segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sou Maçom, e daí?

A maçonaria é um assunto inquietante, quer a pessoa seja religiosa, quer não. A sua influência em todo o aspecto da vida é observável nos âmbitos político, social e até religioso. E é sobre a influência no âmbito religioso que quero manifestar a minha opinião.

Porque a maçonaria infiltrou-se na igreja?

A fim de alcançar seu objetivo com mais facilidades, usa de palavras grandiosas, esconde sua verdadeira fisionomia e mostra ao publico tão somente um rosto mascarado. Uma razão é que ela assevera em toda parte (muito infundadamente) não ser uma religião. Afirma ser compatível com todas as religiões e não haver nada que contrarie a crença cristã. Mas ainda sim afirma ser uma filosofia, sendo fácil provar a falsidade disso.

Escrevendo em the Encyclopedia of Philosophy, William Alston, Professor de filosofia da Universidade de Michigan, cita os seguintes característicos da religião (A maçonaria apresenta os nove):

- Crenças em seres sobrenaturais (Deus ou deuses);
- Distinção entre objetos sacros e profanos;
- Atos rituais centrados nesses objetos sagrados;
- Um código moral com sanção sobrenatural;
- Sentimentos religiosos inspirados por objetos ou rituais sagrados e ligados em pensamento com Deus ou deuses;
- Oração;
- Uma dada cosmovisão que delimita o lugar do individuo dentro do mundo;
- A maior ou menor organização de toda a vida de alguém baseada nessa cosmovisão.
- Um grupo social ligado pelos traços acima.

Isso mostra a desonestidade no que diz respeito aos seus ensinos. Ela nega não oferecer nenhum plano de salvação, mas o faz, oferece salvação com base nas boas obras e no mérito pessoal, plano esse que a Bíblia condena como " evangelho falso". Ela alega que a Bíblia é sua grande luz e regra e guia da fé e prática maçônicas. Mas, na realidade, trata a Bíblia meramente como símbolo, uma peça de mobília da loja. Distorce assim, a Bíblia em seus rituais e altera seus ensinos. Alias, reconhece os escritos sagrados de muitas outras religiões como igualmente validos para os maçons.

O Deus da loja maçônica não tem absolutamente nada de semelhante em qualquer aspecto, com o Deus do cristianismo. O deus da maçonaria é uma deidade pagã, estranha, que obriga os membros da loja a tomar parte na idolatria - o culto a um deus falso.

A maçonaria alega reverenciar a Jesus Cristo. Mas em rigor, nega-o, blasfema contra Ele e desvia dEle o homem. Apaga o nome de Cristo de suas orações e citações escriturísticas; oferece os títulos e as funções de Cristo aos descrentes; obriga os cristãos a desobedecer a Cristo proibindo qualquer discussão sobre ele durante as atividades da Loja; nega a deidade de Jesus Cristo e ensina que era apenas um homem; e, finalmente, nega o papel salvífico de Cristo. Alguns maçons chegam a ensinar que a mensagem cristã da redenção divina é uma corrupção das antigas histórias pagãs. Que podem tornar o homem bom negando o ensinamento Bíblico da pecaminosidade do homem e da necessidade da regeneração. Ensina ainda que todo homem viverá para sempre no Oriente Eterno. Assim, uma vez que Deus é o Pai espiritual de todos os homens. Entretanto isso é infundado. Somente os que creem em Cristo recebem o direito de se tornar Verdadeiros filhos espirituais de Deus.

Mas mesmo sabendo de tudo isso ainda nos incomoda a seguinte pergunta: Até quando permitiremos que membros e lideres da nossa Igreja sejam maçons? É inegável que os maçons de hoje assumem cargos de liderança dentro da igreja. Há maçons entre pastores, professores de escola dominical, presbíteros e membros de conselhos. Os maçons exercem poder e muita influência em muitas congregações.

