; 1ª Pd 5.5. Somos guardiões da verdade e não podemos nos calar enquanto os falsos pregam em alto e bom som suas heresias e arrastam multidões para o inferno. Que Deus nos ajude.

Nelson Nincao

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Combater o erro não é facultativo

Todo falso ensinamento deve ser odiado e combatido. O Novo Testamento nos diz que assim fez nosso Senhor e todos os apóstolos, e que eles se opuseram e advertiram as pessoas contra isso. Mas pergunto novamente: isto é realizado hoje? Qual sua atitude pessoal quanto a isso? Acaso é você uma daquelas pessoas que diz que não há necessidade dessas negativas, e que deveríamos estar contentes com uma apresentação positiva da verdade?

Subscrevemos o ensinamento prevalecente que discorda de advertências e críticas ao falso ensinamento? Você concorda com aqueles que dizem que um espírito de amor é incompatível com a denúncia crítica e negativa dos erros gritantes, e que temos de ser sempre positivos? A resposta mais simples a tal atitude é que o Senhor Jesus Cristo denunciou o mal e os falsos mestres.

Repito que Ele os denunciou como "lobos roubadores" e como "sepulcros caiados" e como "condutores cegos". O apóstolo Paulo disse de alguns deles: "… cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles". (Fp 3:19).

Esta é a linguagem das Escrituras.

