sábado, 18 de julho de 2009

Pentecostais Anti-pentecostalismo?

Pentecostais, principalmente os assembleianos, criticando na TV, na rádio, em artigos ou mesmo nos púlpitos, bizarrices como os famigerados "cair no espírito" e "unção do riso", dizendo que estas "manifestações" são coisas de neopentecostais, é ridículo e até cômico. Não vou aqui me ater às refutações bíblicas destes fenômenos demoníacos, pois quero apenas mostrar a insensatez que é um pentecostal criticar tudo isto.

Alguns querem dividir o movimento pentecostal no Brasil em três ondas. Estas divisões em "ondas" são usadas por alguns para separar, como dizem eles, o "joio" do "trigo", mas na verdade são todos farinha do mesmo saco.

1ª onda - Pentecostalismo Clássico: O Pentecostalismo chegou ao Brasil em 1910, com a vinda de Louis Francescon, que atuou em colônias italianas no Sul e Sudeste do Brasil (originando a "congregação cristã no brasil" em Santo Antônio da Platina - Paraná). Em 1911 Daniel Berg e Gunnar Vingren que atuaram no Pará e Nordeste (dando origem a "assembleia de deus"). Ambos disseram ter recebido uma "revelação" para irem até o Brasil e fundar uma nova "igreja", detalhe comum em todas as seitas, como as testemunhas de jeová e os mórmons, por exemplo. Estas denominações são as mães dos pentecostais. Fato interessante é que uma acusa a outra de ser uma seita, porém ambas possuem uma doutrina herética bem parecida, diferindo mais nos usos e costumes pois tiveram a mesma origem e matriz pentecostal ao receberem as "novas doutrinas" na "missão de fé apostólica" conduzida por William H. Durham (dissidente de Charles Fox Parham por questões étnicas). A divisão [palavra normal no meio pentecostal] entre Franscescon e Berg se deu devido ao costume dos elementos da "santa ceia", pois o primeiro queria celebra-la com vinho puro (fermentado) e o outro não. A ênfase é em línguas, curas, usos e costumes e "manifestações" do "espírito".

2ª onda - Dêuteropentecostalismo: A segunda onda pentecostal ocorre nos anos 50 e início de 60, com aquilo que é normal no pentecostalismo: divisões. Três grandes igrejas (em meio a dezenas de menores) surgem ao se separarem das duas principais: "igreja do evangelho quadrangular", fundada por Aimee Semple McPherson (também pupila de William H. Durham) e trazida para o Brasil por Harold Williams (1953); o "brasil para cristo", fundada por Manoel de Melo (1955); e "deus é amor", fundada por Davi Miranda (1962). O início se deu em São Paulo. A ênfase é em curas e no radicalismo, proibindo televisão, rádio, uso de certas roupas e comidas, e as famigeradas "manifestações" do "espírito".

3ª onda - Neopentecostalismo: A terceira onda começa no final dos anos 70 e ganha força nos anos 80 e é também uma grande divisão [agora entre as igrejas da "2ª onda". Seus principais representantes são a "igreja universal do reino de deus" (1977) e a "igreja internacional da graça de deus" (1980). O início se deu no Rio de Janeiro. São liberais nas vestimentas e comidas. Podem e devem assistir TV e ouvir rádio, pois estas seitas se propagam através destes meios de comunicação. A ênfase são as curas, prosperidades, misticismos, sincretismos e "manifestações" do "espírito".

Tem aqueles que defendem [inclusive entre os "batistas"] que os pentecostais [1ª e até a 2ª onda] são salvos, e assim, nossos irmãos e que o problema está na "3ª onda" [neopentecostalismo], onde começaram a aparecer [segundo os defensores desta teoria] as bizarrices como "unção do riso", "cair no poder", "unção do garimpo", entre outras manifestações demoníacas. Porém, as doutrinas heréticas e as tais manifestações bizarras são iguais nas três ondas, e estas ocorrem desde o início do movimento.