Mas nos incomoda muito mais, o medo de alguns cristãos tem tido de reagir. A maioria não diz mais que uma palavra em resposta a essa situação. Pastores de toda parte parecem temer enfrentar essa questão, receosos de ferir os sentimentos das pessoas, perder o apoio financeiro e dividir sua igreja.

Jesus falou daqueles que estavam receosos de magoar as pessoas por causa de princípios, dizendo que elas, "amaram mais a glória dos homens, do que a glória de Deus" (Jo 12.43). Cristo enfrentou religiosos de sua geração. Jesus não recomendou, aceitou nem nomeou essas pessoas como lideres de igrejas. Aliás, condenou-as, considerando-as hipócritas e enganadoras: "Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mt 15.7-9).

Permitir que os maçons ensinem e governem na igreja é como pôr fermento no pão. Jesus disse que um pouco de fermento leveda toda a massa (Mt 16.6, 11, 12).

Pode a igreja permanecer por muito tempo fiel às Escrituras, permitindo que o homem transija a verdade de Deus? Pode uma igreja ser abençoada por Deus, cheia do Espírito Santo e por ele dirigida, e ficar forte e vitalizada transigindo suas próprias doutrinas? Pode preservar o evangelho permitindo que aqueles que ensinam o "outro evangelho" da salvação pelas obras assumam cargos de liderança na igreja?

Encerramos assim afirmando que a verdade deve ser preservada de qualquer modo e, que eles abandonem as suas lojas ou deixem suas igrejas. Quando mais cedo saírem da igreja melhor. Melhor um com Deus do que mil sem Ele. Lembrando que "Todo aquele que nega o filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o filho tem igualmente o Pai" (1 Jo 2.23). Os maçons também precisam escolher: pertencem ao Senhor ou a Baal? Os que pertencem ao Senhor se arrependerão: "Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: "Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor" (2 Tm 2.19).

1. Ankerberg JOHN , Weldon JHON.., Os ensinos secretos da maçonaria.
2.Paul Edwards, ed., s.v. "Religion"

Jhonatan Alves (presbiterianoscalvinistas.blogspot.com)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Quem é quem no pentecostalismo?


Charles Fox Parham
Charles Fox Parham
Pai do pentecostalismo e fundador da "assembleia de deus"
Sofria de uma forte depressão;
Era membro da Ku Klux Klan [grupo que odeia, entre outros, os negros e os judeus];
Foi preso por ter violentado sexualmente um garoto;
Obrigava um aluno negro a assistir as aulas sentado numa cadeira fora da classe, no corredor. Antes de morrer, exigiu que fosse enterrado onde nenhum negro estivesse;
Tudo isto na mesma época em que fundava sua igreja!!;
Era membro da Maçonaria;
Ele pregava publicamente que todos deveriam evitar se consultar com médicos e evitar crer em qualquer benefício da medicina. Que todos deviam ao invés disto, crer que somente a fé os curaria. Bem, um dos seus filhos pegou uma doença e morreu. Tinha apenas 16 anos. O outro filho morreu, também de doença, com 37 anos;
Uma menina de sua igreja ficou doente. O pai dela recusou tratar a doença da filha. Esperava a cura milagrosa. Ao invés disto, a criança morreu. Este fato, fez muitos se voltarem contra o pregador, pois a doença era tratável, mesmo com a limitada medicina disponível em 1904;
Foi o primeiro "pregador" a "orar" ["ungir"] sobre um lenço e vender lenços idênticos pelo correio, a um alto preço, evidentemente [o "apóstolo" Valdomiro Santiago "aprendeu" com ele];
Ele mesmo sofreu muitas doenças e não raro, estava doente demais para pregar ou viajar. [ele não vivia o que pregava?!?];
De dezembro de 1904 até fevereiro de 1905, ele mesmo esteve acamado e doente [tinha "pouca fé" ou "estava em pecado"?!?;
Suas pregações/patifarias, não pararam aí. Em 1908 passou a pregar que tinha como achar a "Arca da Aliança" bíblica. Ele declarou a jornais, que para achar a arca perdida, tinha que ter dinheiro para ir até a Palestina. Em tempos pré-jato, uma viagem a Palestina, era muito cara;
Bem, os fiéis deram a quantia necessária para a viagem, tudo arrancado dos pobres salários. Ele nunca viajou até a Palestina. Ele simplesmente embolsou a grana para a viagem e inventou que havia sido roubado em New York. Os fiéis acreditaram em mais esta farsa [o que é comum entre os pentecas];
Os fiéis dele eram "crentes" mesmo. Um deles achou que o "falar em línguas" lhe permitiria pregar o evangelho aos indianos. Viajou para Índia e lá notou que nada que falava os indianos entendiam. [seria "xuricantalas salabalailabassaia?!?"].