Martin Lloyd-Jones
In: Jornal "Os Puritanos" Ano III Nº 3

domingo, 18 de abril de 2010

Charles Finney, pai do decisionismo

Por algumas vezes temos falado aqui sobre os resultados "maravilhosos" do evangelismo moderno. Temos escrito sobre as multidões que "aceitam" a Jesus e em poucos meses não podem ser encontradas nas igrejas. Sobre a taxa de "desviados" (falsas conversões) de mais de 80%. Da apatia espiritual de muitos desses "convertidos". Dos muitos que jamais leram as Escrituras (mais de 95% dos crentes). E dos 98% que não fazem evangelismo de forma regular. Mas gostaríamos de falar sobre o pai da criança, digo, do evangelismo moderno, ou jeito de se fazer evangelismo. O "grande" e pouco estudado, "missionário" Charles Finney.
Antes de mais nada, só queremos deixar claro que essa não é uma discussão sobre arminianismo ou calvinismo. Mas sim sobre decisionismo, que é um assunto um pouco diferente.
Voltando a Finney, você pode ler uma breve biografia nesse link.
Finney é considerado um grande evangelista, o precursor das chamadas cruzadas evangelísticas, das quais a maior expressão foi Billy Graham, declaradamente seguidor dos métodos de Finney. Interessante nota é que durante uma entrevista foi perguntado a Graham o que ele pensava quando via as pessoas indo à frente, em resposta ao apelo feito. Graham respondeu: "penso que de cada quatro pessoas que vêm a frente, três vão se desviar".
Durante grande parte da história do cristianismo, o evangelismo era feito da seguinte forma: pregava-se a Lei, o Juízo e depois a Graça. A Lei era usada para mostrar que somos pecadores. O Juízo para mostrar que vamos prestar contas a um Deus justo. E a graça como caminho de salvação. Via de regra, apresentava-se o evangelho nessa ordem porque assim ele fazia muito mais sentido. As pessoas eram estimuladas a se arrependerem e colocar sua fé em Jesus Cristo. Mas nenhum ritual específico era feito. A pessoa deveria receber a confirmação de sua eleição diretamente do Espirito Santo, através do trabalho de regeneração. Se você for salvo, vai dar frutos. Se você for salvo, Deus vai te confirmar. A igreja primitiva na verdade demorava um pouco para considerar alguém como salvo e parte do corpo de Cristo. Era difícil de entrar e fácil de sair.
Um pouco antes de Finney aparecer em cena, alguns começaram a dizer que o batismo era prova da salvação, era algo que confirmava a pessoa como salva. Mas essa crença foi refutada, pois biblicamente, o batismo é um ato público de fé, mas que em si não salva ou confirma a salvação. É uma declaração, mas não a fonte da salvação.
Com Finney, as coisas mudaram um pouco. Abandonando a antiga teologia do evangelismo, que defendia o Espírito Santo como principal responsável pela salvação do pecador, Finney desenvolve uma nova abordagem, onde o principal responsável pela salvação é o próprio pecador. É ele quem decide se vai ser salvo ou não. Ele é salvo, não porque recebeu a confirmação do Espírito Santo pelo trabalho de regeneração. Ele é salvo porque decidiu ser salvo. É a sua decisão que age como selo confirmatório. E é aí que entra em cena a "oração do pecador". Está implantado então o decisionismo.
Essa forma de evangelismo se mostrou muito atrativa porque poderia garantir ao pecador sua passagem direta para o céu. Finney começou a usar essa abordagem em seus trabalhos de rua e viu resultados fantásticos. Milhares se "lançavam aos braços do Salvador", pois agora podiam contar com algo que dependia somente deles. Até o dia de hoje, a mensagem e o método de Finney são predominantes no evangelismo moderno. "Venha para Jesus, ele vai te dar paz, alegria, felicidade". "Ele vai resolver seus problemas". "Somente faça essa oração comigo, convide Jesus para entrar em seu coração, e você automaticamente estará salvo".
Existem vários problemas com essa abordagem e com essa linguagem, especialmente no tocante às Escrituras. Além de não ser uma abordagem bíblica (podemos ver que não é assim que os primeiros cristãos pregavam o evangelho), a linguagem é estranha às Escrituras, não se encontra nada parecido em relação a uma "oração do pecador" com poderes mágicos de garantia ao pecador e também retira do Espírito Santo um de seus desígnios.
O método de Finney ainda é muito usado em nossos dias porque possuiu algo que o torna extremamente atrativo: números. Ele provê um dado estatístico mensurável do sucesso de um ministério. É muito mais emotivo, no sentido em que multidões se convertem. Também é muito mais fácil para se angariar fundos para o sustento da obra, pois as pessoas só querem investir naquilo que dê resultados. "Quantos convertidos você teve no último mês? Não sei, esse é um trabalho do Espírito Santo. Eu posso falar para quantas pessoas eu preguei o evangelho". Essa frase não é muito efetiva quando se vai angariar fundos. Mas, pelo contrário, quando a resposta para mesma pergunta é "quinhentas pessoas aceitaram Jesus em seu coração". Numericamente falando, o decisionismo é muito mais atrativo, mesmo não sendo bíblico. Por isso tantos pastores e missionários e evangelistas adotam esse método. Também porque essa é a única forma como a maioria acha que o evangelismo é feito.
Algo que poucos conhecem são os resultados da obra missionária de Finney. Em visitas feitas um ano depois às comunidades que receberam suas campanhas evangelísticas, descobriu-se que das multidões que "aceitavam Jesus", poucos ainda se encontravam nas igrejas. Muitos deles voltaram para seu estado anterior, totalmente voltados para o pecado e outros ainda pior, confirmando o texto que diz "e seu estado final é pior do que o inicial" (2 Pedro 2:20). Também verificaram que essas pessoas se tornaram mais resistente ao evangelhos, porque, ou não conseguiram a "vida maravilhosa" que pensavam conseguir, ou tinham a garantia de que eram salvos, pois fizeram uma oração uma vez e "aceitaram Jesus em seu coração".
Podemos ver muito desse quadro nos dias de hoje. As pessoas vão para a igreja, ouvem uma mensagem do tipo "venha para Jesus, Ele tem um plano maravilhoso para sua vida", entendem essa idéia de plano maravilhoso de uma forma bem diferente do que diz a Bíblia (os apóstolos experimentaram essa vida maravilhosa, especialmente em sua morte), nada ouvem sobre pecado, arrependimento, ira vindoura. Mal ouvem sobre a graça, que é desconfigurada porque ela perde o sentido quando não é comparada com a ira de Deus, fazem uma oração como se fosse um encanto tirado de Harry Potter que lhes dá a certeza de serem cristãos e dai por diante fazem parte do "povo de Deus". Poucos meses depois, quando chega a tribulação, perseguição, tentação, a pessoa percebe que foi enganada e cai fora. Mais um "desviado". E muitos dos que ficam, que acabam nunca se convertendo, vivem uma vida reprovável para um cristão. Horas e horas de discipulados são gastas na tentativa de transformar um bode em ovelha. E o máximo que se consegue é uma mudança cosmética, envolta em moralismo.
Precisamos voltar imediatamente para o evangelismo bíblico, que se preocupa menos com os números e mais com a obediência ao Senhor, deixando para que Ele inicie a obra na vida da pessoa, pois "... aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo" (Filipenses 1:6).
Último e importante lembrete, Finney não acreditava no conceito de pecado original. Ele acreditava que todo ser humano nasce neutro e decide em algum momento de sua vida se vai servir a Deus ou não. Cinqüenta por cento de possibilidades para cada lado".
Também não acreditava que o sacrifício de Cristo tinha qualquer ação jurídica em nosso favor. Explicando, ele não acreditava que Deus colocou sobre Cristo o castigo que deveria cair sobre nós. Para Finney, a morte de Cristo foi só um exemplo a ser seguido, sem poder redentor. O poder verdadeiro está na decisão de cada pessoa.
Finney escreveu uma Teologia Sistemática que é muito usada entre os pentecostais, mesmo sendo considerado um tratado praticamente herege, especialmente no que tange a soteriologia.
Enquanto as pessoas continuarem olhando para os números apresentados pelo método de Finney, elas não vão perceber o mal que estão causando à causa de Cristo.
Extraido do blog Pés Descalços Evangelismo

domingo, 4 de abril de 2010

Cura divina?