Vejamos:

a) Frank Bartleman (autor do livro "A História do Avivamento Azusa") é testemunha ocular dos primeiros dias do avivamento pentecostal - que teve o racista [membro da Ku Klux Klan] Charles Fox Parham e posteriormente W. J. Seymour como líderes e fundadores da "assemblies of god" (Parham pregava a sua doutrina herética para auditórios de pessoas brancas e colocava Seymour para pregar para auditórios de pessoas negras) -, relata em seu livro algumas passagens interessantes que todo penteca deveria ler antes de sair falando o que não conhece [além de analfabetos bíblicos, desconhecem a sua própria origem histórica] e criticando práticas que dizem pertencer ao grupo da "3ª onda" - os neopentecostais - mas que sempre foram comuns entre eles desde a sua origem.

b) Uma reportagem da época fornece um retrato fidedigno de como eram os primeiros cultos pentecostais na Rua Azusa em 1906, leiamos: "(…) eles clamavam e faziam grande barulho o dia inteiro e à noite adentro. Corriam, pulava, tremiam todo o corpo, e gritavam com toda a sua voz, faziam rodas, tombavam sobre o assoalho coberto de serragem, sacudindo-se, esperneando e rolando no chão (…) Eles afirmam estar cheios do Espírito. Ele têm um caolho, analfabeto e negro como seu pregador que fica de joelho a maior parte do tempo (…) Não fala muito, mas às vezes, pode ser ouvido gritando 'Arrependei-vos!'. Então, permanece na mesma atitude de oração (…) Eles cantam repetidamente a mesma canção, "O Consolador Chegou"." (Azusa History". International Center for Spiritual Renewal. Retrieved on 2007-05-17).

c) Uma outra testemunha ocular, Emma Cotton, narrou: "eles clamaram durante três dias e três noites. As pessoas vinham de todas as partes. Perto da manhã seguinte, não havia como entrar na casa. Conta-se que algumas pessoas que conseguiam entrar em casa 'caiam sob o poder de deus' sem que houvesse alguém que as sugestionasse a isso, e toda a cidade ficou agitada. Clamaram ali até o chão da casa ceder, mas ninguém ficou ferido. Durante aqueles três dias, muitas pessoas que tinham vindo só para ver o que estava a acontecer receberam o 'batismo no espírito santo'". (Synan, Vinson (2001), The Century of the Holy Spirit: 100 years of Pentecostal and Charismatic Renewal, 1901-2001, Thomas Nelson Publishers, pp. 42-45, ISBN 0-7852-4550-2).

d) Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse: "Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas "caíram debaixo do poder de Deus"; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido". (Fire on the Earth por Eddie Hyatt).

Vejam só quantas bizarrices aconteciam em Azusa! E hoje os pentecostais querem chamar tudo isto de neopentecostalismo. Isso é uma falta de memória histórica e um contra-senso incrível.

e) No livro "Diário do Pioneiro Gunnar Vingren" o mesmo relata diversas bizarrices praticada por ele e sua igreja ("assembleia de deus"), e que hoje querem dizer que são coisas de neopentecostais. Leiamos:

Página 26: "O Espírito Santo veio de maneira poderosa, como pressão... Caímos no chão...clamávamos com voz elevada...";
Página 27: "Um irmão foi arrebatado em espírito";
Página 63: "Riam debaixo do poder";
Página 67: "Na casa da irmã Celina, começamos todos a rir";
Página 72: " 1915, duas meninas tomadas pelo Poder de Deus riam tanto que tive medo delas não aguentarem";
Página 73 "eu ri tanto debaixo do poder de Senhor, que quase perdi as forças...";
Página 75: "Enquanto eu estava orando...um homem foi levantado bem alto do chão...";
Página 77: "...o Poder de Deus veio sobre Vingren tão poderosamente que ele teve que se sentar um pouco para rir, e depois continuar a pregação";
Página 78: "O poder de Deus veio sobre mim... Eu nem podia me levantar...";
Página 79: "eu tive de rir sob o Poder de Deus e depois chorar muito...";
Página 80: "cantamos no Espírito...";
Página 84: " A unção de Deus caiu tão forte que muitos irmãos ficaram tremendo debaixo do poder de Deus";
Página 86: "eu tive que me deitar no chão...";
Página 88: "Saltei e pulei sob o Poder de Deus...";
Página 95: "Tive de deitar um pouco no sofá, pois o Poder de Deus estava muito forte sobre mim";
Página 95: "vários irmãos foram lançados no chão pelo Poder de Deus";
Página 131 "Uma moça não crente, sentiu o Poder de Deus, caiu de costas no chão clamando perdão a Deus, Jesus a Batizou com o Espírito Santo e ela falou e cantou em línguas";
Página 199 "Uma irmã começou a falar em novas línguas enquanto outros louvavam e riam muito debaixo do poder de Deus".