Gunnar Vingren e Daniel Berg
Gunnar Vingren e Daniel Berg
Trouxeram a "assembleia de deus" para o Brasil
Foram expulsos da igreja Batista nos EUA por se rebelarem contra a Sã Doutrina e provocarem divisões;
Tiveram uma "visão" que deveriam vir ao Brasil montar uma "nova" igreja [todas as seitas nasceram assim, de uma "visão" que seus lideres tiveram];
Chegando aqui, foram à uma igreja Batista e se apresentaram como pastores Batistas, portando, mentindo ao pastor daquela igreja;
Pediram entrada nessa igreja, entrada esta que foi de princípio negada por não terem carta de transferência (e nem poderiam ter, pois tinham sido excluídos). Omitindo que eram membros excluídos, apresentaram-se como verdadeiros pastores batistas e disseram que as cartas de transferência estavam chegando por navio, e isso lhes deu a confiança do pastor Batista para permitir que morassem no porão da igreja;
O pastor que os recebeu de braços abertos precisou viajar para uma convenção. Sem a presença do pastor, e ajudado por um co-moderador da igreja, eles conseguiram filiação na igreja, mesmo sem as cartas de transferência. Começaram então a induzir alguns membros a ficarem após o culto para assistir suas reuniões, às quais, eram feitas sem o conhecimento e a autorização da igreja e no porão onde estavam instalados;
Seus "cultos" eram muito barulhentos e cheios de êxtases, e alguns começaram a dizer que tinham recebido dos dois o que eles chamam de "batismo com fogo". Um irmão da igreja descobriu o caso, e logo comunicou a igreja. Foi feita uma reunião para apurar o caso, e nessa reunião os dois e mais onze membros da igreja foram excluídos;
Os dois, agora excluídos, continuaram a realizar trabalho de proselitismo entre os membros da Igreja. O proselitismo perdurou por toda a sua vida. Um deles afirma em seu diário que: "Por onde íamos, buscávamos nas igrejas e nas casas dos batistas infundirem o novo batismo". Este "novo batismo" constitui a heresia pentecostal de "doar" aos "crentes" o "dom de línguas";
O que estes dois fizeram foi desonesto. Mentiram que eram Batistas quando não eram. Diziam estar em comunhão quando na verdade foram excluídos. Esperaram um pastor viajar para poderem agir de uma forma sorrateira. Ensinaram heresias e práticas antibíblicas. E pior, dividiram o corpo de Cristo;