O sofrimento do próximo causa-nos dor, e quando o próximo é tão próximo (membro da própria igreja), então choramos com ele e com sua família.

Indigna-nos o fato de que, infelizmente, a mentira continue a ceifar muitos corações e mentes. Essa pergunta sempre surge (somos humanos): "E se levarmos a pessoa até o Apóstolo, será que tal pessoa seria curada?" "E se o arrastarmos até aquela tal igreja, o Senhor o curará?"

É trágico, é terrível, é revoltante o que os falsos profetas fazem acreditar, que o "deus deles" é "poderoso", que "há um deus na vida deles" (e não na nossa), que são "profetas de Deus" (e nós falsos profetas). Se acham poderosos, invencíveis, se consideram superdotados pelo Espírito Santo, são os espertalhões da boa-fé popular.

Em cada mil fracassos na esperança de cura eles pinçam um que deu certo (e daria certo em qualquer circunstância, fosse em casa, no hospital, no trem ou na igreja, pois na soberania de Deus Ele iria curar tal pessoa), e o transformam em carro-chefe de suas supostas "credenciais apostólicas", de que lá há cura e há "deus". Outros, mais abundantes ainda, "ganham cachês" para exibirem muletas que nunca usaram, cadeiras de rodas de que nunca precisaram, fracassos financeiros e milagres de prosperidade que nunca aconteceram senão em sua suposta "fé".

Valem-se da dor e da miséria da alma dilacerada pela dor e a utilizam como meio de arrecadação de fundos fazendo da tragédia elemento de propaganda e de divulgação de seus ministérios mentirosos e enganadores.

Meu Deus, como é fácil cair em tentação! Como é fácil trocar a verdade por um mísero prato de lentilhas, por um côvado a mais na existência terrena! Como é fácil negar a fé quando o câncer apodrece os ossos de quem amamos, destrói as imunidades de quem tanto prezamos ou ameaça separar-nos das pessoas de quem gostamos!

Eu desafiei, desafio e desafiarei a TODOS os supostos curandeiros, a acompanharem-me ao hospital do câncer, na ala dos terminais, daqueles que já perderam braços, pernas, órgãos internos, visão, fala, audição, cérebro, a curá-los ALI, TODOS, pelo seu suposto dom apostólico. Nenhum deles até hoje aceitou. E jamais aceitará. O hospital de gente quase morta não é palco para suas performances pirotécnicas de feiticeiros evangélicos. Na verdade o que menos importa é o enfermo; o que mais importa é o que a suposta cura gerará: fama, dinheiro, poder, crescimento do império religioso, egolatria, etc.

Deus cura. E como cura! Suas curas são completas e totais, até que nós cumpramos o Seu propósito. Ele o faz quando quer, como e onde quiser, e utiliza quem quiser para realizá-la, desde que a glória seja dEle, pois não reparte Sua glória com mortal nenhum. Aliás, na ECONOMIA de Deus não há necessidade de toalhinhas, copos com água, arruda, sal, varinhas, rosas, pedras, águas de 7 torneiras ou qualquer outra feitiçaria. Deus cura diretamente no objeto da cura. Afinal, o poder é dEle e não do elemento. E o faz para a glória dEle, não para a glória do orador. E se no passado fez lodo da terra, Ele jamais ensinou a orar com lodo, ou se a sombra de apóstolos curava, nunca o foi porque os apóstolos determinaram, e jamais se utilizaram disso para reivindicar poderes que não tinham. Aliás, eles também adoeciam (e não se auto-curaram).

Se Deus não quiser curar Ele não curará. Ele é soberano. O texto sobejamente utilizado como "legalidade e exigência total para a cura divina", o famoso "colocar Deus na parede" ("Ele levou sobre si as nossas enfermidades") não serviu para Paulo em sua enfermidade ótica, nem para Timóteo em sua enfermidade estomacal, nem para Eparfrodito em sua fraqueza física e nem para todos os cristãos do primeiro século em suas mortes reais (nenhum teve gozo de perfeita saúde para sempre; doutra forma estariam vivos e sadios até hoje). O texto era (e foi) sinal para o período do Ministério do Messias, que qual pastor amoroso, cuidou de Seu rebanho, tratando de suas feridas. E foi dessa forma que o Evangelho o citou, como cumprido ali, em Jesus, em seu ministério messiânico. Ele sofreu as nossas dores, levou as nossas enfermidades (Jesus curava, Jesus consolava, Jesus era de fato o Messias esperado).