Nestes relatos vemos que as bizarrices tidas como práticas exclusivas dos neopentecostais ("unção do riso", "cair no poder (fanerose)", "tremer", "flutuar", "sapatinho de fogo", "gemer", "cantar e falar em línguas estranhas", "louvor extravagante", etc.) estão presentes desde o começo no movimento pentecostal.

O pentecostalismo é uma seita perigosa que tem envergonhado e escarnecido o Evangelho através de suas bizarrices e escândalos públicos. O movimento pentecostal é a apostasia prevista na Bíblia para o final dos tempos, pregando um outro evangelho [mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema - Paulo aos Gálatas 1.8]. Os sinais e prodígios apregoados por eles são a preparação do mundo para a vinda e a aceitação do anti-cristo, conforme nos foi ensinado pelo próprio Senhor Jesus Cristo [porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos - Mt 24.24] e pelo apóstolo Paulo [mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios - I Tm 4.1].

Estou cansado de "pastores" ludibriadores e oportunistas, de sensacionalismo, de "pai de santo gospel", de "unções" do tipo "dentes de ouro", "unção da bicharada" "unção do riso", de "paletos voadores", de "galinhas falando em línguas", de "pastores de lentes e chapinha", de "apóstolos mijões", de "pregadores do aborto", de "deterministas", de "rosas vermelhas", de "óleo ungido", de "orações no monte", de "fogueira santa", de "lenço com suor", de "g12", de "caçadores de deus", de "bispas" e "pastoras", de "maldições hereditárias", de "marchas para jesus", e de todas as demais sandices pentecostais.

Não importa qual a "onda" que façam parte, os pentecostais são todos farinha do mesmo saco.

J. D. Berean (compilado)

www.oberano.blogspot.com

sexta-feira, 10 de julho de 2009

7 Razões para se repudiar e se separar do movimento G-12

1. Por causa da origem herética:

Esse movimento, que nada mais é do que um outro "esquema" pragmático para crescimento de igreja a qualquer custo, é chamado G-12, que significa: G: Governo 12: Grupo de 12 pessoas incluindo um líder (pessoa treinada em evangelismo e discipulado) que juntamente com os outros 11 são parte de uma "célula". Quando essa "célula" cresce e atinge 24 pessoas ela se divide e forma outra "célula."

Essa palavra "célula" e essa prática, entretanto, são totalmente estranhas às Escrituras. Se o G-12 não se encontra nas Escrituras Sagradas, de onde, então, é que tiraram essa idéia? Tudo isso teve origem na Missão Carismática [pentecostal] Internacional em Bogotá, Colômbia. Como sempre mais um método e doutrina heréticos tinham que ter como origem o movimento pentecostal. Castellanos confessa que buscou inspiração no modelo de David (nome mudado para Paul) Yonggi Cho. Sendo assim ele é um discípulo do herético Paul Yonggi Cho da Coréia do Sul, que diz ter "revelações" diretas de Deus e outras aberrações doutrinárias: Paul Yonggi Cho é ecumênico: Tem comunhão com diversos padres católicos. Paul Yonggi Cho é herético: No seu livro "Quarta Dimensão" ele diverge radicalmente da fé Cristã ortodoxa. Paul Yonggi Cho diz receber novas revelações: Isso é mentira. Paul Yonggi Cho trocou de nome, supostamente por "revelação", imitando o apóstolo Paulo: Isso é mentira. Paul Yonggi Cho prega o evangelho da prosperidade... (e a lista segue). Apenas essa ligação Castellanos - Yonggi Cho, seria suficiente para o crente lúcido rejeitar toda essa insanidade, mas vamos mais adiante e analisar outras características desse movimento herético e apóstata chamado G-12.

2. Por causa do fundador herético:

Esse cidadão chamado César Castellanos se julga o propagador mundial de uma "visão".

Refutação: Esse César Castellanos talvez não saiba, mas o Cristianismo autêntico não precisa dele. Essa "visão" é falsa e a única explicação para o espalhamento dessa insanidade pela América Latina, é o fato do terreno ter estado fértil, por décadas de poluição doutrinária causada pelo movimento pentecostal, que recebe de braços abertos qualquer novidade religiosa que se encaixe com seu misticismo carnal. Isso é exatamente o que o apóstolo Paulo descreveu sobre os pentecostais, inchados de carnalidade e orgulho, que estavam perturbando a igreja dos Colossensses (Col. 2:18). "Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão".