Aimee Semple McPherson
Aimee Semple McPherson
Fundadora da igreja do evangelho quadrangular
Ela se casou três vezes: um faleceu e os outros dois [maridos] pediram divórcio;
Seu segundo casamento foi um fracasso do começo ao fim. Ela era histérica, nervosa, negligente, preguiçosa. Além de tudo, traiu o seu infeliz marido. Nenhum de seus biógrafos sabe quantas dezenas de amantes ela teve enquanto o seu marido sofria. Ele finalmente pediu divórcio em 1921;
Aos 40 anos de idade ela casou-se novamente [seu terceiro casamento] com David Hutton, um cantor e ator, 10 anos mais jovem que ela. Isso causou grande controvérsia dentro da Igreja pois seu ex-marido ainda vivia (isso era contra a doutrina que ela mesmo havia estabelecido na sua igreja);
De novo veio o divórcio, em menos de três anos de infeliz união. Ela casou já tendo um harém de homens. E virou ex-mulher de novo;
Neste período, se relacionou com um homem casado, o Sr. Kenneth Ormistron [isto não é pecado?!?];
Em 18 de maio de 1926, ela e sua secretária, foram à praia. Ela foi ao mar e não mais foi vista. Inicialmente, achou-se que tinha se afogado, e grande rebuliço aconteceu em todos EUA, especialmente em Los Angeles, centro de suas "atividades evangelísticas". Equipes de busca foram organizadas, e incansavelmente buscaram o corpo dela. Uma jovem, devota dela, mergulhou em sua busca e acabou morrendo afogada;
Todos lamentavam a sua morte quando 1 mês após o seu desaparecimento, sua mãe recebeu um bilhete exigindo $500 mil pelo resgate de sua filha, ou ela seria vendida como escrava. O caso foi investigado, porém a polícia não encontrou indícios de sequestro. Ela reapareceu noutra cidade, inventando uma fábula de que teria sido sequestrada. Após investigações, a versão policial: Na verdade toda a fábula era para evitar que percebessem que ela havia tido uma tórrida paixão durante o mês do seu desaparecimento, com muito sexo, com seu amante Kenneth Ormiston. O casal já havia sido visto antes numa viagem conjunta à Europa. Uma recepcionista de uma loja mostrou que ela e seu amante estavam na cidade de Karmel, Califórnia. Várias outras pessoas testemunharam terem visto as aventuras "amorosas" dela. Enquanto isto, ela ia tendo cada vez mais seguidores na igreja que fundou [e mais $dinheiro$];
Um ano depois deste escândalo, ela começou a enrolar os seus cabelos, a usar jóias, peles caras, usar vestidos curtos. Igualmente bebia muito e em público dançava, "aproveitando a vida". Anos antes ela pregava contra tudo isto, garantindo o fogo do inferno a quem tivesse tais pecados. Agora, praticava aos montes estes terríveis pecados;
Sofria de depressão e tomava antidepressivos e tranquilizantes para dormir [ela não era cheia do espírito e dos dons??!!];
Na noite do dia 26 de setembro de 1944, se suicidou tomando vários comprimidos para dormir e deixou outros tantos em baixo do seu travesseiro. [alguns adeptos de sua igreja alegaram "overdose acidental"(?!)];
O autor Robert Barh, no livro "The Least of All Saints", no narra muito bem os últimos anos de vida dela. Ela ia aos poucos se viciando em drogas. Sua paixão por barbitúricos se completava ao seu amor por homens na cama. Neste livro tem uma foto dela com alguns de seus seguidores. Ela aparece caída de bêbada no chão [estaria embriagada no "espírito"?!?]. Os seguidores [também no chão] se acham "batizados no espírito";
Sua mãe a ajudava no milionário "negócio evangélico" de sua igreja. Dividiam o dinheiro arrecadado dos fiéis. Tanto dinheiro que deu numa sucessão de brigas horríveis entre mãe e filha. Uma briga entre elas teve como resultado ela quebrar o nariz da mãe com um forte soco. Sua mãe, apoiada pela neta, decidiu processá-la. Não era a questão do soco. O dinheiro era de novo o centro do processo;
O herético Benny Hinn costuma visitar o túmulo dela para receber a "unção" que flui de seus ossos [ela virou santa agora!!!???].