Crentes ficam doentes. Neopentecostais ficam doentes. Crentes de qualquer espécie adoecem e morrem. E por quê? Porque "se este tabernáculo terrestre se desfizer" (e ele se desfará quer queiram ou não!), "temos um outro, não feito por mãos, eterno, no Céu". O Reino de Deus não é deste mundo temporário. Este mundo passará. Tudo aqui passará. O que chamamos de nosso hoje será de outros amanhã. Só a alma é nossa, aliás, em termos, pois se não a entregarmos a Cristo, ela será ceifada por Satanás.

Prometer cura aos enfermos é o mesmo que prometer imortalidade aos mortais. O evangelho jamais foi a mensagem de cura para o corpo, mas de salvação para a alma. Se há no decorrer da vida uma cura física - e há muitas! não há promessa específica de imortalidade física, mas há a promessa de imortalidade da alma e da ressurreição dentre os mortos. Fomos enviados a pregar a salvação da alma, não a cura para os enfermos. Devemos orar, clamar, suplicar, implorar a Deus pelos enfermos; mas não devemos transformar um ato intrínseco à fé na própria mensagem da fé. A fé não vem pelo curar, mas pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus.

Mentem os que afirmam curar os enfermos. Mentem! Eles também adoecem e morrem! Todos eles irão morrer! Mas dizem a verdade os que pregam a mortalidade do corpo, mas a ressurreição da alma. Se alguém, de fato, é usado por Deus na cura dos enfermos, jamais dirá "eu orarei e Deus curará", mas dirá "eu orarei e suplicarei a misericórdia do Senhor; se Ele o quiser curará". É isso que nos ensina a Escritura Sagrada.

Àqueles que querem crer na mentira Deus permite a operação do erro, já que não dão crédito à verdade. Daí os supostos milagres comprobatórios. Há milagres entre esses mentirosos? Há. Assim como há milagres geradas por supostas imagens milagrosas, pedras esotéricas, espíritos nos médiuns ou poder do pensamento positivo. Entre a Palavra de Deus e um milagre a nossa fé deve estabelecer-se na Palavra de Deus, ainda que contrarie um milagre. Os escolhidos não se enganam com supostas maravilhas. E os escolhidos são os que escolheram crer no Senhor que ressuscitará os mortos incorruptíveis, não que mumificará os mortos corruptivelmente.

De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro (inclusive a cura de todas as suas enfermidades) se irá morrer e cair no Inferno? Que graça barata foi essa? A de Deus? Jamais.

Como disse John Stott, crer também é pensar.

E eu penso nas coisas lá do Alto, aonde a morte nunca chegará.

Vida eterna. Esse é o âmago.

Pr Wagner Antonio de Araújo

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sua Igreja cresce ou incha?

Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. (I Co 3:6,7).

A lei natural da vida de todo ser criado por DEUS é nascer, se desenvolver, amadurecer, se multiplicar e morrer. Quando nascemos precisamos de alguém para nos alimentar, cuidar, ensinar e encaminhar. Dessa forma amadurecemos, e assim, nos desenvolvemos e passamos a ser independentes, caminhando com as nossas próprias pernas. O próximo passo natural da vida é casar e se multiplicar, gerando uma nova descendência. Por último, como consequência do pecado original, envelhecemos e morremos. Assim tem sido desde a queda do homem, e continuará a ser até a Volta de Cristo.

Esta lei também se aplica a Igreja. Todo crente sincero e dedicado a Obra de DEUS deseja ver mais e mais pessoas recebendo a Jesus Cristo (é ele que nos aceita) como seu Único e Suficiente Salvador e sendo batizadas, tornando-se membros em uma Igreja local. Todo pastor que ama o seu rebanho quer que ele cresça, amadureça e se multiplique. Esta é a lei e o desejo de DEUS: "Ide, fazei discípulos; frutificai e multiplicai-vos" (Mt 28:19; Gn 1:28). Uma missão nasce e, sendo bem cuidada e bem alimentada na Palavra de DEUS, cresce saudável e se torna uma congregação. Logo esta congregação amadurece e se torna uma Igreja local independente. O próximo passo é frutificar e se multiplicar, e é sobre isso que gostaria de compartilhar neste estudo.