3. Por causa das doutrinas heréticas:

Novas revelações diabólicas (Gal. 1:8-9) "A palavra de Deus veio a César Castellanos..." Ele disse: "...escutei ao Senhor dizendo-me: 'vais reproduzir a visão que te tenho dado em doze homens, e estes devem fazê-lo com outros doze, estes por sua vez, em outros doze!' Quando Deus me mostrou esta projeção de crescimento, maravilhei-me....".

Refutação: Isso é a mais pura mentira deslavada. Será possível que os teimosos pentecostais nunca aprendem que não existem mais essas novas revelações e que tudo que Deus tinha que revelar Ele ja revelou?! Será possível que tantos néscios não enxergam que a Palavra de Deus já está encerrada em Apocalipse 22:21 e que se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa, como César Catellanos afirma acintosamente, essa pessoa vai cair no julgamento divino?! Como explicar, então, esses fenômenos carismáticos? Novas revelações não passam de 2 coisas: 1. Charlatanismo religioso (hipócritas inventam essas revelações exatamente como no Velho Testamento: Jer. 9:14; 23:16-26; Ez. 13:17); 2. Influência diabólica (Gál. 1:8-9). Em qualquer dos casos, o objetivo claro é minimizar a autoridade e suficiência das Escrituras. Nisso os pentecostais são especialistas. A história deles é repleta disso. O grande e nobre tema da Reforma Protestante, entretanto, tão negligenciado por esse heréticos atuais, permanece de pé que é: Sola Scriptura!

4. Por causa dos métodos heréticos:

4.1 O Pragmatismo: Se dá certo é bom! Essa maldição é totalmente contra as Escrituras Sagradas do começo ao fim.

4.2 As "Regressões": Brincando e manipulando com a mente humana induzindo e trazendo à memória fatos do passado, trazendo grande prejuízo psicológico para muitas pessoas que entram em profunda depressão.

4.3 O "Encontro": Retiro cercado de mistério à semelhança da diabólica maçonaria. A Bíblia proíbe categoricamente esse tipo de coisa (Jo. 18:20). Vejamos um relato do "Encontro" que vazou: "As palestras são repletas de doutrina pentecostal onde o encontreiro é incentivado a quebrar maldições, participar de regressão, liberar perdão, em alguns casos, participar das orações em que o indivíduo cai, e a ser liberto de "demônios", como nos diz um dos lideres do encontro: "até mesmo alguns de nossos lideres foram libertos de demônios". As ministrações são o grande momento do Encontro. Durante as palestras, eles mantêm uma música lenta tocando ao fundo... e no momento da regressão o 'manual' até sugere ao ministrador o tipo de música, que deve ser "orquestrada e não conter uma letra, para que a atenção não se volte para a mensagem da letra. Sugere-se usar uma música clássica lenta, suave, ou que contenha ruído de mar..." "encerramento: E por fim, antes de encerrar o 'encontro', é firmado o 'voto de compromisso', onde o ministrador é orientado a levar os encontristas a ficarem de pé e repetirem o seguinte compromisso: Eu comprometo-me a não mencionar nada do que aconteceu no 'encontro'. Terei a responsabilidade de incentivar outros a fazerem o 'encontro' e a experimentar como o 'encontro' é tremendo...".

4.4 A "cura interior": O crente quando nasce de novo já experimentou a cura interior de que precisa e não necessita de pentecostal algum, cheio de heresias e de orgulho, para ensinar-lhe nada. O andar diário com Jesus Cristo, a comunhão com O Espírito Santo que habita em todo o crente (quem não é batizado no Espírito Santo [e isto ocorre instantâneamente no momento da conversão] não é salvo) e o lavar diário pela leitura da Palavra de Deus, são mais do que suficientes para a cura interior. O crente cheio do Espírito Santo não precisa de "técnicas pentecostais" de cura interior, muito menos desse encontros. Vejamos o ensino categórico das Escrituras descartando o princípio errado dessa "cura interior" que causa grande prejuízo às pessoas, obrigando-as a remoer e a reviver pecados passados: "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim," (Filipenses 3:13) E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados. (Jeremias 31:34) Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro. (Is. 43:25).

