quarta-feira, 18 de março de 2015

Influência das religiões afros na formação do pentecostalismo

O movimento pentecostal começou (teve uma grande influencia, bebendo diretamente na fonte) entre os afro-americanos, filhos de ex-escravos, os quais traziam enraizados em sua cultura as religiões africanas repletas de sincretismos e misticismos. Isso explica a similaridade entre o pentecostalismo e os cultos afros, com suas possessões e manifestações tais como farenose (“cair no espírito”), glossolalias (as tais “línguas estranhas”), giras (“danças no espírito”), êxtases emocionais (“unções do riso, do leão, do zoo, etc”).

Foi o “pastor” William Joseph Seymour (filho de ex-escravos) que deu o ponta-pé inicial e liderou este movimento. Seymour tentou impor sua nova “teologia” onde pastoreava, porém não foi bem recebido e então ele fez aquilo que se tornou praxe entre os pentecostais: rachou a congregação e fundou sua própria igreja, começando assim o maldito e satânico “reavivamento da rua Azusa”!

#JDBerean #combataopentecostalismo #azusa #seymour

sexta-feira, 6 de março de 2015

É muito perigoso buscar “experiências emocionantes”

É muito perigoso buscar “experiências emocionantes” na esfera religiosa porque o diabo está sempre pronto a ajudá-lo a encontrá-las! Se satanás não consegue evitar que o crente faça a vontade de Deus e obedeça a Sua Palavra, ele tentará levá-lo além da vontade de Deus na procura de uma “experiência religiosa”. O que os pentecostais chamam de o “batismo do espírito santo”, é uma combinação de superemocionalismo, hipnotismo e histeria religiosa, produzidos pelos demônios e sugestões psicológicas. A pessoa cai em transe e a sua mente consciente torna-se inativa, o subconsciente passando a governar as ações. Esta “experiência” pode trazer um sentimento de paz e alegria e comunhão com Deus, mas isto sucede por causa da atitude do coração para com Deus, nunca devido à “experiência”. Em muitos casos há uma reação mental e espiritual bem trágica para aqueles que buscam esta “experiência”. Cuidado! É perigoso!

#FranciscoHuling
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Os pentecostais são opostos a Paulo

A igreja de Corinto era a mais carnal e fraca entre todas as igrejas do Novo Testamento. Eles viviam brigando. Levavam uns aos outros perante os tribunais seculares. Eles toleravam um membro que vivia em adultério com a esposa de seu próprio pai. Eles perverteram a Ceia do Senhor. E estes crentes exaltaram o falar em línguas mais do que qualquer outro dom. Nenhum leitor honesto e objetivo que lê os capítulos 12 a 14 de I Coríntios deixa de notar como o apóstolo Paulo deplorou a devoção deles ao falar em línguas. Ele disse: “dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida” (I Coríntios14:18,19). Os pentecostais são opostos a Paulo. Eles preferem falar dez mil palavras em língua estranha (por assim dizer) do que cinco com a própria inteligência! Você é assim também?

#FranciscoHuling
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Conhece alguém com o dom de interpretar "línguas estranhas"?

Se o falar em línguas já é problemático, muito  mais é a interpretação das línguas. Conquanto as línguas possam ser fingidas, ou explicadas como sendo línguas celestiais, as interpretações não são facilmente manejadas.

A interpretação de línguas é uma habilidade sobrenatural de entender e interpretar a mensagem, numa língua desconhecida ao intérprete, para benefício e edificação do Corpo de Cristo (1 Coríntios 14:5-19). A progressão deveria ser: Deus dá uma mensagem em línguas a fulano, o qual fala essa mensagem em um culto da igreja, mas não a entende. A sicrano é dada, então, a habilidade de entender o que fulano disse e relatá-lo à igreja.

É neste ponto que o moderno dom de línguas desaba drasticamente. Muitos estudos têm sido feitos, os quais revelam tudo, menos apoio à posição pentecostal. O falar em línguas tem sido gravado e em seguida reproduzido àqueles que afirmam possuir o dom da interpretação. Em cada experiência desse tipo, cada intérprete fez uma interpretação diferente do mesmo texto. Em um dos casos, João 3:3 foi recitado na língua alemã, enquanto o intérprete afirmou que Atos 19:2 havia sido recitado em Francês. De outra feita, o Salmo 23 foi recitado em Hebraico, mas sua interpretação nada tinha a ver como Salmo 23. Algumas vezes, a interpretação contradiz o claro ensino do Senhor. A interpretação tem sido sempre falha. (ver Handbook of Tongues, pp. 80, 95).

Em suas pesquisas, Kidahl gravou em K-7 várias pessoas falando em línguas para os intérpretes:

"Em nenhum dos casos houve semelhança nas várias interpretações... Quando confrontados com a disparidade entre as interpretações, os intérpretes disseram que Deus dá a certa pessoa uma interpretação da linguagem e a outra uma interpretação diferente" (The Psychology of Speaking in Tongues, p. 73).

Tais estudos colocam profundos sulcos nas visões mantidas pelos pentecostais  e revelam as línguas o que realmente elas são - o resultado de um aprendizado (maligno) e não um dom do Espírito Santo.

#DrGaryEGilley
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Teologia Pentecostal

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