A Igreja (a reunião dos santos) é o corpo de Cristo representado aqui na terra: "E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência" (Cl 1:18). Hoje em dia é cada vez mais comum vermos igrejas como uma organização, e cada vez mais difícil como um organismo. Um corpo é um organismo, uma corporação é uma organização. São antagônicas em seu funcionamento e em seus objetivos.

A moda "gospel" do momento é o "movimento de crescimento da igreja", mais conhecida pelos pomposos títulos de "igreja emergente" e/ou "igrejas com propósitos". Este movimento, o qual prefiro chamar de "igreja ao gosto do freguês", vem contaminando Igrejas pelo mundo afora, tendo como seu principal guru o herético Rick Warren, que ficou milionário as custas de incautos que frequentam a sua igreja e pagam para assistir as suas palestras ou consomem seus livros repletos de heresias e técnicas psicológicas.

A proposta deste movimento é atrair o maior número de pessoas possíveis através da aplicação das últimas técnicas de psicologia e marketing, apelando para a máxima de que "o freguês sempre tem razão", portanto tudo que atraia, e agrade para manter, o fregues, não importando o quê, deve ser oferecido, não levando em consideração os meios utilizados desde que se chegue aos fins desejado: atrair, cativar e manter o maior número de pessoas. Isto se chama pragmatismo! Por outro lado, qualquer outra coisa que possa espantar ou ofender o fregues, incluindo aí pregar sobre o pecado, a necessidade de arrependimento e o inferno, devem ser abolidos dos púlpitos destas igrejas.

Os lideres destas "igrejas ao gosto do fregues" almejam os lucros, ou seja, a lã das ovelhas. São marqueteiros gananciosos que chamam suas empresas de "igreja" e que promovem o seu produto de má qualidade através de propagandas engenhosas, vendendo esterco no lugar de alimento para os tolos que se deixam enganar. Como o que não falta no mundo são os tolos, suas "igrejas empresas" estão lotadas, cheias de pessoas vazias, aumentando assim o status e os lucros de tais líderes. Eles, e seus tolos seguidores - verdadeiras marionetes - querem justificar todas as suas tolices e bizarrices, usadas e abusadas para propagar o seu produto estragado, que se estão crescendo tanto é porque Deus está aprovando e se agradando de tudo isto que eles chamam de "ministério". Acontece que se formos usar este argumento para julgar o que agrada ou não agrada a Deus, teríamos então que afirmar que algumas religiões totalmente anticristão estão sendo aprovadas por DEUS. O Islamismo, por exemplo, é a religião que mais cresce em todo o mundo e sabemos que eles são anti-Cristo.

O manual de conduta da Igreja deve ser somente a Bíblia Sagrada. Não necessitamos do marketing psicológico e pragmático e nem dos livros heréticos dos famigerados Rick Warren, Peter Wagner, Philip Yancey, Max Lucado e toda esta corja de escritores de auto-ajuda. Para crescermos saudáveis e nos multiplicarmos, tanto como pessoas como Igrejas, precisamos somente da Ajuda do Alto, através das orientações contidas nas Sagradas Escrituras, o Livro dos Livros (II Tm 3:16-17).

A Igreja de Cristo deve crescer e multiplicar-se, para assim expandir o Reino de DEUS até que Cristo volte e busque a Sua Igreja. O verdadeiro crescimento somente DEUS dá. Um jardineiro ou um agricultor, por mais que trabalhe e se esforce, não tem controle nenhum sobre o crescimento e a frutificação da semente ou da muda que plantou. Ele, como bom servo, apenas planta, rega, aduba e zela pela sua plantação, porém somente DEUS é quem vai decidir o que, como e quando vai brotar ou frutificar. Com a Verdadeira Igreja de Cristo ocorre da mesma forma.

Para um crescimento saudável a Igreja precisa ser bem nutrida com uma boa alimentação e aí está o papel do verdadeiro pastor. O tipo de alimento que este pastor der a Igreja na qual ele foi posto por DEUS para cuidar e ensinar, refletirá, e muito, no seu crescimento e frutificação. Aí está a importância de um pastor fundamentado na Palavra de DEUS e que tenha a coragem de batalhar pela sã doutrina (Jd 1:3).

O crescimento saudável de uma Igreja é medido através do batismo de novos crentes. Uma Igreja cresce pelo batismo, ou seja, pelo recebimento de novos convertidos ao seu rol de membros. Membros vindos de outras Igrejas através de carta de transferência ou aclamação não demonstram um crescimento, mas sim um inchamento da Igreja. Devemos ter muito cuidado com os batismos onde os batizando são todos, ou na sua maioria, filhos de membros da Igreja. Isto pode indicar que a Igreja não está crescendo, mas se reciclando.