4.5 A "Quebra de maldição": Essa doutrina pentecostal nega o poder do novo nascimento que ocorre quando o pecador se arrepende e deposita sua fé na pessoa de Jesus Cristo. Quando isso acontece, todas as maldições são imediatamente quebradas. O salvo não precisa de "exorcistas" pentecostais a ficar lhe atormentando com a idéia de que ele precisa de rituais de quebra de maldição. Isso é uma armadilha satânica para minimizar o poder do sangue de Jesus Cristo em purificar de TODO O PECADO (1Jo. 1:9). O problema dos pentecostais é que eles são analfabetos Bíblicos e desprezam a autoridades das Escrituras.

4.6 As mulheres "pastoras": O movimento do G-12 que já começou errado com Claudia Castellanos se auto intitulando "pastora" insiste na rebelião feminina que nada mais é do que o espírito de Jezabel que se apossa dessas mulheres rebeldes e que desprezam a categórica proibição Bíblica. Valnice Milhomens, a pentecostal cheia de heresias, foi uma das maiores responsáveis por trazer o G-12 ao Brasil em 1999.

4.7 A música dos demônios: A música contemporânea é usada e abusada pelo G-12. É claro, pois como pentecostais eles já estão mais do que acostumados com essa apostasia que alimenta as emoções, sentimentos e experiências as quais são, repita-se, toda a fonte de autoridade do movimento pentecostal.

4.8 A dança/coreografia: A prática da dança/coreografia também é incentivada nas igrejas que adotam o modelo do G-12. Até mesmo um tal de "xote santo" ocorreu numa "igreja" que adota o G-12. Note que não há absolutamente NADA no Novo Testamento a basear essa prática pentecostal. O que se vê é um exibicionismo doentio de mulheres sensuais e atraentes a ficar dançando no palco (sim porque o púlpito já foi colocado de lado de tão desmoralizado) com vestes imodestas a provocar a concupiscência dos homens que ficam a repetir como retardados o lema do G-12: "é tremendo...".

5. Por causa do "Encontro" herético:

Esse tal de "encontro" nada mais é do que um retiro de 3 dias, onde algumas atividades bizarras são programadas. A palavra mágica "É Tremendo..." é usada como propaganda e chavão desse retiro que pretende produzir "completo crescimento espiritual nos participantes" em um final de semana. Notemos que o G-12 é uma mera cópia do cursilho de Cristandade "Opus Dei" católico, inventado pelo padre Josemaria Escrivá em 1928. Da Espanha, o "Opus Dei" encontrou terreno fértil na Colômbia, país altamente católico, cujos "evangélicos" mal doutrinados lhe deram uma maquiagem pentecostal e transformaram-no no G-12.

6. Por causa das blasfêmias contra Deus!:

Vejamos apenas uma aberração blasfema desse movimento: "Perdoar" a Deus! No G-12, numas das supostas sessões de cura interior, se ensina que se deve "perdoar a Deus." Isso é uma blafêmia sem fim. Só precisa de perdão alguém que comete transgressão. Se Bíblia nos ensina que Deus é Puro e Santo (Is. 6:3; Hab. 1:13; Jo. 17:11, Ap. 4:8), como um pecador cheio de iniquidades pode ter a audácia e a petulância de ensinar a outro pecador que se deve perdoar a Deus? Só mesmo a heresia cega de rebeldes pode inventar isso. As técnicas psicológicas ensinadas no "manual de realização do encontro", por sua vez, são de arrepiar qualquer cristão: pelas regras do G12 , para que um indivíduo alcance a devida libertação dos traumas do passado (técnica de cura interior), é necessário que este tente visualizar o "encontro do espermatozóide do seu pai com o óvulo de sua mãe". Depois da visualização de cada etapa de vida - no útero, durante a gestação, na infância até a idade adulta -, a pessoa deve perdoar àqueles que eventualmente tenham lhe causado sofrimento, sem esquecer ninguém - nem mesmo Deus. "Eles precisam liberar perdão às pessoas envolvidas em cada fase e até mesmo a Deus", diz um trecho do manual.

7. Por causa dos resultados desastrosos:

7.1 Orgulho de quem fez o "encontro": Da mesma maneira que os "faladores de línguas", que se julgam superiores aos que não falam, os participantes desses "encontros" heréticos se julgam superiores aos outros que não participaram.