Bibliografia
  1. The life of Charles F Parham: Founder of the Apostolic Faith Movement; Sarah E. Parham; Garland Publishing, Inc.; New York & London, 1985; original in 1930 Chapter VII, The Latter Rain, The Story of the Original Apostolic or Pentecostal Movements by Charles F.Parham; Also: American Pentecost; Ted Olsen;
  2. A edição 58, volume XVII, Nº 2, ano de 1998, da revista Christian History;
  3. Fields White Unto Harvest, James Goff Jr.
  4. Bethel Bible College;
  5. The Faith Healer, Eve Simson;
  6. The Dictionary Of Pentecostal and Charismatic Movements;
  7. The Vanishing Evangelist" , Lately Thomas;
  8. Least of all saints, Robert Barh;
  9. Sister Aimee, Epstein;
  10. The Healing Question, Arno Clemens Gaebelein;
  11. Mídia impressa da época;
  12. Atas e documentos da PIB do Belém do Pará;
  13. Diário de Gunnar Vingren;
  14. Biografias [autorizadas e não autorizadas] de Aimee Semple McPherson.
JD. Berean

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O Extremista

Há tempos que venho discordando, contestando e combatendo uma série de desvios doutrinários/litúrgicos que vem crescendo no meio da igreja local da qual eu fazia parte [pentecostalização, emocionalismo, desordem e irreverência durante os cultos, etc.]. Por diversas vezes levei o meu descontentamento e discordância ao conhecimento dos pastores [os quais amo e sou muito grato], que pouco puderam fazer por causa da tal "DEMOcracia" batista [a qual deveria ser "TEOcracia" com administração congregacional, mas isto já é assunto para um outro artigo]. Como não via nenhuma perspectiva de mudança [e nem vontade] por parte da igreja, resolvi, depois de um longo tempo de oração e aconselhamento com outros pastores amigos meus, pedir o meu desligamento do rol de membros.

A minha saída causou uma certa turbulência entre alguns membros fiéis, dentre eles os meus alunos da classe dominical, que levou o pastor a explicar o porquê da minha ausência no posto de professor da classe de catecúmenos, que agora era assumida por ele. A explicação dada foi direta e objetiva: "ele [eu] não aceita as mudanças e a 'modernização' da igreja; vai muito aos extremos, não tem meio termo; é oito ou oitenta"; ou é, ou não é; ou seja, é [sou] um extremista!

Após avaliar bem esta declaração, cheguei a uma conclusão: dentro do contexto apresentado, DEUS também é um extremista.

Vejamos alguns exemplos:

a) "Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca." (Apocalipse 3.15 e 16). Há meio termo aqui? Ou se é quente ou se é frio.

b) "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6). Só se chega ao Pai através de Jesus, não há outro. Ou é ELE ou nada feito!

c) "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." (Mateus 7.13 e 14). Só há duas portas, e uma só escolha entre dois extremos: ou a Vida, ou a perdição!

d) "E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão." (Lucas 13.23 e 24). Isto que é ser extremista!

e) "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado." (Marcos 16.16). Ou crê, ou está no inferno! Ou é oito, ou é oitenta!

f) "Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho!" (1 Coríntios 9.16). Paulo tinha escolha? Ou vai, ou vai!

g) "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna." (Mateus 5.37). Ou é sim, ou é não. Todo o resto procede do diabo! Não seria muito extremo?!

h) "Se alguém vier a mim e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo." (Lucas 14.26). Foi muito ao extremo, não acha?

i) "E outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus." (Mateus 19.24). Ou vai, ou racha!

Há dois caminhos e dois destinos, e só temos uma escolha: Céu ou inferno! Isto não é ser extremo? Assim concluo, dentro deste raciocínio e contexto, que DEUS é "O Extremista" e nós, como servos que somos, devemos seguir e imitar o Mestre [Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; (Efésios 5.1)]. Assim sendo, sou extremista sim senhor, pois filho de extremista, extremista é!

JD Berean (recebido por e-mail)

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