Um outro fator importante que devemos observar em uma Igreja saudável em crescimento é que ela se multiplica. Uma Igreja saudável literalmente se espalha por todo o seu redor, criando assim novas Igrejas. Ao invés de termos uma Igreja com quinhentos membros no centro de uma cidade, o correto é que está Igreja se espalhe em outras quatro Igrejas de cem membros cada espalhadas pelos bairros da mesma cidade, por exemplo. Assim teríamos cinco Igrejas - uma no centro e outras quatro espalhadas pelos bairros - que logo estarão se multiplicando em muitas outras Igrejas. Isto facilita a locomoção das pessoas até a Igreja e também a evangelização da cidade, pois não está centrada em um só local ou área, mas expandida por toda a cidade. Algumas destas Igrejas mães - das quais frutificaram muitas outras Igrejas - podem, com o passar do tempo e por diversos motivos, morrerem. Porém, ao se multiplicarem, mantiveram viva a obra que um dia iniciaram naquela localidade.

Para que a Igreja de Cristo cresça e frutifique, basta seguirmos a Sua Palavra que nos ordena: Pregue o Evangelho! (Mar 16:15). Os apóstolos iam de cidade em cidade pregando a Palavra. Não escreviam ou vendiam livros de auto-ajuda, não usavam de psicologia e não apelavam ao emocionalismo e a ignorância do povo. Simplesmente cumpriam a ordem do Mestre: Pregai o Evangelho!

Não somos assessores de marketing ou de imagem de DEUS. Não está em nossas mãos o poder de germinar a semente lançada nos corações. A Salvação pertence ao Senhor! (Jn 2:10). Oremos pedindo a DEUS sabedoria e coragem para pregarmos a Sua Palavra e então "todos os dias acrescentará o Senhor à igreja aqueles que haverão de se salvar (At 2:47).

Que DEUS tenha misericórdia de Sua Igreja,

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Concilíábulo dos Dissidentes "Revoltados"

(Advertência: Esta é uma obra de ficção (ou facção). Qualquer semelhança com os nomes e as pessoas fictícias terá sido mera coincidência?)

Tudo havia sido preparado: O salão oval, os microfones individuais, telões para vídeo-conferência, luxo e ostentação. Abertas as portas, parecia um grande estouro de boiada! Correria desenfreada, empurra-empurra, todos ávidos pelos primeiros e mais destacados lugares.

O presbítero Contexto Bíblico, fora de seu "habitat" costumeiro, isolado num canto, pode constatar a presença de alguns dos mais ilustres representantes do neo-carismatismo [pentecostal], neo-ortodoxismo e outros neo-desavergonhismos atuantes: O bispo Valdir Azedo, bispo Rodomiro, bispo Ausente Fernandes e sua mulher, Insônia Femandes, o missionário R.R. Tavares, o missionário Levi Miranda, o sempre carismático Diótrefes Primazia, Iscariotes Honesto, Caim da Paz, Geazi Humilde, Ananias Safirando, e o secularissimo irmão Demas: "Tutti buena gente". Uns quarenta, ao todo.

Do funcionamento do plenário

"TRANQUEM AS PORTAS", berrou a mil decibéis, o bispo Rodomiro, concitando os presentes para o início da reunião dos REVOLTADOS. "Um instante", bradou o Missionário Levi Miranda: "Quem te colocou por cabeça sobre nós? Quem te nomeou presidente desse conciliábulo?" Ouviu-se um estrepitoso som da claque: "Apoiado! Apoiado!". Enérgico, replicou o Bispo Rodomiro com toda a sua mansidão e longanimidade: "CALE A BOCA!". "Entendo, com toda humildade, ser o único competente para presidir esta Confraria". ""Como, se somos da mesma patente?" Exclamou o bispo Valdir Azedo. Rodomiro não ficou atrás: "Siguinte: o salão é meu, as cadeira é minha, os som 'são' meu, afinal de contas, TÔ PAGANO". O bispo Valdir Azedo arrazoou consigo mesmo: "Estou careca de saber que democracia não funciona". "Declaro aberta a sessão deste sacrossanto Conciliábulo".

A guisa de prolegômenos e saneador, continuou o Bispo Rodomiro em suas digressões, quando novamente fora interrompido pelo presbítero Contexto Bíblico: "Não deveríamos orar primeiro?" "NÃO, pura perda de tempo, Time is money", exclamou o humilde bispo, proprietário de uma modesta casinha de 8 milhões de dólares em Beverly Hills. Diante de tão apropriado aparte, todos concordaram em considerar como meros adiáforos quaisquer oração ou exortação.