7.2 Falta de ética dos obcecados pelo G-12: O G-12 já foi motivo de diversas brigas, divisões de igrejas e várias situações de litígio em diversas denominações.

7.3 Falta de discernimento de quem recomenda o "encontro": Na reunião de liderança da CBN (a herética Convenção "batista" pentecostal) em Brasília, em 04 de abril de 2000, representantes de quase todo o Brasil chegaram a um "consenso" para EXPERIMENTAR a eficácia dos "encontros." Isso revela 2 coisas acerca dos "batistas" pentecostais: 1. Eles são incapazes de tomar decisões próprias na igreja local, mas precisam de um concílio "eclesiástico" aos moldes da igreja católica. 2. Eles não são guiados pela Palavra de Deus, mas por "consenso." Consenso na heresia continua sendo heresia. Atenção: "Igreja Batista não é pentecostal/renovada e Igreja pentecostal/renovada não é Batista; existem algumas igrejas mais ou menos pentecostais/renovadas, mas não existem igrejas mais ou menos Batistas".

Conclusão: O G-12 é heresia do começo ao fim: 1. Por causa da origem herética; 2. Por causa do fundador herético; 3. Por causa das doutrinas heréticas; 4. Por causa dos métodos heréticos; 5. Por causa do "Encontro" herético; 6. Por causa das blasfêmias contra Deus; 7. Por causa dos resultados desastrosos.

domingo, 5 de julho de 2009

Benção Apostólica?

Aos poucos, cada vez mais, nós batistas vamos distanciando a nossa prática do nosso discurso. Explico. O nosso discurso principal é que temos a Bíblia como nossa única fonte de regras de conduta e prática cristã. Não aceitamos costumes nem tradições que não sejam bíblicas.

Mas temos praticado tantas coisas em nossos cultos que não são ensinadas na Bíblia. E olha que não estou falando de dança, nem de palmas, nem de dramaturgias e tantas outras coisas que sempre combatemos. Tenho em minha mente agora, neste momento em que estou escrevendo, a famosa chamada "Bênção Apostólica".

Cresci em uma igreja batista e depois fui membro de várias outras. Até um certo tempo eu não via nenhum pastor levantando as mãos e "impondo" uma bênção apostólica. Só na minha juventude mais avançada comecei a ver isso. A primeira vez que vi, crítico como sou, desejei saber onde estava isso na Bíblia, que existia uma bênção apostólica e que só os pastores poderiam impetrá-la. Fui conferir e não encontrei. Entrei na biblioteca de meu pai e procurei muito, mas não encontrei. Desisti e fui perguntar a ele. Me respondeu que era apenas uma saudação de despedida do apóstolo Paulo no final da sua segunda carta aos Coríntios. Fui conferir e estava lá. Isto é, estavam lá os dizeres, mas não tinha nada a respeito de ser uma bênção apostólica que só os pastores poderiam impetrar.

Continuei curioso. Os pastores não são apóstolos. Sempre aprendi que apóstolos de Cristo foram somente doze. Pastores são bispos, são presbíteros, mas não são apóstolos. Então por que só eles poderiam impetrar a "benção apostólica" como se fossem sucessores dos apóstolos? Para isso não encontrei resposta até hoje.

Fiquei em dificuldades no dia da minha consagração (que muitos hoje chamam de ordenação, como se passássemos a fazer parte de uma ordem) porque estava no programa que o novel pastor impetraria a "bênção apostólica." Dificuldades porque não acreditava naquilo e dificuldade porque não decorara as palavras que abençoariam o povo. Resolvi a questão fazendo uma oração em que pedia a Deus que estivesse sempre manifestando a graça de Jesus sobre todos, que Deus estivesse sempre derramando o amor dele sobre todos nós e que estivéssemos sempre desfrutando da comunhão do Espírito Santo. Pedi e me despedi do Pai afirmando que estava pedindo em nome de Jesus. Não tenho coração de fazer uma oração em meu próprio nome, ou como se fosse um apóstolo, como aguém que tem algum tipo de direito de abençoar o povo. Procurei fazer o que creio que o apóstolo Paulo fez: manifestou o seu desejo de que aquela igreja estivesse desfrutando plenamente das manifestações de Deus.

Até hoje não consigo impetrar bênção apostólica.

Pr Dinelcir de Souza Lima

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