"Muito bem", continuou o bispo Rodomiro. "Por que estamos tão revoltados com nossas denominações? Deixem-me ler como meditação uma palavra bíblica: Quem não vem pelo amor, vem pela dor! (Zedequias 1:71), ou coisa parecida".

Foi caos! - Todos falavam e berravam a um só tempo. Loucura! Babel! Ninguém entendia ninguém! "Silêncio! Silêncio!"

A custo, conseguiu retomar a palavra o bispo Rodomiro: "Como nem todos podem exprimir o motivo de suas revoltas, nomeio dois irmãos para representar os demais. Foi por motivo DOUTRINÁRIO?" Indagou Rodomiro. "Não bispo, foi pura divisão de NUMERÁRIO", disse o missionário Levi Miranda, secundado pelo missionário R.R. Tavares. "Outra opinião?" "Fo Foi de dd dd", tentou esclarecer o irmão recentemente curado de gagueira no Maior Templo do Mundo. Ao final, entendeu-se claramente a questão do cisma: "dd é divisão de dividendo", concluiu o ex-gago com ares de vitória! E todos gritaram "amém, amém!". E o missionário Levi Miranda tentou remediar: "Alguns, mesmo curado, tem dificuldade de falar, não se podemos critiquiza-los-eles".

Foram vários os incidentes quando do saneador. Um dos mais graves foi a disputa de lugares e posição de destaque entre os membros da confraria. "Pequenos" emergentes querendo ser grandes, enquanto que "grandes" estáveis colocavam obstáculos à sua participação, tratando-os de "Nanicos inoportunos". Rodomiro, o bispo, agiu com prontidão: "Aqui não haverá qualquer discriminação. Não tem pretos nem brancos, ricos ou pobres, ninguém é melhor que ninguém. A partir de agora todos somos verdes. AMÉM? Vamos retomar a reunião". Os "verdes claros" (os que detêm mais tempo na mídia) "sentam na frente, os verdes escuros lá atrás".

Dr. Jonas Elias de Oliveira
Jornal O Fundamentalista

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pastoras Batistas? Kyrie eleison!

A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), que esteve em assembleia em Cuiabá (janeiro/2010), precedendo às reuniões da Convenção Batista Brasileira (CBB), em suas Assembleias-Gerais aprovou, com votação apertada (106 a 98 dos delegados presentes), a ordenação de mulheres ao ministério do pastorado.

A partir da ratificação, durante a Assembleia-Geral, a OPBB e a CBB, e, mais dramaticamente ainda, o povo Batista do Brasil, terão dado um dos mais infames passos de sua história, rompendo com princípios bíblicos mais uma vez, e, mais uma vez, cedendo à carne, às ideologias, ao mundo, e, pior, ao Diabo.

Kyrie eleison! (Senhor, tende piedade!)

Por estas e outras que saí da Convenção Batista Brasileira!

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domingo, 17 de janeiro de 2010

10 razões pelas quais você deve rejeitar o movimento pentecostal

Um dos movimentos mais confusos que veio à tona na cena religiosa deste último século foi, sem a menor sombra de dúvida, o chamado movimento pentecostal. Esse movimento perverteu muitos crentes despreparados e neófito, bem como muitos incrédulos, desencaminhando-os para doutrinas falsas, heresias e meninice. Leitores, considere comigo 10 razões pelas quais você deve rejeitar o movimento pentecostal:

1. A Bíblia não é a Autoridade Final no movimento pentecostal! Os pentecostais ignoram sistematicamente a Autoridade e Doutrinas Bíblicas, demonstrando claramente esse desprezo usando fora do contexto, o verso que diz (se referindo à lei) que a "…letra mata…" (II Co 3:6). A Bíblia, todavia, diz em outro trecho: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar…" (II Tm 3.16). Outra prova disso é a pesada influência do movimento pentecostal ao apoio das versões modernas da Bíblia. O líder da [demoníaca] renovação carismática, que dividiu os Baptistas na década de 60, Enéas Tognini, apesar de alegar vários "dons do Espírito Santo", parece que não consegue saber o mais básico assunto da vida cristã que é justamente onde está a Palavra de Deus, já que ele usa e defende a maior e a mais clara FALSIFICAÇÃO da Bíblia em português que é a Bíblia na Linguagem de Hoje!

2. O movimento pentecostal enfatiza O Espírito Santo, enquanto a Bíblia diz que o Espírito Santo glorifica a Jesus Cristo! A Bíblia diz: " Ele me glorificará…" (Jo 16:14) .

3. O movimento pentecostal acomoda o mundo com sua música rock, danças, coreografias, vestes imodestas, celebridades e shows. A Bíblia diz: "… qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tg 4:4).

4. O movimento pentecostal promove o ecumenismo! Nenhum outro movimento "evangélico" foi tão bem sucedido em promover o ecumenismo como o movimento pentecostal. Bíblia diz: "…saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor…" (II Co 6:17). E ainda mais: "…Sai dela, povo meu, para que não sejas participantes dos seus pecados…" (Ap 18:4).

5. O movimento pentecostal é orientado para a EXPERIÊNCIA! O abuso escandaloso em círculos pentecostais chegou ao ponto ridículo de se imitar vozes e gestos de animais (leão, cachorro, galinhas, cobras etc...) semelhante aos cultos demoníacos, nos quais as pessoas são possessas e se contorcem no chão em poses indecentes! Isso ocorre em muitas igrejas pentecostais sem a menor refutação por parte dos membros nem líderes que são os maiores culpados dessa blasfémia e querem que os outros acreditem que esse show deprimente e tenebroso vem de Deus. A Bíblia diz a respeito de muitos que eram cheios de experiências espirituais e dons: "…Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." (Mt 7:21). Que tragédia!

6. O movimento pentecostal busca sinais como atalho para espiritualidade! A Bíblia diz: "…tudo o que não é de fé, é pecado." (Rm 14:23).

7. O movimento pentecostal declara que as (suas) línguas são linguagens celestiais. A Bíblia diz claramente que aquele fenómeno era simplesmente um dom espiritual que consistia na capacidade dada aos discípulos de falar linguagem humana existente: "Como, pois, os ouvimos cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?" (At 2.8. Note também que, no Novo Testamento, após Atos capítulo 2, aqueles discípulos, incluindo os apóstolos, não falaram mais em línguas desconhecidas! Leia todo o Novo Testamento e procure-os falando em línguas desconhecidas. Você não achará!

8. O movimento pentecostal clama que a cura física está na promessa da Expiação. Esse ensino é fácil de ser refutado. Se isso fosse verdade, nenhum crente morreria! Depois de dois mil anos de história, é óbvio que milhões de crentes salvos em Jesus Cristo, incluindo piedosos missionários e outros incontáveis crentes cheios do Espírito Santo, morreram vítimas de terríveis e inúmeros tipos de doenças! A Bíblia diz claramente que o maior agente de cura no novo Testamento (exceto Jesus Cristo), o apóstolo Paulo, não podia curar o seu próprio amigo! Isso prova que os dons miraculosos foram cessando mesmo na era apostólica: "Erasto ficou comigo em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto." (II Tm 4:20).

9. O movimento pentecostal negligencia o ensino claro da ordem na igreja. A Bíblia diz: "As mulheres estejam caladas nas igrejas…" (I Co 14.34). Para os homens: "E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete." (I Co 14:27). "As línguas são um sinal…" (I Co 14:22). Esse sinal temporário era para os judeus e já cessou: "…havendo línguas, cessarão…" (I Co 13.8. "Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado." (I Co 13:10) O "perfeito" aqui é, sem a menor sombra de dúvida, o cânon encerrado (Ap 22:21) das Escrituras.

10. O movimento pentecostal clama o endosso de Deus para suas práticas. A Bíblia, entretanto, proclama que Satanás também é "pentecostal"! Esses pentecostais "cheios do poder", cheios de arrogância espiritual, não são prova de NADA, pois a Bíblia diz: "A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, como todo o poder, e sinais e prodígios de mentira." (II Ts 2:9), "E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens." (Ap 13:13).

Conclusão

É impossível um eleito (salvo) morrer sendo ainda um pentecostal. Eu creio que lá há alguns cristãos, mas ainda vão se arrepender e sair de lá. Porém muitos estão enganando a si próprios nesse movimento, que prega, inclusive, a perda da salvação, que é a maior heresia e ensino falso de todo o movimento pentecostal - Renovado. Isso é a mesma coisa que salvação pelas obras! Se alguma pessoa nesse movimento, crê na salvação pelas obras, não é possível que seja salva. Lembremo-nos também que, multidões lotando templos (argumento preferido dos pentecostais para tentar autenticar suas crenças) ou "denominações super-poderosas", não significam absolutamente NADA nos dias de apostasia em que vivemos. Saia da confusão, "Porque não ignoramos os seus ardis." (II Co 2:11).

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